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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

MINISTÉRIO PÚBLICO DE VALONGO - COM AS PRIORIDADES TROCADAS?

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Pois é...

 

O Ministério Público - de Valongo, neste caso específico - tão célere e acolhedor em relação a outras litigâncias (de má-fé) perseguindo bloggers só porque ousam ter opinião e não abdicam de a partilhar e tão desmazelado e irresponsável em relação àquelas que deveriam ser (de facto) as suas verdadeiras prioridades: a acusação dos criminosos e a protecção às vítimas por eles ameaçadas.

 

Não sei - nem me interessa - se a procuradora é a mesma que por duas vezes me acusou de "difamar" Almerindo Carneiro (SEC) e José Manuel Ribeiro (presidente da Câmara de Valongo) em casos distintos mas em tudo semelhantes e acolheu os atentados contra a minha Liberdade de Expressão por eles protagonizados.

Mas sei isso sim que (mais) esta morte não pode ter sido em vão e que a (aparente) negligência da nossa Justiça aqui noticiada não fique (uma vez mais) impune!

 

publicado às 13:44

A (IN)JUSTIÇA EM PORTUGAL - AS INSOLVÊNCIAS E OS ADMINISTRADORES DAS MESMAS...

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Tenho seguido com atenção a luta abnegada - e quase heróica nas actuais condições climatéricas do País - das trabalhadoras da antiga TRIUNPH...

 

Finalmente foi decretada a insolvência da empresa e na sequência da mesma as trabalhadoras podem requerer o subsídio de desemprego, indemnizações a que tenham direito e aceder desde já ao 'fundo de garantia salarial' da Segurança Social.

 

Podem ainda ficar mais descansadas em relação aos receios de desvio de património da TRIUNPH, receio esse que as obrigou aos enormes sacrifícios de que falei e que todos fomos acompanhando...

 

Mas será que podem mesmo?

 

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Neste 'link' podem seguir uma situação muito semelhante ocorrida em 2013 com uma empresa de construção civil em Valongo - a SEC de Almerindo Carneiro - também ela alvo de um PER e posterior insolvência antecedido de muita luta por parte dos trabalhadores sem salários. 

Foi necessário muito trabalho e até um pesado processo judicial por "difamação" contra mim - por apoiar neste Blog os "espoliados da SEC" e denunciar os empresários desonestos e os roubos e desvios de património.

 

Caras trabalhadoras da TRIUNPH, não quero desanimar-vos mas o património da dita SEC apurado na sequência da insolvência - um valor próximo de meio milhão de euros - está há mais de 2 anos à guarda do Tribunal, com os trabalhadores a passarem necessidades - já esgotados os respectivos subsídios de desemprego - perante a passividade de uma Administradora de insolvência que até já nem atende os telefonemas dos elementos da Comissão de credores nomeada pelo Tribunal.

 

A nossa Justiça é o que é e os processos de insolvência são um nebuloso labirinto gerido por Juízes que envergonham o País e por uma classe parasitária de "administradores de insolvência" que se vão revezando uns aos outros - no caso da SEC já é a segunda que o Tribunal designa - para ir facturando honorários e fazerem tudo, menos aquilo para que supostamente foram designados.

 

Leiam o que escrevi e tomem medidas preventivas - antes que se vejam confrontadas com uma situação como a da ex-SEC!

 

 

publicado às 10:36

PELA CALADA DA NOITE...

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É feio, mesmo muito feio, apregoarem aos quatro ventos que são os pilares da Democracia e depois comportarem-se como as famílias da máfia, fazendo acordos à porta fechada e pactos de sangue, colocando estrategicamente de lado falsos antagonismos com que se apresentam em público para enganar os mais ingénuos. Depois, em privado e como se fossem pilares gémeos, dividem em segredo os privilégios que o Povo conformado e sofredor lhes outorga com um sorriso conformado, de punho direito ou esquerdo erguido ou dedos em 'V' frenético -  'V' de vencido...

