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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

PROPAGANDAS ELEITORAIS - QUEM NÃO TIVESSE DINHEIRO NÃO TERIA VÍCIOS...

 

E quem o tivesse (ao dinheiro) também os não poderia ter todos (aos 'vicios')!


Já escrevi sobre isto há algum tempo atrás...

 

1.  Não concordo com o actual perfil das campanhas eleitorais - presidência da República, legislativas e autárquicas - e também europeias!

Desde logo, acho que deveria ser completamente banida a possibilidade - ainda por cima assente em desigualdades e potencialmente geradora de distorções nos resultados finais - de inundar o País de outdoors, de pinturas murais, de 'aventais' nos postes de iluminação, nos sinais de trânsito e em tudo onde a fértil imaginação dos gestores das máquinas de 'agitprop' encontre uma nesga de espaço.

 

2. Ligado a isto - este problema não existiria sem a existência do que vem a a seguir - está a questão do financiamento dos partidos ou grupos equiparados através do Orçamento do Estado. Discordo em absoluto de que as campanhas tenham de ser pagas pelos contribuintes e sobretudo, que em resultado das mesmas, se subtraiam meios significativos que poderiam ser utilizados para aliviar muitas situações de emergência social.

 

3. Apesar da limitação anterior, tudo deve ser feito para mitigar as diferenças entre partidos de ricos e de proletários, estabelecendo regras claras e proporcionais para os 'pafonds' superiores das campanhas, limites para os financiamentos privados (os únicos), tudo isto associado a um maior controlo das contas em geral e das referentes às campanhas em especial.

 

Sou dos que pensam que a democracia tem custos e é justo que o País que optou por este sistema de governação - que não sendo isento de erros,  é o menos imperfeito de todos - os suporte da única forma possível: através dos nossos impostos, logo, divididos por todos os que os pagam e também por aqueles que deixam de receber uma parte dos mesmos através, da sua redistribuição pela via das várias ajudas sociais. Mas esses custos nunca deveriam começar nas campanhas 'pornográficas'  em que tropeçamos um pouco por todo o lado neste País de contrastes também eles às vezes bem 'pornográficos'

 

Queremos um sistema assente na existência de partidos políticos fortes? Muito bem! Temos esse direito! (aqui tenho de dizer que acho que a democracia não se esgota nos partidos) mas se é isso que queremos, então suportemos - como acontece nos clubes, nas agremiações, nos grupos de amigos - os custos desse nosso querer!

 

Esta a reflexão sobre os custos e a organização da democracia a montante (as eleições e as campanhas que a elas conduzem).

Em próxima oportunidade, referir-me-ei à situação a jusante, onde muito deverá também mudar.

 

Para que o poder democrático se reconcilie com o Povo e para que os políticos deixem de ser uma 'vil classe' a quem muito poucos reconhecem utilidade que valha aquilo que nos custa!

 

publicado às 18:02

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