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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A MINISTERIAL DEFECAÇÃO


Em Relvas escasseia em sapiência, o que no verbo sobra em pestilência.

Seja mau hálito ou flatulência, de rosas não é, a emanada essência.

E é grave esta mental diarreia. E tão abundante, que deixou a latrina cheia

(retrete em versão plebeia) fazendo apelo a uma nova Patuleia.

Há tanto tempo a reclamar sobre a qualidade do ar,

Bruxelas não para de pressionar: tributa os carros mas não o ministerial defecar.

Agora foi na estatal televisão a monumental defecação...

Angola ou República do Butão, quiçá,  novo canal do Dragão,

teria é de se privatizar, para o deficit equilibrar.

E de tanta corda desenrolar, nela acabou por se 'enforcar'.

Desde Portas (o dos submarinos, pois então!) à TVI católica (já foi, mas agora não)

Passando pela SIC de Pinto Balsemão, todos unânimes disseram não!


(Porque o publicitário bolo, quanto mais fatiado, menores as fatias ficarão) 

publicado às 21:13

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