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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

UM PAÍS NA M€RD@ - OU PRESTES A IR PELO CANO...

Um amigo enviou-me esta pérola que não resisto a 'encastrar' aqui - citando obviamente o autor, a quem cumprimento pelo humor acutilante e pela oportunidade do tema.

Escrevi ainda há recentemente sobre estas figurinhas de 'banda desenhada', mas quando os outros me suplantam - e acontece muitas vezes - não fica mal regressar ao tema.

Falar de 'r e t a r d a d o s'  e de 'boliqueimenses' ilustres(?) é sempre um prazer!


publicado às 18:47

CARTA ABERTA AO PRIMEIRO MINISTRO DE PORTUGAL...

 

Não prezado Senhor primeiro ministro de Portugal,

 

Ando já há uns tempos para lhe escrever esta carta, que obviamente sei que não vai ler. Para isso é que servem as dezenas de assessores dos assessores que se tem dado ao trabalho de contratar: exactamente para o assessorar – ou filtrar os conteúdos mais incómodos que lhe vão chegando ao gabinete todos os dias e que, imagino eu, não serão poucos.

Daí eu ter pensado melhor antes de enfiar a folhinha A4 (frente e verso para poupar no papel) num impessoal sobrescrito com o seu endereço, dando em vez disso, prévio conhecimento público do seu conteúdo – há quem chame a esta pequena artimanha ‘carta aberta’. Seja...


Mas vamos ao que verdadeiramente importa, caso contrário, não teremos carta nenhuma – nem aberta nem fechada.


Em primeiro lugar, não prezado Dr. Passos Coelho, quero dizer-lhe que Vossa Excelência pode ser um ‘farsola’farsola: s.m. e s.f. Galhofeiro, farsista. Fanfarrão, jactancioso (…)” .

Pode até eventualmente - e sublinhei esta última palavra - ser um mentiroso – mentiroso: adj. e s.m. Que engana; que foge à verdade; enganador, ilusório, mendaz; falso.
Que tem o hábito de mentir”.

Mas não partilho da opinião do País, que lhe chama igualmente corrupto - corrupto: adj. Que sofreu corrupção, podre.
Corrompido, devasso, depravado. Que se deixou corromper ou subornar (…)”como se pretende concluir a partir da ‘fuga de informações’ que virou notícia nos últimos dias e de que falarei a seguir.


Concretizo a minha convicção: Vossa Excelência foi involuntariamente escutado numa ou várias conversas com um senhor que toda a gente tem como um sério candidato a uma futura beatificação, de seu nome José Maria Ricciardi do BESI (BES/Investimentos).

Depois de ter ‘alegado de forma muito convincente em sua defesa' – parabéns por atirar por terra todas as dúvidas dos homens do 'quarto poder' - acrescentou em ar de desafio não ter nada a temer em relação à divulgação dessas conversas, embora lamente a quebra do segredo de Justiça que a referência às mesmas representa.

Esteja Vossa Excelência descansado que o senhor presidente do Supremo Tribunal de Justiça não permitirá que essas escutas possam algum dia ser divulgadas. E eu acho bem que assim seja, porque o actual primeiro ministro de Portugal deve ser tratado da mesma forma e com a mesma deferência que o foi o anterior ainda que, novamente por hipótese absurda, os motivos para proceder de outro modo, possam ser igualmente relevantes.


Mas há uma incómoda dúvida que me ficou aqui a martelar na 'memória RAM', logo depois de ouvir as explicações do já referido ‘santo homem’ a propósito das conversas telefónicas com Vossa Excelência e com outros membros do seu governo:

Onde é que um cidadão anónimo como eu pode encontrar os seus contactos telefónicos  senhor Dr. Passos Coelho? É que isto de cartas – abertas ou fechadas – fica sempre num registo muito frio e impessoal, coisa que eu detesto solenemente. Confesso que procurei no Portal do governo, até fui à sua página do Facebook, mas nada! Só o endereço de correio electrónico...


