Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

DE TODOS PORÉM POUCOS SERÁ ‘A VITÓRIA DE TODOS’...

Citando-me a mim próprio - no Jornal Verdadeiro Olhar, hoje numa banca perto de si...


 

OLHAR (IM)PARCIAL

Há slogans que que queimam e este é um deles.


Daí que seja estranho que o candidato envergonhado do PSD à Câmara de Valongo e actual presidente por herança, que ocupa a cadeira já meio carcomida de Fernando Melo há cerca de um ano atrás, o  tenha escolhido, tão vincadamente negativas são as suas conotações.


Em 2009,  coligado o PSD com o CDS-PP e com o PS fracturado a dividir o espaço político com a recém formada Associação Coragem de Mudar, a vitória foi pequenina demais para ser de todos.

Fazia-se até piada com o facto de Fernando Melo ser o presidente de Câmara com a dívida (relativa) maior e com a maioria menor do País.


Melo fora herdeiro posto, acreditaram os mais crédulos que alguma coisa iria mudar – para melhor obviamente.  Não foi porém isso que aconteceu e tudo continuou como dantes ou pior!

O PAEL virou improvisada e minimalista bandeira por oposição a outros municípios que ainda o não têm e aguardam o visto do Tribunal de Contas para a ele acederem. Esquecem-se os porta estandartes, de todos os outros que não têm PAEL, porque dele não necessitam!  E omitem ainda  qualquer referência ao facto de ele passar a constituir o garrote que sufocará as gerações futuras por muitos anos e reduzirá a actividade do município a pouco mais do que a provisão orçamental para a sopa dos pobres procurada por um  cada vez maior número de necessitados,  à varredura das ruas, ao tapar de um ou outro buraco (nas estradas) ou à gestão de um ou outro fundo de emergência com que se irá aliviando a pressão social sempre que os alarmes disparem.


Face a isto, até se percebe o pudor – um tanto exagerado, diga-se – que João Paulo Baltazar tem em assumir as cores do Partido com que se tem vestido nos últimos anos. A referência a Fernando Melo mata e a associação ao governo que destrói o que ainda resta do País também não ajuda nada.


E também se percebe que João Paulo Baltazar – e as candidaturas das freguesias a ele associadas – alarmados com as notícias que davam conta de uma anormal afluência de valonguenses às consultas de oftalmologia, preocupados com a sua acuidade visual ao constatarem que conseguiam enxergar as minúsculas setinhas no canto superior direito do baltazariano "outdoor", tenham elegido como "gift" de culto para a campanha, uma artística lupa.
 
Verdade seja dita, uma parte significativa daqueles que alegam as ditas perturbações da visão será constituída pelos clientes do costume, das picantes fatias de porco no espeto e do repetido vai-e-vem da anexa caneca da boa pinga. Adivinho aliás, como consequência da conjugação destes dois factores - excesso de libações e pequenez a que os candidatos reduziram a imagem de marca do Partido de Francisco  Sá Carneiro - que nem a lupa consiga resolver a induzida e aguda perturbação da acuidade visual que tanto alarme tem causado.


Mas existe uma outra e indisfarçável preocupação do herdeiro da pouco vitoriosa "vitória de todos" e que tem a ver com o obituário de Vallis Longus: Os inúmeros esqueletos que guarda no armário e que com esta recordista canícula, vão começar a exalar aquele cheiro característico e comprometedor - como se gritassem  "estou aqui!".


 

 
 
 
 
Veja abaixo mais artigos de Celestino Neves
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O REGEDOR DE ALFENA (*)
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
LIGAÇÕES PERIGOSAS...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
Vallis Longus (*) da longa crise
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O PADRINHO DE VALONGO (*)
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
POLÍTICA E PODER
A política, como forma de atividade ou de práxis humana, está estreitamente ligada ao poder. O poder político é o poder do homem sobre outro homem, descartados outros exercícios de poder, sobre a natureza ou os animais, por exemplo. Poder que tem sido tradicionalmente definido como "consistente nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem" (Hobbes) ou, como "conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados" (Russell). (Respigado da Wikipédia)
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
AS DUAS REN DE ALFENA
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ALFENA TERRA DE “MILAGRES”
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
JORNALISMO SEGUNDO GEOGE ORWELL
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
GASEADOS PELA CRISE - IN MEMORIAM
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ENTRE A BULÉ DE ATENAS E A COMUNA DE PARIS, A HÍBRIDA DEMOKRATIA DE VALONGO...
 
 
Olhar (Im)Parcial
 
A ‘PLAYSTATION’ DE VALONGO
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
SOBRE OS CÉUS DE VALONGO – ‘O GRITO’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O ‘TRADE CENTER’ DE ALFENA E OUTROS MITOS – ALGUÉM SE LEMBRA?
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
QUEREMOS A PÁTRIA DE VOLTA!
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
CÂMARA DE VALONGO – UMA HISTÓRIA DE ‘GLUTÕES’...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO – A TANGA E A OBSCENA OBESIDADE
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
CUMPLICIDADES ESCONDIDAS COM... ‘RABO DE FORA’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ÉTICA NA POLÍTICA – E PORQUE NÃO?
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO EM ‘FIM DE CICLO’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO – DOIS VEREDORES, UM ‘CORAÇÃO DOCE’ E UM ‘PASQUIM’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O REI-SOL DO ANO – ‘A CÂMARA SOU EU’!
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
CÂMARA DE VALONGO – O HERDEIRO
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
A COMPOSTAGEM DE ALFENA
 
 
Olhar (Im)Parcial
 
SINAIS DE ÁLERTA NOS ‘SISMÓGRAFOS’ DE VALONGO...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
ALFENA E A ‘CÂMARA OCULTA’
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
VALONGO – “AS DEZANOVE SOMBRAS” DE... MARIA JOSÉ AZEVEDO
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O ‘UP(DOWN)GRADE’ DE VALONGO...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
O PAEL DE VALONGO – MELROS, MINHOCAS E AVIÕEZINHOS DE PAPEL...
 
 
OLHAR (IM)PARCIAL
 
AL-HENNA A BORRALHEIRA
 
 



publicado às 23:57

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D