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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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CÂMARA DE VALONGO CONTRATA 'BARRIGA DE ALUGUER'...

O pasquim CORREIO DO DOURO voltou a dar um ar da sua (des)graça - n.º 41 de 31 de Julho de 2013.

 

Neste número, o que chama a atenção não são tanto as páginas interiores iguais ao standard a que já nos habituamos há muito. 

O destaque do 'vómito' expelido, vai desta vez inteirinho para a contracapa assinada pelo promíscuo director, Óscar Queirós, uma personagem verdadeiramente surreal que vai gerindo a sua existência entre a mesa do boteco onde se vai deixando inseminar pela loira da Super Bock - ou da Sagres quiçá - e os ladrilhos da sala da manjedoura do municipal orçamento, onde ziguezagueia por entre as pernas dos comensais, lambendo as migalhas que vão caindo e um ou outro pedacito mais avantajado, que em alturas eleitorais de maior abundância, os comensais ficam sempre menos cuidadosos no agarrar do naco.

 

Durante muito tempo, pagou a condescendência de o deixarem andar por ali, com a tarefa menos nobre porém vital para ele, de lamber as botas a Fernando Melo. Só que este se cansou do desconforto e do peso deste tipo de calçado - um dinossauro calça quilómetros de botas - e porque botas já não havia para lamber, teve Queirós de improvisar:

 

Ofereceu-se então ao herdeiro de Melo como barriga de aluguer e este ainda em idade fértil e portanto em condições de lhe garantir a pensão de alimentos às crias que for eclodindo será, neste curto presente e futuro mais que incerto, a sua principal mas não garantida fonte de subsistência.

 

Mas o grau de depravação moral deste espécime é tamanho, que as múltiplas variações de uma vulgar 'ménage à trois' já não o realizavam. Evoluiu pois - no mau sentido, obviamente - para a previsível 'ménage à quatre' e após um curto período de gestação eclodiu a contracapa do número 41 de 31 de Julho.

 

Nos próximos actos de criação veremos seguramente - como já vimos no número referido - unidos pelo acto de procriar e parir coisas abjectas, os quatro consortes: a barriga-táxi do pasquim, a Zezinha que é professora de jornalismo, política desempregada e futura ex vereadora, Pedro o pequeno, um homem que cabritos vende mas cabras não se lhe conhecem, auditor do tribunal eclesiástico do Porto e também ele futuro ex vereador menor e por último, mas não necessariamente por esta ordem, o herdeiro de Melo, especialista em circuitos da bifana e palmadas nas costas, especialista ainda na arte de torrar dinheiro sem queimar as mãos e seguramente num futuro muito próximo, também futuro ex presidente da Câmara de Valongo.

 

Óscar Queirós é ao que sei, o director do jornal, mas não o dono. Com a sua postura ele só está a ajudar a cavar (ainda mais) a cova onde serão depositados os 'restos mortais' do pasquim que não é dele - se entretanto o verdadeiro dono não o mandar açaimar. 

 

Em 2009 queixamo-nos à CNE (Comissão Nacional de Eleições) e esta deu-nos razão. Voltaremos a fazê-lo em 2013 caso o 'bobo da corte' e da sala da manjedoura continue neste registo.

Não porque o seu rastejar cause incómodo de maior, mas apenas por uma questão de saúde pública - embora a poluição que o CORREIO DO DOURO representa não seja o elemento mais preocupante, mas sim o abuso de nos fazerem pagar a produção do resíduo e ainda a despesa com a sua recolha!

publicado às 10:17

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