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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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CÂMARA DE VALONGO - O PRESIDENTE E A Dª. CECÍLIA GÍMENEZ...

Já foram duas vezes depois da saída de Fernando Melo, que na Câmara de Valongo  - em reunião pública - se reconheceu aquilo que já todos sabíamos: que os orçamentos eram por regra, de mentira e que a contabilidade se baseava em práticas criativas e na mistificação. A primeira vez, foi o último dos pais da orçamental mentira - Arnaldo Soares - quem se deixou descair. Pedro Panzina não deixou passar a oportunidade de assinalar o relevante 'evento'...


Hoje foi a vez de João Paulo Baltazar bater na mesma tecla e mais uma vez o facto não deixou de merecer o devido destaque.


Só que para mal dos pecados do presidente, no caso de Arnaldo Soares, reconhecer que mentiu, que foi charlatão, que exagerou na criatividade orçamental, por mais paradoxal que isso possa parecer, teve menos impacto - cheirou até a despeito pelo facto do velho ditador lhe ter retirado os pelouros - do que a confissão de hoje de JPB.


É que, pese embora o facto de não se assemelhar nem ao de leve com uma frágil borboleta, ele já anda por ali desde 1993 a esvoaçar à volta do Presidente que deixou de gostar de o ser e por isso passou à categoria de ex presidente que gosta de usar pantufas, pijama às risquinhas, touca de borlas e quiçá, o velho ursinho de peluche arrumado faz anos no velho baú no canto do sótão - o mesmo sótão onde devem existir ainda muitos 'esqueletos' à espera de serem incinerados - anda por ali a esvoaçar dizia eu e nunca lhe ouvimos a mínima reserva, o mais leve franzir de sobrolho ao chefe, o mais imperceptível indício de discordância perante a grosseira mentira anos a fio repetida e vendida como boa aos munícipes.


Um outro vice presidente - João Queirós - teve a coragem de o fazer e foi destituído. Perdeu o tacho, mas ficou a ganhar em dignidade. Se agora lá estivesse, podia falar sem vergonha do seu passado no pelouro das Finanças da autarquia mais conhecida do País. Já JPB, por óbvias razões, não pode fazer o mesmo sem ser ferido pelos estilhaços que costumam saltar dos telhados de vidro quando são atingidos pelo chamado efeito boomerang de algumas pedras que atira.


Registamos o mea culpa, mas entendemo-lo mais como uma tentativa algo naif de retocar a maltratada pintura deixada por Fernando Melo, verdadeiramente ao nível do restauro do Ecce Homo feito pela idosa senhora Dª. Cecília Gímenez em Espanha.


Se é que João Paulo Baltazar é capaz de aceitar um conselho avisado, que ainda por cima não lhe cobro,  ponha definitivamente de lado os pincéis e as tintas - antes que borre irreversivelmente a pintura. É que depois, tal como aconteceu com a Dª. Cecília, vêm as depressões, os achaques, a necessidade dos químicos, as despesas com as consultas e a saúde (tratar dela) está cada vez mais pela hora da morte...

publicado às 22:46

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