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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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A CORRUPÇÃO EM VALONGO - OPOSIÇÃO 'CRIATIVA', OU EXECUTIVO RELAPSO?

Após a condenação (em 1ª instância) do arquitecto Vítor Sá a dois anos e meio de prisão (com pena suspensa) por corrupção - decisão de que obviamente recorreu - parece que toda a gente na Câmara, incluindo a oposição, ficou muito calma, como se nenhuma evolução tivesse ocorrido depois daquelas 'tranquilizadoras palavras' de Fernando Melo e João Paulo Baltazar, na reunião pública de 17 de Novembro último, respondendo a Maria José Azevedo, que questionou na altura a Câmara sobre o assunto.

Repesco aqui a notícia do JN sobre o processo e também o recorte da referida acta onde o executivo tenta desvalorizar o assunto e Fernando Melo (testemunha abonatória de Vítor Sá) diz que tudo indica que o arquitecto seja absolvido.

Porém não foi - 'embora deva ser considerado inocente até trânsito em julgado de eventual sentença condenatória' - e se o desconforto da oposição, manifestado pela voz de Maria José Azevedo em 17 de Novembro já se justificava, agora deve passar da fase do desconforto à exigência - digo eu, que não tenho voto na matéria mas não abdico do direito a ter a minha opinião e a expressá-la de forma livre - no sentido de que a Câmara se pronuncie novamente sobre o assunto, com base neste novo desenvolvimento.


 

Exracto da Acta de 17 de Novembro de 2011

 

publicado às 10:49

2 comentários

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    cneves 29.05.2012

    Caro alfenense atento',

    Subscreveria inteiramente o seu comentário, se por detrás deste assunto não estivessem coisas menos claras e estratégias menos límpidas que hão-de vir a lume na fase de inquérito.
    Como sabe, a Dr.ª Cláudia Dantas é advogada e eu não, logo não tenho nem podia ter nenhuma procuração para a defender. Agora o que sei e você vai seguramente concordar comigo, é que se você tiver uma oficina de serralharia - só para dar um exemplo entendível - e um dos seus empregados executar uma obra de forma incorrecta, quem em primeiro lugar responde perante o cliente é você! E no caso de o cliente ter que recorrer à Justiça, não vai ser o Manel a ser citado, mas sim a oficina de serralharia xpto e o seu sócio gerente alfenense atento'!
    No caso concreto, quem deveria ser chamado à pedra em primeiro lugar, deveria ter sido o coordenador do Departamento Jurídico, o Dr. Bolota Belchior, a quem a Câmara paga um balúrdio e depois, seria ele próprio a transferir eventuais responsabilidades da Dr.ª Cláudia .
    Mas eu acredito mais - é cá um feeling , como dizem os ingleses - que o processo tenha estado em hibernação noutra gaveta que não a dela.
    Abraço para si também
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