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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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ALFENA: ENTRE O ROTO E O NU, A CORAGEM DE MUDAR DE PARADIGMA


O que vou escrevendo sobre a minha terra - desta vez no Jornal Novo de Valongo: AQUI:


Com a Câmara de Valongo de tanga e às voltas com os muitos 'umbigos' plantados por Fernando Melo ao longo dos seus 18 anos de reinado na Macroestrutura do município – um documento recentemente publicado em Diário da República e que ao que consta, começa já a interferir com o sono reparador de João Paulo Baltazar – as freguesias não vão ter margem até às próximas autárquicas, para fazerem grandes obras de fachada ou levarem a cabo as acções de marketing habituais nestes momentos do exercício da democracia a nível local.
Mesmo assim – e isso já começa a tornar-se evidente – o actual presidente e candidato a futuro candidato em representação do PSD local, não vai poupar-se a esforços para se autopromover e ao mesmo tempo, ajudar também um pouco, aqueles que nesta ou naquela freguesia lhe estejam mais próximos.
Seguindo uma prática do seu mentor e antecessor no cargo (aquele que se foi por deixar de gostar de nós) João Paulo Baltazar já usa e vai seguramente continuar a usar dinheiros e meios públicos, bem como capacidades públicas instaladas para tratar do marketing eleitoral da sua provável candidatura!
Todos sabemos como se 'confeccionam' os famosos sacos azuis e não é nas fábricas de confecções seguramente.
Mas João Paulo Baltazar, porque prometeu ser diferente, porque prometeu pôr ordem na macroestrutura e ordem na casa, não o deveria fazer!
Claro que os Outdoors anunciando obras futuras, o arranjo apressado deste ou daquele passeio, desta ou daquela rua, ou então, aquelas promessas vindas já da última campanha (em muitos casos até da penúltima, porque esta gente não tem vergonha de andar a saltar entre uma campanha e as seguintes fazendo 'copy-paste' das promessas de sempre) vão continuar a ocorrer com a necessária contenção e com a filtragem que a crise exige e que excluirá obviamente os menos amigos.
Mas se as dificuldades vão atingir (quase) todos, em Alfena os candidatos mais ou menos alinhados com o Regime vão ter razões acrescidas para se preocuparem:
Em primeiro lugar, porque a nossa jovem cidade tem sido a eterna 'enteada' do Concelho.
Depois, porque as feridas da 'operação remoção de cartazes' ordenada por Fernando Melo nas últimas eleições, para dar a vitória aos Unidos por Alfena, garantindo assim o apoio de Arnaldo Soares à Câmara, ainda não estão totalmente cicatrizadas.
Junta-se a tudo isto, o facto de Arnaldo Soares se ter transformado num verdadeiro 'flop', tendo abandonado primeiro os pelouros atribuídos e depois o próprio cargo de vereador, gorando as expectativas de duas 'famílias': a do PSD concelhio e também a família de 'mau porte' dos UpA, que esperava dele a viabilização de todas as falcatruas em curso no território de Alfena.
Nem deu alegria a uns nem anulou a tristeza dos outros...
Por último, e como se estas perspectivas que se perfilam no horizonte próximo de Alfena já não fossem suficientemente preocupantes, teremos de juntar a tudo isto, a eterna 'guerrinha familiar' que mais uma vez vai dividir o vereador falhado – um dos anunciados candidatos (pelos UpA) - e o ex presidente Guilherme Roque, neste caso, em representação do renovado núcleo do PSD local.
Terão pois os alfenenses de escolher entre o 'roto e o nu' – num caso, entre o muito que ficou por fazer, por acção ou omissão do 'padrinho' de Valongo – o tal que se foi embora por ter deixado de gostar dos valonguenses – sem que tivéssemos sido chamados a travar nenhum combate para corrigir esse tratamento discricionário e no outro, o muito que foi prometido, desde a 'venda do bacalhau a pataco' à atribuição garantida do rendimento mínimo, à construção de uma feira, de um corredor ecológico ao longo do rio Leça, que entretanto, seria completamente despoluído, etc., etc.
Entre o 'roto e o nu' existirá desta vez e felizmente para Alfena uma consistente terceira via: a de encontrar a coragem de mudar Alfena.
Como diria o outro, 'a procissão ainda vai no adro' – e Alfena tem literalmente três adros – tantos como as igrejas por eles rodeadas!

Celestino Neves
(Membro da Direção da Associação Coragem de Mudar)

publicado às 14:15

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