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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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CÂMARA DE VALONGO - 'GRILOS FALANTES' E OUTRAS HISTÓRIAS...

Ao contrário do que se pensava, as 'massagens ao ego', tal como as outras, as que que nos atenuam ou eliminam de forma definitiva aquela dor desagradável que nos incomoda, parecem resultar em ganhos claramente visíveis para os 'massajados'.

E perguntarão os menos familiarizados com a 'especialidade' como é que se processam as ditas, em que locais é possível fazê-las, se ficam muito caras e outras perguntas frequentes (FAQ usando a terminologia inglesa).


A resposta é muito simples e abrangente:


Em Valongo, basta ser vereador da oposição com direito a assento na semanal reunião de Câmara (o equivalente a uma 'sessão de tratamento') e o 'massajado' em vez de pagar ainda recebe em troca a regulamentar senha de presença.

Dirão os cidadãos comuns, 'que não é justo, que assim pagamos todos, os prazeres de uns poucos' e coisas do género!


Pois é, mas quem é que disse que a democracia representativa não tinha custos? Apesar disso, parece que ainda é o menos imperfeito de todos os sistemas políticos e por isso, antes que inventem outro, vamo-nos dando por felizes por podermos continuar a usufruir deste.


Mas há na Câmara quem tendo direitos iguais a idênticas 'massagens', deles abdique esporadicamente - para poupar um pouco aqueles que ficam cá atrás a assistir olhando para o relógio, à 'autocompensação' que normalmente se processa no extremo esquerdo da mesa - para quem olha para ela do lado do público.


Falta apenas acrescentar, que os efeitos benéficos - para o próprio, obviamente - só são alcançados se lhe for concedido ou ele o tiver conquistado por uma espécie de direito por 'uso capião', o estatuto de 'grilo falante'.

 

Hoje para não variar, voltamos a ter mais do mesmo: temas livres - alguns requentados - não sujeitos a qualquer escrutínio de representatividade e mais uma vez também, voltamos a não ter temas desde há muito apresentados por cidadãos comuns de Valongo, que acreditando na diferença de uma certa oposição acreditaram também que ela seria a voz dos 'sem voz' na opacidade de uma 'Câmara excelente' apenas em títulos.

Assuntos relevantes que infelizmente continuarão a aguardar melhores dias para serem atirados para cima da mesa. As 'massagens ao ego' não se compadecem com o uso de um tema qualquer...


Dizia a minha avozinha na sua simples mas imensa sabedoria e por palavras dela, que um pouco de vaidade genericamente falando, valoriza o comportamento das pessoas, mas - e isto já sou eu que digo - quando a dita ultrapassa 'aquela linha imaginária', então existe o risco de as transformar em pedantes emproados, em 'discursadores onanistas' em 'viciados' no monólogo como forma de atingirem o clímax.


Este tipo de pessoas, normalmente fica tão embevecida a ouvir as próprias palavras, que nem se dá conta - como hoje voltou a acontecer na reunião de Câmara - do tédio que a sequência discursiva vai provocando, quer entre os seus pares, quer entre a plateia que em cada reunião a que resolve assistir, tem sempre a expectativa - quase sempre gorada - de ouvir algo de relevante para Valongo vindo da oposição, já que do executivo, ainda é cedo para as prometidas novidades.


O que vale, é que quem assim procede, quem prefere continuar a 'privilegiar-nos' com sequências de trinados em vez de palavras com conteúdo, já só se representa a si próprio - enrolado nas próprias palavras um dia proferiu em relação à Associação que o ajudou a eleger: 'vereadores e Associação são duas realidades distintas que aqui e além podem eventualmente tocar-se" - fim de citação.

publicado às 20:32

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