Negociaram a partilha equitativa do saque durante meses, "informalmente", "verbalmente" para não deixarem provas  da marosca e até as propostas foram dissimuladas e identificadas com números ou letras do alfabeto em vez de nomes ou siglas partidárias!

 

(À última hora, CDS e PAN tentaram uma gracinha votando contra, como se isso os ilibasse da tramóia que ajudaram a manter secreta durante meses).

 

Só existe portanto um caminho para pôr termo a esta vergonha: o veto do presidente dos afectos e das selfies patuscas, que deverá devolver o diploma aos malfeitores para que o corrijam - ou não...

 

Mas espera lá!

 

E se António Costa for (mesmo) um génio capaz de ter congeminado esta estratégia diabólica para provocar uma implosão controlada da geringonça que já começa a constrangê-lo visivelmente e que conduza a água ao seu moinho?

Realizava o velho sonho de uma maioria absoluta, sem amarras nem espartilhos, através de eleições antecipadas que, qual cajado da conhecida frase, mataria ainda outro coelho com a mesma pancada: resolveria os crónicos problemas financeiros com que o PS sempre se debate - há muitos "mecenas" à espera para injectarem muita energia na rede com direito a um retorno compensador ' - e ao mesmo tempo, porque esta lei iníqua tem efeitos retroactivos, anularia os milhões hipotecados em processos pendentes instaurados pelo fisco!

 

Como dizem nuestros hermanos, "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay"...

 

(...)
No céu cinzento, sob o astro mudo Batendo as asas p'la noite calada Vêm em bandos com pés veludo Chupar o sangue fresco da manada
(...)
(Vampiros - Zeca Afonso)

 

 

publicado às 22:55

RARÍSSIMA É A CONCIÊNCIA TRANQUILA DE CERTOS GOVERNANTES...

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Caro António Costa, você é um ingénuo - ou então não...

Em ambas as hipóteses e no que a esta situação diz respeito isso é mau, muito mau.

 

Você afirmou que mantém a confiança total e inabalável no ministro Vieira da Silva relativamente ao seu envolvimento no escândalo “Raríssimas” e isso eu e muitos outros portugueses já esperávamos. Você já nos habituou a defender os seus soldados até ao limite e isso abona mais em seu favor do que se fizesse o contrário.

 

Porém, manifestar essa confiança de forma (aparentemente) cega fechando (aparentemente) todas as portas por onde possa (eventualmente) iniciar uma retirada estratégica se (eventualmente) verificar que Vieira da Silva apesar de toda a sua protecção de flancos vier a 'jazer morto no chão perfurado pela chuva de balas desses miseráveis talibãs' que são os jornalistas e já nada mais poder fazer para o manter de pé e a respirar, isso é que já não me perece muito inteligente.

Para lhe ser sincero e sem o querer ofender, confesso-lhe até que me parece perfeitamente idiota...

 

É claro que os portugueses não confundem a Raríssimas com a gestão danosa da dona Paula nem colocam no mesmo nível a virtuosidade das despesas com os apoios às centenas de raríssimos que tudo merecem e os desmandos ‘pornográficos’ com os vestidos caríssimos da senhora, com as gambas caríssimas que que ela come com os amigos, com o seu ordenado caríssimo, o do seu amantíssimo 'esposo número um' e o do herdeiro da parada e muito menos com o custo da sua lua-de-mel no Brasil com o 'amantíssimo numero dois' - o seu ex-secretário de Estado.

 

Sei que o seu ministro Vieira é um dos seu pesos-pesados e ninguém duvida da sua capacidade como governante mas exactamente pelo seu peso no seio governo é que a sua eventual queda o pode arrastar a si também para o mesmo chão inglório - ou para o lodo, o que ainda é mais inglório.

