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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO/ALFENA - DIGO-TE QUEM ÉS SE ME DISSERES QUEM TE ACOMPANHA...

Pesei demoradamente aquilo que vou escrever a seguir e quero desde já dizer, que a natural tendência de alguns, para fazerem uma leitura simplista que tenda a valorizar apenas o óbvio em desfavor do implícito, pecará naturalmente por defeito.

 

Não me move nenhuma questão de princípio contra os projectos independentes - o dos dos Unidos por Alfena é apenas mais um entre os vários que por aí abundam - tendo aliás eu próprio apoiado em 2009 um projecto desse tipo, depois de em 2005 ter embarcado em parte do primeiro 'percurso' de Arnaldo Soares.

 

O principal problema, é que embora em altares diferentes, existem inegáveis semelhanças entre os dois 'santos' a que os projectos serviram de veículo - e que no caso dos UpA ainda serve.

As diferenças de 'culto' que em ambos podemos constatar e o facto de os respectivos percursos se terem feito  de forma inversa, são questões de pormenor que apenas sublinham as suas semelhanças no pior.

O de Arnaldo Soares já era mau mesmo antes de resolver fazer o upgrade camarário, tendo agora retomado a configuração anterior a esse evento.

O de Maria José Azevedo, era também mau (sem que o adivinhássemos) e acabou pior, agora alapado no lupanar espúrio onde medram todas as corrupções, onde se cozinham os negócios que nos envergonham e de onde sairiam - se os valonguenses deixassem em 29 de Setembro - os lugares de recompensa que todos nós já adivinhamos, mas que ela evidentemente nega!

 

Alfena e Valongo, exigem um corte radical com o percurso de desgraça dos últimos anos, onde por omissão dolosa ou simplesmente negligente, fomos promovendo - ou ajudando a promover - a estagnação.

Esse projecto só pode passar por MUDAR VALONGO (e Alfena também) e nessa MUDANÇA, Arnaldo Soares estará sempre a mais.

 

Mas ao nível das opções políticas, entre uma boa e uma má opção, costuma existir às vezes uma terceira via às vezes também ela solução...

 

Lamentavelmente, em Alfena isso não acontece, porque embora seja justo destacar em relação aos protagonistas individualmente considerados, as enormes diferenças entre os integrantes dos dois projectos, a verdade é que estes ou não mudam nada ou mudam muito pouco e tentar vender a ideia de que é possível ter 'sol na eira e chuva no nabal', isto é, que é possível termos em Alfena mais desenvolvimento, menos compadrio, menos negócios escuros, menos corrupção e depois manter tudo isso em Valongo, não passa de uma enorme falácia.

 

Reconhecer que existem razões para todas as críticas que se fazem em relação aos quase 20 anos de desgraça na governação da nossa Câmara e depois andar a promover a 'venda da imagem' de quem integrado na equipa da desgraça ou liderando-a nos últimos, apelidando-o alto e bom som de 'nosso presidente' em todas as acções de campanha, aceitando-o festivamente como emplastro e não tentando, ainda que tenuemente fosse, destacar alguma eventual diferença, não pode contar sequer com o benefício da dúvida por parte dos alfenenses.


Apoiar - ainda que de forma envergonhada - João Paulo Baltazar, Maria Trindade ou Hélio Rebelo para a Câmara de Valongo, só pode merecer a rejeição de quem quer que tudo seja diferente no futuro!

 

Por muito que me custe dizê-lo - porque Guilherme Roque é diferente de Arnaldo Soares e sou amigo dele e de muitos dos seus apoiantes - o ditado 'diz-me com quem andas dir-te-ei quem és' aplica-se aos dois - por razões seguramente diferentes, mas igualmente relevantes.

Em Alfena, como em Valongo também, a solução passa por interromper um ciclo!

 

MUDAR VALONGO (e Alfena também) é a única solução e mudar só pode ter um significado

 

Aqui o português ainda é o que era, sem acordo ortográfico que lhe deturpe o sentido...

 

 

 

 

publicado às 17:10

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