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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO E O ATAQUE DAS TÉRMITAS...

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Térmitas - quem é que ainda não ouviu falar sobre os nefastos efeitos deste terrível insecto - também designado de cupim, salalé, muchém?


Tão pequenino, individualmente encarado, aparentemente tão insignificante - esmagamo-lo com uma simples pisadela e um suave movimento rotativo do sapato ou da bota que tivermos calçado - mas que, quando organizado em colónias mais ou menos numerosas, é capaz de fazer ruir um quarteirão inteiro de uma cidade, se este for suportado no todo ou em parte, por estruturas de madeira.

Na Europa não estão muito disseminadas, embora cheguem notícias do aumento das preocupações em algumas ilhas dos Açores.


Pois bem, ou melhor, pois mal... 


Eu acho que já chegaram cá ao 'rectângulo', mais concretamente ao território de Vallis Longus, onde tivemos oportunidade de presenciar dois ou três exemplares no passado sábado em pleno centro e novamente para sermos mais concretos, no salão nobre da Junta de Freguesia de Valongo, onde a Direcção da Associação Coragem de Mudar levou a efeito uma reunião com os seus eleitos em 2009 para os vários Órgãos municipais.

Como não acreditamos que a colónia se resuma a este número tão diminuto - até porque não é assim que a espécie costuma funcionar - registamos devidamente o acontecimento e vamos colocar-nos à disposição dos valonguenses, ajudando-os a organizar-se em brigadas de desinfestação, para evitar que a praga atinja as dimensões que já atingiu nos Açores, por exemplo.


Primeiro facto intrigante que de certa forma nos intrigou no passado sábado: no caso desta pequeníssima colónia, ainda em estado aparentemente embrionário e contrariando o seu conhecido padrão de comportamento, todos os incipientes ataques que registamos, foram promovidos não por um rei e uma rainha, mas por um 'reizinho'.

Segunda constatação disfuncional, também ela aparentemente não conforme com o referido padrão: o trabalho principal de trituração, tem sido sempre levado a cabo pelo 'reizinho' e não pelos chamados 'soldados', que se têm limitado ao trabalho de sapa.


Estranha pois esta embrionária colónia, para a qual começam a partir de agora a voltar-se as nossas atenções, nomeadamente para o registo dos seus comportamentos disfuncionais e para a forma como se movimentam dentro do por enquanto ainda muito restrito centro de Vallis Longus.


Vale a pena ler um pouco mais sobre este assunto na Wikipédia, quanto mais não seja, para daqui até Outubro próximo, altura em que se prevê que a eventual colónia possa atingir - ou não - o seu estado máximo de desenvolvimento, sejamos capazes de tomar as contra medidas adequadas à defesa das infra-estruturas - é que em Valongo ainda há muita celulose para roer, mas não queremos de forma alguma ver o Concelho reduzido a esqueletos de tijolo e cimento ao alto. A madeira que ainda vai restando nalgumas manchas do nosso Concelho, devidamente trabalhada e afagada, também embeleza e enobrece a reconstrução em que a Associação Coragem de Mudar está empenhada em colaborar - porque Valongo parou no tempo e se transformou numa espécie de prolongamento de alguns fósseis mais conhecidos: Mellus, Paullus e suas ramificações fossilíferas - algumas dando impressão enganadora de que (ainda) mexem...
publicado às 09:43

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