 

-       O seu ministro afirma estar de consciência tranquila mas apesar disso permitiu que a dona Paula andasse a ‘vender’ a Raríssimas a uma congénere sueca como sendo uma "Fundação" e até o vimos a assinar um documento onde a palavra  Fundação era visível;

-       O seu ministro está de consciência tranquila mas foi vice-presidente da Assembleia-geral da Associação e aprovou as contas que agora manda investigar:

-       O seu ministro está de consciência tranquila mas foi à Suécia – diz que em voo diferente do da dona Paula mas com encontro marcado em chão firme seguramente – para fazer lobby ao lado dela a favor da tal “Fundação”;

-       O seu ministro diz estar de consciência tranquila mas tentou ajudar a dona Paula – ela pelo menos diz isso – a erguer a desejada “Fundação” para onde chegou a estar prevista uma transferência inicial de 250 mil euros e onde para ela tudo seria bem mais fácil, incluindo continuar a roubar os ‘raríssimos’, a defraudar os mecenas e o erário Público e a destruir o capital de confiança dos portugueses na solidariedade e no meritório trabalho de milhares de IPSS;

 

Tanta tranquilidade de consciência só pode dar mesmo para desconfiar e só você mesmo, caro António Costa, com a sua já proverbial bonomia para desvalorizar tudo isto e tentar passar à frente, fingindo não ver o que até os que não são doutores nem primeiros-ministros já viram há muito.

publicado às 20:35

AS LEIS FUNDAMENTAIS DA ESTUPIDEZ HUMANA...

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O contexto político que vivemos em Valongo é profundamente inspirador, nem sempre pelas melhores razões é verdade e também, nem sempre a inspiração resulta ou é incentivada pelos mais nobres motivos.

 

Valongo como Concelho e a forma como foi criado há 181 anos (e cuja comemoração foi comemorada ao longo de 1 ano e concluída há dias)  e quem o governa no tempo presente são eles próprios profundamente inspiradores.

 

(Por isso o artigo que se segue, pode - e deve - ser interpretado a gosto, lido nas entrelinhas e glosado até à exaustão. Motivos não faltarão seguramente para o fazer).

 

Publicado no espaço 'Opinião' do DN em 20 de Abril de 2013 pareceu-me profundamente adequado ao contexto e pode ser lido na versão integral AQUI embora por uma questão de facilidade tenha optado por copiar parte do mesmo directamente - com a devida vénia ao autor, o padre Anselmo Borges:

(Sublinhados e bold da minha responsabilidade)

__________

(...) "as leis fundamentais da estupidez humana" - é o título de um livrinho famoso, publicado há muitos anos, mas sempre actual. Apareceu em inglês, depois em italiano. Acabo de lê-lo em francês. O seu autor, Carlo M. Cipolla (1922-2000), historiador da economia, foi professor na Universidade de Berkeley e na Escola Normal Superior de Pisa.

Para estabelecer as leis fundamentais da estupidez, é preciso, primeiro, definir quem é o estúpido. Para isso, ajudará a comparação com outros tipos de gente. Diz o autor que, quando temos um indivíduo que faz algo que nos causa uma perda, mas lhe traz um ganho a ele, estamos a lidar com um bandido. Se alguém realiza uma acção que lhe causa uma perda a ele e um ganho a nós, temos um imbecil. Quando alguém age de tal maneira que todos os interessados são beneficiados, estamos em presença de uma pessoa inteligente. Ora, o nosso quotidiano está cheio de incidentes que nos fazem "perder dinheiro, e/ou tempo, e/ou energia, e/ou o nosso apetite, a nossa alegria e a nossa saúde", por causa de uma criatura ridícula que "nada tem a ganhar e que realmente nada ganha em causar-nos embaraços, dificuldades e mal". Ninguém percebe por que razão alguém procede assim. "Na verdade, não há explicação ou, melhor, há só uma explicação: o indivíduo em questão é estúpido."

Lá está a primeira lei: "Cada um subestima sempre inevitavelmente o número de indivíduos estúpidos que existem no mundo." Já a Bíblia constata: "Stultorum infinitus est numerus" (o seu número é infinito) - evidentemente, sendo o número das pessoas finito, trata-se de um exagero.

