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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE - 3.º ANIVERSÁRIO...

Três anos, 243 artigos, 143 comentários, algumas dezenas de milhar de visitas (das quais contabilizei apenas as efectuadas a partir de 8 de Julho de 2008)
Em 17 de Abril de 2006, eram 10:32:30 horas, nasceu este desafio - desafio, antes de mais, a mim próprio e à minha capacidade de resistência para me manter “vivo”, que nesta imensa “selva blogosféricanem todos sobrevivem o tempo todo - e ao longo destes três anos, tenho encontrado pelo caminho inúmeras “ossadas” de muitos que não conseguiram sobreviver…
Como indica a tabuleta junto à entrada, neste espaço “ o limite não limita, apenas delimita” e talvez por isso mesmo – porque não é claustrofóbico nem limitativo – e ainda porque me obrigo a algumas desmatagens periódicas, visando mantê-lo transitável, tem havido imensa gente que por aqui tem passado, gostado (deixando alguns comentários que indiciam isso mesmo) e voltado, como indicam os “radares” – que apenas instalei em 8 de Julho de 2008 http://extremetracking.com (os números apenas se reportam a esse período…)
Por outro lado, conforme se pode constatar no quadro seguinte - e aqui confesso que eu próprio me surpreendi um pouco - “o registo de entradas” permite constatar, que para além da gente da aldeia próxima, outros caminheiros (alguns falando línguas estranhas) têm franqueado os portões…
E porque a melhor forma de “fidelizarmos” as visitas é prodigalizar-lhes mais do que uma opção: uns preferirão as caminhadas mais longas em espaço aberto, como este pretende ser, outros gostarão mais de um percurso mais bucólico, quiçá molhar os pés na água fresca de um gorgolejante córrego, ouvindo em fundo o canto de mil pássaros invisíveis quebrando o silêncio dos seus próprios pensamentos…
Para estes últimos, cujos gostos eu partilho tantas e tantas vezes, decidi arrumar ao fundo da “quinta” (lá onde o córrego gorgoleja, os pássaros chilreiam sem cessar e apesar disso conseguimos “escutar” o silêncio e ouvir os nossos pensamentos) um espaço mais intimista, com uma atmosfera mais controlada, para onde transplantei as minhas florinhas mais delicadas.
Foi assim que em 24 de Fevereiro de 2009, eram 14:43:58 horas, nasceu “Terra Molhada”- um cantinho de poesia - onde há (apenas) a PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...
É lá que às vezes me refugio (ou escondo) mais de mim próprio que dos outros e é de lá que regresso sempre renitente – que a “selva cá de fora” está cada vez menos apelativa…  
E pronto, concluo esta espécie de “relatório de actividade e contas do triénio”, com uma promessa que – ao contrário do primeiro-ministro – desejo mesmo cumprir: Para o ano, aqui voltarei para um novo balanço - escrito (e é outra promessa que faço) em português de Portugal, isto é, português despoluído das inquinações do acordo ortográfico – sobre o qual em devida altura, manifestei a minha discordância, assinando a petição online.
Obrigado a todos pela vossa preferência e já agora se me permitem, parabéns a… mim!
 

 

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