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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ANTÓNIO ALEIXO "PAIROU" HOJE SOBRE SETE CABEÇAS - NA REUNIÃO PÚBLICA DE CÂMARA

 

Mais logo, com o Poeta do Povo António Aleixo como inspirador - e que hoje pairou de facto de forma quase tangível sobre aquela mesa da nossa desgraça - tentarei resumir o que já estava decidido no aconchego do bloco central e hoje foi decidido na reunião de Câmara.

O mesmo bloco central que pelos vistos coloca toda a tónica na velha e popular máxima "quanto mais me bates mais eu gosto de ti" e que hoje uma vez mais ficou provada!

Por agora, é tempo de dar relevo a dois comentários do meu caríssimo amigo A. da Vicência, que pela sua oportunidade, pelo seu fino recorte literário e pela  forma incisiva como os faz, não merecem ficar "lá no fundo do Blog":


1)

Embora não seja bruxo encartado, de porta aberta, disfarçado de erbanário, o facto é que nascido e criado em Alfena, no lugar que lhe deu o nome, desde as idas e vindas de e para a Escola, ou para a Igreja, nas futeboladas que jogávamos ali mesmo , uma baliza junto à casa do dito, a outra mais abaixo, frente à entrada do terreno que o Sr Toninho do Cabo, obrigado pelas Leis do Urbanismo, "ofereceu" para a construção, lá para as calendas, no dia de S. Nunca, do centro de Saúde, em desafios memoráveis , dizia eu, Rua contra o Outeiro", ou contra qualquer outro lugar, muda aos três acaba aos seis", com pequenos "pèssangas" para dar passagem aos carros de bois, às carroças, automóveis eram raros que algumas vezes dava para começar e acabar sem passar nenhum, a verdade é que ando sèriamente desconfiado, temendo que a mãe Natureza, dando razão à teoria de um tal Darwin, por força dos milhares de vezes que por lá tenho passado, me tenha "evoluído", por contágio, contaminação, ou mimetismo, no sentido da bruxaria.
De uma coisa tenho a certeza: não sou suficientemente bruxo para acertar no Euromilhões mas sou-o de sobra para adivinhar o resultado final do faz de conta dos Pantomineiros autocráticos e quejandos, da quadrilha do bloco central das negociatas e da roubalheira, fingindo que decidem o que há muito está decidido.
A "decisão" já era, fazia parte do pacote dos "desasseis milhões em dez minutos" e os lambões já o lá têm.
E, para chegar a tal conclusão, não foi preciso que me trouxessem as cuecas, as ceroulas ou qualquer outra peça íntima, ainda com o sêlo fresco das humanidades, como os pategos, coitados, analfabetos, fragilizados pelas maleitas, que andrajosos a puxar pelos tamancos, sem pedir licença, invadiam o "rectângulo de jogo", estragando as jogadas, por vezes de golo iminente que, vindos das berças, lá seguiam para serem burlados, espoliados, por charlatães sem escrúpulos que lhes levavam couro e cabelo.
Caro Neves,
Não quero abusar da sua benevolência, permitindo-me a utilização desta sua tribuna para deixar alguns desabafos que me consomem a alma, mas gostaria que publicasse este texto, com o relevo que entender, juntamente com o meu comentário publicado há tempos, que segue abaixo.
É só para demonstrar à pandilha que nós sabemos que estamos a ser roubados.
Um grande abraço do A. da Vicência.


2)
Tal como o meu amigo R. R,. há dias, eu cá estou numa de poesia. Não de Sá de Miranda, que desgostoso com a corte da época se retirou para a sua Quinta da Tapada , no Minho profundo. Não, hoje é dia de António Aleixo, mais terra a terra, a condizer com o assunto em discussão:


P'rá mentira ser segura
E atingir profundidade,
Tem que trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade


Isto, a propósito da reunião da C. M. V. para a alteração do PDM, que não é senão uma fraude, uma farsa, ou melhor, uma verdadeira pantomina.
Está bem escarrapachado na Escritura, celebrada em 27-09-2007, entre outras garantias, ... "os prédios de natureza rústica ora vendidos têm capacidade construtiva, conforme consta do Plano Director Municipal de Valongo e da comunicação da Câmara Municipal de Valongo de doze de setembro de dois mil e sete. com a referência zero zero dois zero cinco."
Nesta data, não se venderam só os terrenos, o pacote incluiu os autarcas,os aparatchiks , o bloco central dos tachos e das traficâncias. Só não se vendeu a vergonha porque isso é coisa que essa gente nunca teve. Trata-se, agora, de branquear a malfeitoria, de tentar dar à mentira "qualquer coisa de verdade." Seguir-se-ão os actos subsequentes da pantomina: a discussão pública faz de conta,a decisão da CCDR-N faz de conta, a deliberação da CMV faz de conta e, finalmente, a ratificação da Assembleia que tambem faz de conta. Eles não dormem em serviço, o cefalópode tem os tentáculos nos sítios certos..., no final tudo estará nos conformes, tudo certinho sem mácula, tudo na maior das legalidades.
Enfim, uma pantomina de sucesso, graças ao desempenho destes "verdadeiros artistas", haverá, de certeza, muito boa gente convencida que era tudo a sério.
Que grandes pantomineiros...
Um abraço do A. da Vicência .

publicado às 13:34

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