Os estúpidos estão em todos os grupos, pois "a probabilidade de tal indivíduo ser estúpido é independente de todas as outras características desse indivíduo": segunda lei. 

A terceira lei corresponde à própria definição do estúpido: "É estúpido aquele que desencadeia uma perda para outro indivíduo ou para um grupo de outros indivíduos, embora não tire ele mesmo nenhum benefício e eventualmente até inflija perdas a si próprio." A maioria dos estúpidos persevera na sua vontade de causar males e perdas aos outros, sem tirar daí nenhum proveito. Mas há aqueles que não só não tiram ganho como, desse modo, se prejudicam a si próprios: são atingidos pela "super-estupidez".

É desastroso associar-se aos estúpidos. A quarta lei diz: "Os não estúpidos subestimam sempre o poder destruidor dos estúpidos. Em concreto, os não estúpidos esquecem incessantemente que em todos os tempos, em todos os lugares e em todas as circunstâncias tratar com e/ou associar-se com gente estúpida se revela inevitavelmente um erro custoso." A situação é perigosa e temível, porque quem é racional e razoável tem dificuldade em imaginar e compreender comportamentos irracionais como os do estúpido. Schiller escreveu: "Contra a estupidez mesmo os deuses lutam em vão."

Como consequência, temos a quinta lei: "O indivíduo estúpido é o tipo de indivíduo mais perigoso." O corolário desta lei é: "O indivíduo estúpido é mais perigoso do que o bandido." De facto, se a sociedade fosse constituída por bandidos, apenas estagnaria: a economia limitar-se--ia a enormes transferências de riquezas e de bem-estar a favor dos que assim agem, mas de tal modo que, se todos os membros da sociedade agissem dessa maneira, a sociedade no seu conjunto e os indivíduos encontrar-se-iam numa "situação perfeitamente estável, excluindo toda a mudança". Porém, quando entram em jogo os estúpidos, tudo muda: uma vez que causam perdas aos outros, sem ganhos pessoais, "a sociedade no seu conjunto empobrece".

A capacidade devastadora do estúpido está ligada, evidentemente, à posição de poder que ocupa. "Entre os burocratas, os generais, os políticos e os chefes de Estado, é fácil encontrar exemplos impressionantes de indivíduos fundamentalmente estúpidos, cuja capacidade de prejudicar é ou se tornou muito mais temível devido à posição de poder que ocupam ou ocupavam. E também se não deve esquecer os altos dignitários da Igreja."

É assim o mundo.

 

publicado às 11:42

A VERDADE, SOMENTE A VERDADE...

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Créditos ao Jornal A Voz de Ermesinde  

(Desculpas antecipadas pela má qualidade dos recortes)

___________________________________

Vamos por partes...

 

O que se passou nesta reunião da Câmara de Valongo prova que quando é preciso - e apesar do último processo eleitoral ter provocado um verdadeiro tsunami deixando a oposição apenas a cargo do PSD e confinada a um terço da mesa - quando é necessário estão todos de acordo.

 

Desculpa Luís Ramalho, mas sobre este assunto da Rua das Devesas em Alfena deverias ter procurado mais informações - se é que não acompanhaste o nebuloso processo que envolve a tal empresa que motivou a tua preocupação e solidariedade em relação ao risco de incêndios, processo esse que tem início nos tempos do 'saudoso' Fernando Melo & C.ª.

Estás no entanto bem a tempo de fazeres um breve 'upgrade' em relação ao tema e se quiseres eu posso ajudar.

 

(Mas o 'dono disto tudo' também está em condições de o fazer e fá-lo-à seguramente, uma vez que quando o assunto envolve amigos comuns vocês até são capazes de se entender).

 

Para te facilitar as coisas, caro Luís, sempre te direi que ao contrário da 'história do ovo e da galinha' e da dúvida sobre qual terá nascido primeiro, no caso do terreno rústico referido na notícia este já ali estava quando a tal empresa 'emergiu do pântano' e chegou aos tribunais que obrigaram a Câmara a demolir as instalações ilegais.

