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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO VAI MUDAR...

Citando-me a mim próprio - no Jornal Verdadeiro Olhar:

 

Olhar (Im)Parcial
VALONGO EM FIM DE CICLO – A LIBERTAÇÃO DOS ESQUELETOS...
 

Com a sessão ordinária do passado dia 5 de Setembro da Assembleia Municipal de Valongo, fechou-se um ciclo na governação, corrijo, na desgovernação do nosso Concelho.

Foi uma sessão sem grande história, muito centrada neste registo de fim de ciclo. Fizeram-se balanços pessoais pontuados por uma ou outra intervenção  do tipo ‘noite dos Óscares’ - “foi um privilégio trabalhar com vocês” e coisas assim.
Pareceu-me até ter visto uma ou outra furtiva lágrima a cintilar com o brilho das luzes do nobre salão.

Para alguns habituais este fim de ciclo determinou que não fossem solicitados a ‘reforçar’ nenhuma das candidaturas em presença, facto que levou a que nem sequer tivessem a paciência – e o respeito – para aguardar a ocorrência formal do mesmo. Dispensáveis desde sempre, fizeram-se dispensados desde já.

Registamos a sua ausência, porque a sua falta essa só se faria sentir se tivesse sido relevante o seu contributo ao longo de todo o mandato e não foi, antes pelo contrário.

É o caso do futuro assessor do presidente/candidato (se viesse a ser eleito) para a área jurídico-corruptora, o actual vereador menor da Câmara.

É ainda o caso do agora independente (depois da derrota na corrida à liderança concelhia do Partido da rosa) que depois de se ter visto descartado pelos seus correligionários, rasgou as vestes cor de rosa e rapidamente se desinteressou pelas quatro noites mal dormidas anuais que as sessões da Assembleia lhe exigiam.

Que pena que uns e outros e também a igualmente independente ‘alma-mater’ do coração doce, esta ausente desde sempre, tenham preferido ficar refastelados nos respectivos sofás a assistir às novelas da noite,  porque se lá tivessem estado, ainda que sem fazer falta nenhuma, teriam constatado a presença habitual de muitos cidadãos que não tendo o compromisso que resulta do voto dos outros cidadãos, optaram desde há muito por deixar a sua zona de conforto, perdendo umas horas de sono para assistir à discussão de assuntos que interessam a todos.

Apesar das irrelevantes ausências o Órgão deliberativo municipal lá conseguiu mastigar  a não muito extensa Ordem de Trabalhos em que se incluía a aprovação do novo Regimento e que contou com a habitual prestação gaguejante a que a líder do grupo municipal do PSD já nos habituou, em jeito de ‘conversa’ consigo própria e em contra ciclo com a nossa  inteligência.
Tão fortes foras os seus irrelevantes argumentos, que nem sequer a totalidade dos seus correligionários conseguiu convencer.

Bem mais crispada que o habitual, foi a prestação do presidente/candidato do PSD  e guardião por mais quinze dias, do armário dos esqueletos, facto que desde logo sinaliza o estado de alerta máximo que se regista no antro mais corrupto do poder autárquico na área do grande Porto.

Como nota de rodapé e sem desrespeito por muitos outros, o registo de quatro ausências no futuro mandato, quatro deputados que muito prestigiaram esta Assembleia: Adriano Ribeiro da CDU (candidato à Câmara) João Loureiro Castro Neves da Associação Coragem de Mudar (que não é candidato) Alexandre Teixeira do CDS/PP (candidato à Câmara e José Manuel Ribeiro do PS (também candidato à Câmara).

publicado às 01:39

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