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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

JOÃO PAULO BALTAZAR - 'GAME OVER'!

Este executivo que desgoverna e desbarata os escassos meios de que Valongo ainda pode dispor - depois de satisfeito o serviço da dívida -  não tem um pingo de vergonha!

 

Voluntariamente 'algemado' a interesses clientelares que se foram ramificando e criando metástases ao longo de 20 anos de destruição da MARCA VALONGO, ou pior do que isso, profundamente engajado e tão empenhado no mesmo como todos os restantes, o candidato do regime e actual presidente lá vai fazendo o seu caminho, qual ministro da informação do Iraque de Saddam Hussein, somando 'vitórias' enquanto progride sobre os 'cadáveres' dos seus concidadãos, rumo à 'Vitória de Todos'.


De todos os poucos seria se em vitória resultasse, mas não de TODOS os que merecem a VITÓRIA que conta e que são muitos mais.

 

João Paulo Baltazar só nos últimos dias - temos vindo a confirmar pelos Jornais aquilo que já sabíamos - já desbaratou mais de 320 mil EUR em processos perdidos nos Tribunais devido a decisões corruptas ou negligentes de Fernando Melo, mas em que ele participou ou das quais teve pleno conhecimento!

 

João Paulo Baltazar, fiel e assumido bom discípulo de Fernando Melo, enveredou nesta recta final e já com a 'coroa' de pechisbeque no cocuruto, pelo mesmo caminho de esbanjamento de dinheiros públicos do Mestre.

 

Manietado pela máquina armadilhada que herdou, tentava ele por vezes justificar-se sempre que em ambientes mais amigáveis alguém ousava questioná-lo.

 

Profundamente engajado no 'projecto' dizemos nós e as decisões que entretanto foi tomando, comprovam isso mesmo!

 

João Paulo Baltazar tem no entanto a noção exacta de que caminha sobre 'terreno armadilhado', mas tal como naqueles jogos de consola de perfil 'defensivo', em que o herói vai progredindo na destruição, espatifando o máximo que pode para dificultar a aproximação dos adversários, ele sabe que  nem todos os 'disparos' que faz  pontuam - a maioria deles aliás, tem-se limitado a atingi-lo nos próprios pés -  e cada nesga por ele falhada representa uma plataforma para que a VITÓRIA que conta possa colonizar e reproduzir células benignas.

 

No fim do jogo (perdido) e feita a contabilidade dos pontos também perdidos, ficará a descrição  - ver alguns exemplos - das falhas mais flagrantes e comprometedoras (tiros nos pés):

 

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/437141.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/436871.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/436388.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/433581.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/432688.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/431858.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/431324.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/430385.html

http://a-terra-como-limite.blogs.sapo.pt/430198.html

 

E por aqui me fico - por enquanto...


PS: Como sempre, muito incisivo e directo o meu amigo A. daa Vicência, moivo pelo qual resolvi 'puxar' para esta zona de maior visibilidade, o comentário que se segue e que agradeço:

 

A. da Vicência a 11 de Agosto de 2013 às 10:59
"Plena de arquitectos, engenheiros, dos mais variados doutores com licenciaturas para todos os gostos..."

De facto, penachos por lá não faltam, mas na verdade aquilo é tudo gente de pouca instrução, pouco mais que analfabeta.

Embora, de papel passado, não duvidamos...

Salvo raras excepções, que as há, felizmente, aquilo não passa de um cóio onde se alambazam os "aparatchiks", as boyadas das jotas, os penduras de há muito e as respectivas ninhadas, mais os mandatários/testas de ferro para as negociatas inconfessáveis do tipo "16 milhões em 10 minutos".

Gente que nunca fez nenhum, incapaz de realizar qualquer coisa que alguma utilidade tenha, mas necessária para o arrebanhar de votos que vai perpetuando nos lugares-chave os vendilhões, mercenários, que se vendem, vendendo-nos, às Triades predadoras ocupantes, das quais são prestimosos e activos colaboracionistas.

A. da Vicência

 

publicado às 10:04

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