A Câmara resolveu então pedir propostas ao mercado para proceder à demolição  e a empresa avançou com uma providência cautelar que no entanto nunca teve o respaldo da obrigatória acção principal.

 

Portanto, nem apareceram interessados na demolição nem Fernando Melo fez o que devia e lhe era exigido: repor a legalidade.

 

E o tempo foi correndo como a água sobre as pontes e todos continuaram como se nada se tivesse passado nem ali tivesse ocorrido um verdadeiro atentado urbanístico.

 

(O 'dono disto tudo' - porque 'dono' de uma maioria de 2/3 que dá consistência ao título - conhece tão bem como eu este lamentável processo - falamos muito sobre ele na altura da campanha de 2013 e novamente, a propósito da aprovação do actual PDM que o acolheu e 'aconchegou com carinho').

 

Apesar desse conhecimento aprofundado, falou na reunião como se não tivesse existido vida antes do novo PDM, como se não tivesse existido um profundo desrespeito por parte da Câmara de Fernando Melo em relação às decisões da Justiça, como se o espoliado nunca se tivesse dirigido à Câmara a pedir a justiça que ainda hoje espera e a única atitude consentânea com a mesma em relação aos prevaricadores, como se todas as empresas fossem merecedoras de respeito - ou pelo menos, do mesmo nível de respeito que aqueles que nunca conseguiram ser ouvidos por si ou por alguém por si delegado!

 

Quanto à intervenção de limpeza por parte da Câmara, é melhor mesmo não dizermos asneiras...

 

A Câmara pode - de facto e legalmente - actuar na limpeza de faixas combustíveis, mas não tem mandato para entrar num terreno e começar a abater árvores (não cortou ramos, cortou-as pelo pé) de forma indiscriminada e não tendo sequer a preocupação de assegurar a dimensão dos troncos visando o seu aproveitamento para a produção de madeira!

Foi relativamente a esta atitude de selvajaria pura por parte dos serviços da Câmara que o proprietário se manifestou. Falei sobre isto - a pedido dele - com o comandante operacional da Protecção Civil Municipal que 'sacudiu a água do capote', dando ordens aos trabalhadores e às máquinas para regressarem à base e remetendo-me para os serviços de fiscalização.

 

Nem todos os proprietários se estão a marimbar para a limpeza dos terrenos. Concretamente o visado não está. Quem se esteve a marimbar para os seus direitos, para a Lei e para o interesse público foi a Câmara - incluindo 'a Câmara depois de 2013'!

 

Esta é a verdade, o resto é mistificação!

 

Mas já agora, caro Luís Ramalho, que tal questionares a Câmara para ver se o consenso é igual ao que agora ocorreu no que toca aos caminhos rústicos abandonados e sem manutenção (alguns de tão abandonados até já caíram no esquecimento) e que impede que os proprietários possam aceder às respectivas parcelas para as manterem cuidadas?

 

(Em contrapartida, a Câmara inventa caminhos inexistentes para permitir  à EDP e à BeWater a instalação de uma linha eléctrica subterrânea em propriedade alheia, destruindo vedações e marcações justificando com a exiguidade do caminho - Zona da Senhora do Amparo).

 

Qual caminho senhores?

 

 

 

publicado às 22:59

VALONGO – DAS TERRAS DA MAIA A ‘subúrbio’ DA GRANDE METRÓPOLE INVICTA (1836 – 2017)

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Agora que as comemorações bacocas de uma efeméride que de nobre não tem nada já terminaram,  impõe-se que regresse a um tema que já aqui abordei, mas sobre o qual muitos persistem em laborar em erro.

 

(Apesar de tudo, algumas das pessoas envolvidas merecem-me suficiente respeito para lhes ter dado este tempo)... 

