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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

FALANDO 'ESQUELETOS NO ARMÁRIO' E DE 'TERRORES DE INFÂNCIA'...

 

 

E há tanta coisa para a qual a Justiça podia ser solicitada...

 

 

Queixam-se tantas e tantas vezes os cidadãos, de que a Justiça é lenta, que tarda e que quando chega - se chegar - vem fora de tempo, tornando-se por isso mesmo, intrinsecamente injusta.

 

Defendem-se os operadores judiciários, com as condições - da falta delas melhor dizendo - em que têm que trabalhar.

 

Como diz o Povo, "casa onde não há pão, todos ralham e... (neste caso) todos têm razão"

 

Isto vem a propósito de uma certa tendência que certos cidadãos têm para achar que a Justiça deve ser para eles uma espécie de 'botão de pânico' privativo sempre à mão e capaz de lhes resolver as pequenas crises de medo, seja este concreto e definido, seja apenas aquele tipo de medo que todos vivemos na infância e em que imaginávamos ver vultos que a nossa mente processava de forma imediata e transformava em monstros diabólicos.

 

Os recortes que coloco a seguir, têm a ver com o período de transição imediatamente a seguir à conquista da Câmara pelo Partido Socialista.


Como todos sabemos e eu escrevi sobre isso durante muito tempo, a Câmara de Valongo acumulou durante 20 anos de poder iníquo do PSD, uma enorme quantidade de "esqueletos" que foi guardando estrategicamente nos "armários", à espera que o tempo fizesse o resto, isto é, que os reduzisse a 'pó cinza e nada'.

O tempo esgotou-se mais depressa do que estava previsto - previsto por João Paulo Baltazar e pelo PSD - e por isso aqueles dias que mediaram entre 29 de Setembro e a tomada de posse do novo presidente, diz quem sabe e viveu a situação por dentro, que foram de completo pânico dentro da sede do poder.

 

Fiz eco desses dias de 'horror' na minha página do Fecebook - ver recortes a seguir - veiculando no caso concreto, vários alertas que nos chegavam 'do interior', sobre actos (tentativa pelo menos) de destruição de informação crítica, intervenções apressadas em computadores, reuniões de assessores de ocasião até tarde da noite, saída de funcionários superiores muito para além da hora de fecho dos serviços, transportando pastas e dossiers, etc., etc.

 

Confusão ou não sobre a pessoa concreta, a verdade é que o Dr. Rui Cunha (marido da Dr.ª Helena Oliveira, funcionária da Câmara e colaboradora directa dos anteriores presidentes para uma área chave bem específica e preponderante) que é contabilista, que tem colaborado assiduamente com a ADICE em acções de formação em informática e que é também (ainda) contabilista da Vallis Habita, foi 'colocado' num determinado dia e a determinada hora no interior da Câmara a ajudar a esposa na tarefa da (eventual) 'trituração de esqueletos'.

 

Até pode ter sido confundido com outro Rui - que existem por ali vários, ao que dizem - mas também, a confirmarem-se os ilícitos, eles seriam sempre da responsabilidade do presidente cessante.

Não estou a imaginar o Dr. Rui Cunha, nem tampouco a esposa, a tomarem tal iniciativa - e no caso dele, nem sequer se lhe exigia que soubesse que estava a fazer algo de condenável.


No entanto, qual 'menino zequinha' do nosso imaginário infantil, eis que o Dr. Rui imaginou ver nos meus alertas 'uma sombra monstruosa, com um chapéu pontiagudo e cavalgando uma enorme vassoura' a vir na sua direcção e não conseguiu conter-se: carregou no (dito) 'botão de pânico'!

 

Resultado:

 

O Ministério Público vai ter de lhe dedicar algum do seu (precioso e sempre escasso) tempo e eu, lá vou ter - mais uma vez e desta vez por razões perfeitamente ridículas e irrelevantes - de lhe dizer como ARGUIDO (ver recorte a seguir) que 'aquela figura assustadora de chapéu pontiagudo' foi mesmo uma fugaz alucinação sua e que a sua honra e integridade nunca estiveram - pelo menos neste episódio - em causa.



 

 

 

 

publicado às 22:53

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