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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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ALFENA E O VIL METAL...

O dinheiro, esse "vil metal" capaz de corromper políticos, autarcas, dirigentes desportivos, lideres religiosos e até pasme-se, os próprios banqueiros habituados a tratar o dito "por tu" tem um inconveniente de monta: Deixa sempre rasto! Pode ser ténue, quase imperceptível, quase inodoro, quase inaudível (apesar de apelidado de "metal sonante") mas mais tarde ou mais cedo, aparecerá alguém que lhe detectará uma ou várias das referidas características.

Com o negócio dos submarinos, deve ter sido o "sonar" a detectar as ondas sonoras das notas a transitarem entre as contas bancárias dos corruptos. Com o Freeport, devem ter sido aqueles espectaculares cães ingleses (os mesmos que detectaram o odor a cadáver no caso do desaparecimento da Maddie...).

Já no aterro da Cova da Beira, tenho quase a certeza que foi mesmo o cheiro da porcaria (que obviamente impregnou as notas e permitiu segui-las com facilidade).


É assim no mundo, é assim no País e (não devia ser)  também é assim ao nível local - e quando digo "local" quero dizer Alfena, uma bonita Vila do Concelho de Valongo onde a actual "dinastia reinante" é curiosamente constituída (ao contrário das Dinastias ditas normais) por quatro "pequenos reis"...

Aqui, o "vil" tem-se manifestado essencialmente pelo odor a Hospital.

Está ainda por explicar, como é que o novo Hospital de Alfena (Grupo Trofa Saúde) não estando ainda a funcionar nem sequer concluído - já liberta este tipo de "odores", mas que liberta, isso liberta e estão devidamente registados no "odómetro"!

As "forças vivas" da Vila têm-lhe seguido o sinuoso percurso e mais depressa do que se possa pensar, alguém será apanhado "com as mãos na massa"!

publicado às 21:32

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