 

O artigo do Jornal A Voz de Ermesinde que coloco abaixo explica de forma notável como a narrativa construída e alimentada pelo actual presidente da Câmara não passa de uma lamentável mistificação histórica.

Valongo é o que é,  muito por força das circunstâncias que levaram a que as coisas fossem o que foram em 1836 - uma notável e dinâmica região das Terras da Maia - um lamentável subúrbio, onde existem coisas bonitas sim, onde existe património relevante sim (mas muito mal preservado no entanto), onde existe gente dinâmica e empreendedora sim, mas onde tem existido sempre também uma corrupção bem acima da 'média nacional' e onde o 'ranking' actual, apesar de tudo o que possa ser dito em sentido contrário, nos continua a envergonhar.

 

Portanto, falar com pompa e circunstância do Concelho de Valongo, induzir nas nossas crianças (as escolas foram chamadas a participar nos vários eventos e a contribuírem para colocar numa alegada 'cápsula do tempo' seja lá o que isso queira significar) os enganos e as mentiras históricas que lhes andam a ser impingidos é, no mínimo, profundamente lamentável.

 

(E claro, alguns professores que sabem até melhor do que eu como é que Valongo nasceu e 'prosperou' e o que verdadeiramente se passou, assistiram na plateia impávidos e serenos à disseminação da mentira junto dos seus educandos. Porque será?).

 

Finalmente, sobre a condecoração de 80 'valonguenses ilustres' inserida no programa das comemorações...

 

- Que comissão decidiu sobre isso?

- Quais os critérios?

- Que 'cambalhotas' teve de dar o actual presidente para acolher alguns dos nomes - ou não teve mesmo de as dar?

 

(É que há nomes na lista que dão até alguma vontade de rir. Estranho mesmo que se tenham esquecido de Marco António Costa, esse expoente máximo da social-democracia e que também governou Valongo!).

 

Um destes dias, Alfena e Ermesinde - que sempre tiveram mais a ver com a Maia do que com esta mentira que nos impingiram, vão ter de pensar seriamente no seu posicionamento relativamente ao futuro que nos têm vindo a adiar.

 

(Devido a uma troca de nomes e fotografias, o artigo que se segue não é da autoria de Arnaldo Mamede mas sim de Ricardo Ribeiro.

Ambos colaboravam à altura com a Voz de Ermesinde, daí a troca dos nomes e foto anexa e ambos integram a Associação Al Henna de cuja Direcção também faço parte).

__________________________________________

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Clicar neste 'link' para ler o artigo na íntegra (pág.12)

 

 

 

publicado às 11:14

VALONGO DA MAIORIA ABSOLUTA E DAS ABSOLUTAS ARBITRARIEDADES...

O comentário que se segue, do meu amigo Arnaldo Mamede e que me foi deixado aqui no Blog a propósito da 'ponte suspensa' de Cabeda, merece ser trazido 'cá para cima', em forma de post...

 

Pelos vistos a Câmara 'cinco estrelas' onde tudo é transparente e onde os munícipes estão sempre em primeiro lugar, continua a fazer de conta que em Portugal não existe propriedade privada de terrenos.

Mas pior do que isso é dar indicações a terceiros - EDP, BeWater, por exemplo - de que o "caminho é por aqui e podem abrir à vontade"!

 

Por aqui porra nenhuma! Façam o vosso trabalho em condições e aprenda a olhar para as plantas topográficas que existem, com olhos (e com vontade) de ver, antes de darem autorização para abrir valas, demolir marcações, instalarem infra-estruturas!

 

Claro que o Mamede até tentou falar com o responsável da fiscalização da Câmara para obter explicações sobre o atentado mas está quieto é o falas!

____________________________________

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publicado às 12:11

A PONTE SUSPENSA DE ALFENA...

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A ‘novela’ de mau-gosto envolvendo a construção da ponte de Cabeda (Rua de S. Vicente) em Alfena está começar a azedar (ou a feder)!

 

Ao que parece, os terrenos por estas bandas costumam ter donos.

