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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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PSD-VALONGO SUBSIDIA A CÂMARA PARA MELHORAR A INFORMAÇÃO AOS CIDADÃOS!

A parte desagradável da Assembleia Municipal de Valongo, que hoje (ontem) teve lugar é que estou a chegar a casa - são 2:14 horas.


Tirando isso, foi tudo bem mais... desagradável!

Discussão demasiada em torno de um ponto aparentemente consensual - a recusa da agregação de freguesias - ou porque faltava uma vírgula, ou porque a mesma sobrava ou simplesmente, porque apeteceu aos autores e defensores das propostas em presença, perfeitamente redundantes, mas contudo 'criações pessoais intocáveis' que importava defender a todo o custo e levando o tempo que levasse. Como quem defende a sua dama, género "a minha é mais bonita que a tua", dando a ideia certamente errada, de que sentiam algum prazer em fazer-nos penar até esta hora.

Vá lá que no essencial e no final de tudo, acabaram por despontar do meio do cansaço geral, as inevitáveis posições consertadas.

Pelo meio e para animar a festa assistimos hoje a um rigor inusitado do Presidente da Assembleia, blindado numa posição defensiva, preservando-se dos ataques que lhe iriam chover em cima se deixasse a 'conversa descambar', por causa do seu desrespeito pela Assembleia, quando votou por unanimidade em Lisboa, no seio da UTRAT (a Unidade Técnica que suporta o parecer que resultou - no caso de Valongo - na agregação das freguesias de Campo e Sobrado).


Curiosamente e quando se passou à fase de deliberação, fez aqui na sua terra aquilo que deveria ter feito em Lisboa: saiu da sala, para voltar só para a discussão dos restantes pontos.


Pelo meio, um incidente curioso bem demonstrativo do que é a promiscuidade entre o PSD de Valongo e o Presidente da Câmara - que por acaso, também é o Presidente da Concelhia do mesmo Partido:

Perante um remoque do líder do Grupo Municipal do PS, sobre o "estado de pré campanha eleitoral" em que já se encontra João Paulo Baltazar e referindo-se a um info-mail que está a ser enviado às pessoas - assinado pelo Presidente da Câmara, com os contactos da Câmara mas em tudo semelhante a um prospecto de campanha, logo condenável, pela utilização de dinheiros públicos para fins ilegítimos, João Paulo Baltazar, negando por um lado, estar em pré campanha, contradiz-se de forma rotunda fazendo um desafio a quem produziu a acusação.

E mantendo o 'suspense' enquanto reafirmava não estar em campanha coisa nenhuma, sacou de uma factura do... PSD que pagava a dita despesa!


Temos aqui pois, duas situações curiosas:


O presidente da Câmara não está em pré campanha e o info-mail é uma normal carta aos valongenses - talvez por nos aproximarmos do Natal, embora a mesma só tenha duas ou três linhas a referi-lo - e o PSD fez o favor de subsidiar a Câmara, ou o presidente está mesmo em pré campanha e o panfleto não deveria ser assinado pelo Presidente da Câmara - e com todos os contactos de e-mail da mesma.


Assim, bem pode João Paulo Baltazar negar o óbvio:


O Partido não pode formalmente financiar a Câmara, tal como a recíproca também é válida!

É por isso naturalmente inaceitável, aquilo que hoje se tornou público - desde logo, em termos políticos, mas em última instância, também em termos legais.


Promiscuidade já tivemos tempo demais em Valongo e João Paulo prometeu outra coisa. Parece que a promessa durou pouco.

publicado às 02:13

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