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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A "PARQUE ESCOLAR" DE VALONGO

Que partidos do arco da governação no poder central sempre se têm guiado ao longo dos muitos anos que já levam na pendular alternância da desgovernação do País, por uma agenda de tipo eleitoral, já não é novidade para ninguém. Lançam obras, inauguram outras, de preferência daquelas que encham o olho, mas sempre com os olhos postos no ciclo eleitoral - amealhando no início dos mandatos (deixando tantas vezes de fazer o essencial) para gastarem no fim dos mesmos, de forma desregrada e irracional, na certeza de que vão ser essas obras que vão estar presentes na memória dos eleitores na altura de fazer a cruzinha.

 

Como também não é novidade - até porque mais próximas, logo mais visíveis - que as autarquias locais sigam desde há muito idêntica estratégia, com os inerentes desmandos despesistas que as dinâmicas de vitória normalmente induzem. Só por si, esta forma de realizar obra já é errada, porque necessidades, carências e problemas para resolver, existem ao longo de todo o mandato e não apenas na parte final do mesmo, mas quando se junta a esta prática governativa o paradigma do ajuste directo, da supressão da lei da concorrência, que apesar de tudo, introduz alguma regulação no mercado e do favorecimento ilícito dos empresários amigos, a coisa piora ainda mais.

 

Mas porque o termo ilícito pode ter interpretações ambíguas, não sendo necessariamente e por si só, sinónimo de ilegalidade, importa contextualizá-lo e referir a forma como os ajustes ilícitos são tratados: a primeira abordagem do negócio é feita quase sempre sem formalismos que só incomodam - daqueles que o Tribunal de contas andou recentemente a mexericar -  à mesa do restaurante da preferência de adjudicante e adjudicatário e só depois se passa para o contrato em versão minimalista e de latitude confortável, esse sim, já tratado na sede da autarquia, que é onde normalmente existem os carimbos.

 

Seguem-se alguns exemplos de "boas práticas" neste tipo de contratos, transformados em regra pela nossa autarquia e que terão contribuído de forma significativa para "A VITÓRIA DE TODOS" em Valongo. Destaco pela actualidade, a questão das escolas que anda agora aí nas bocas do mundo - e do Tribunal de Contas -  e onde a Parque Escolar parece estar atolada até ao pescoço.

 

Valongo, parece ter dado o seu importante contributo para o descalabro e quem sabe, um dia destes alguém resolva vir por aí acima, munido de um "filtro" de malha mais fina e confirme o que a nós nos parece mais que óbvio.

publicado às 13:42

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