(A Câmara de Valongo pelos vistos pensava que não...).

Vai daí, resolveu começar uma obra numa via estruturante sem cuidar da planificação – se o tivesse feito teria descoberto um dono com quem teria previamente que negociar – e como se costuma dizer, “deu com os burros na água” - que ali e por estas alturas de seca intensa é pouca ou nenhuma. Mesmo assim, os "burros" não há maneira de se desatascarem...

 

O pior (para os alfenenses) é que os tempos da Justiça não são os tempos da Câmara nem dos cidadãos que diariamente perdem a paciência com os desvios que têm de fazer, isto já para não falar no pequeno comércio e outras actividades que se têm mantido numa espécie de enclave a ver passar os comboios lá em cima, os aviões ainda mais em cima e os autocarros ali ao lado...

 

O assunto é demasiado sério para se brincar com ele.

Por isso, o pequeno texto que se segue é (apenas) uma espécie de 'manual de instruções' para desmontar a 'bomba-relógio' que a Câmara tem nas mãos...

 

Em Cabeda a ponte está suspensa

(A ‘novela’ não, essa continua intensa)

Por isso e para distender a tensão

Evitando uma perigosa explosão

Liguem de uma vez as pontas da dita

À Rua (de S. Vicente) que espera aflita

Alfena tem (no tempo) uma ponte suspensa

Pois que (por cabos) a tenha suspensa

E cortem de uma vez a maldita fita!

 (Parece que saiu meio rimado mas não foi propositado...)

 

 

publicado às 22:51

ALFENA E A 'CAIXA DE PANDORA'...

 

Breve e prévia 'declaração de interesses':

 

- Não estou de nenhum modo envolvido em nenhuma disputa partidária nem nada que o pareça;

- Na última campanha eleitoral autárquica critiquei publicamente a candidatura alfenense do PS por causa de algumas críticas populistas que foram feitas - com fotografias e tudo - atribuindo ao executivo da Junta de Freguesia a responsabilidade por reparar passeios, tapar buracos, limpar terrenos, etc., etc.

Essa responsabilidade cabe como sempre coube à Câmara cujo anterior e actual presidente apoiou esses seus candidatos em Alfena;

 

(A candidatura dos Unidos por Alfena - UpA - não me desmentiu então, nem rejeitou esse meu "apoio" que alguns consideravam favorecer a candidatura do PSD ao Município!!!!).

 

Posto isto... 

 

(Créditos das fotos a Jorge Moutinho, na sua página do Facebook).

 

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Tenho vindo a constatar o envolvimento da Junta em tarefas que são da competência da Câmara e como habitante de uma Cidade a quem a Câmara tem tratado como 'gata borralheira' no que toca a dotações orçamentais e investimentos de qualquer tipo e isso preocupa-me.

A limpeza compulsiva e/ou pequenas reparações em espaços/terrenos privados obedece a regras e procedimentos de carácter administrativo - para que os custos  resultantes dessas operações possam ser imputados aos incumpridores, inclusive com um agravamento de 25%. 

 

Duvido que qualquer substituição das funções da Câmara por parte da Junta sem que para tal tenha qualquer delegação de competências, possa alguma vez ser devidamente ressarcida.

 

Se a Junta de Freguesia de Alfena quer realmente defender o erário público obrigando os incumpridores vários a suportarem os custos do seu desleixo só pode juntar-se a quem há muito tem batalhado para que a Câmara - seja PS, PSD ou de qualquer outra cor - cumpra as suas obrigações.

 

(A não ser que a ideia seja exactamente a de avançar por uma assumpção irregular de funções que depois possibilite ao(s) incumpridor(es) a recusa liminar de qualquer custo que lhes venha a ser imputado. Mas confesso que me custa a acreditar em tanto calculismo...).

 

Mas que esta prática - a prosseguir - é uma espécie de 'caixa de Pandora' muito perigosa, lá isso é!

publicado às 11:07

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