Portanto, Vossa Excelência atende chamadas de banqueiros com alegadas (novamente um sublinhado para esta palavra) ligações perigosas ao mundo da corrupção – segundo o Sr. Ricciardi, para reclamar pelo facto da sua consultora ter sido preterida por uma outra, creio que norte americana, contratada por ajuste directo para assessorar o governo no processo de privatização da EDP – mas não atende chamadas de cidadãos anónimos como eu, nem que eventualmente e por hipótese absurda eu viesse a descobrir o seu número de telemóvel e tivesse apenas a intenção de lhe dizer que está a governar muito bem o nosso País e que estamos todos consigo, que ainda temos mais um furo no cinto que poderemos apertar, se isso for para bem da Nação.


Deixo-lhe pois aqui esta relevante crítica.


Em segundo lugar – e claramente em contra-corrente com os sentimentos exprimidos nos gritos que vêm da ‘rua’ –  “gatuno, gatuno, gatuno” - quero dizer-lhe que esta (a 'rua') obviamente exagera – gatuno: adj. e s.m. Que ou aquele que furta”.

Ora o roubo dos subsídios de que, quer eu quer a minha mulher, como aposentados da função pública fomos vítimas juntamente com milhares de outros portugueses, em primeiro lugar não foi praticado por Vossa Excelência – pelo menos não foi a sua mão que eu – e muitas outras pessoas com quem falei sobre o assalto - sentimos entrar-nos nos bolsos. No meu caso, quando olhei de soslaio ao aperceber-me da intrusão, pareceu-me mais aquele senhor baixinho que fala d-e-v-a-g-a-r, mas nem disso tenho a certeza.

Aliás, pensando bem, até pode ter sido aquele carteirista que há tempos roubou o senhor da Troika…


Em terceiro lugar, e resumindo tudo o que escrevi:

Vossa Excelência não prezado Senhor primeiro ministro, pode ser chamado de tudo que a ‘rua’ se lembre de lhe chamar mas com o discernimento e a sensatez que eu e muitos portugueses ainda fazemos questão de manter, temos de ser justos consigo: quando foi eleito, estávamos todos na borda do abismo. Felizmente para todos (?), e pela mão de Vossa Excelência, estamos prestes a dar o passo em frente! Paz às nossas almas...

publicado às 19:43

PORTUGAL JÁ TEM A BOMBA ATÓMICA. CUIDADO PORTUGUESES!

 

Hoje Portugal juntou-se ao número de Países possuidores da bomba atómica e prepara-se - ao contrário daqueles que a têm e pensam apenas na remota hipótese de a utilizarem contra ameaças externas - em recorrer à mesma para dizimar o seu próprio Povo!


Faltavam apenas alguns ajustes finais, coisa pouca que foi resolvida ontem entre a bucha e a sandocha, entre a mini e a Pepsi - que quando se trata de delinear estratégias maléficas envolvendo armas de destruição maciça estes criminosos de colarinho branco não brincam em serviço e são capazes de trabalhar mesmo ao Domingo, fazendo até, pasme-se, refeições frugais!


Concluída a 'arma', definidos todos os 'códigos' que permitirão o seu disparo a partir do início de 2013, gravaram tudo numa pen e lá foram entregá-la - acompanhada de uma versão de segurança em papel, não fosse o diabo tecê-las - no centro da corrupção do País, onde os mentecaptos do costume - talvez menos alguns do que os do costume - a aprovarão a tempo de poderem dar início ao genocídio na altura certa.


Parece um relato de ficção, mas infelizmente não é.


O retardado disse-o com todas as letras - soletradas como sempre faz - em conferência de imprensa, para que saibamos o que nos espera. Eu acho até, que ao fazê-lo, ele ainda se deve achar merecedor do nosso agradecimento - afinal avisa-nos com tempo para podermos optar entre a emigração sugerida pelo líder do gang, ou juntarmo-nos num suicídio colectivo numa qualquer praça deste País que os liberte da maçada de terem de de ser eles a carregar nos botões que darão início ao holocausto.


É talvez tempo de apelarmos ao Exército do Povo, à Força Aérea do Povo, à Armada do Povo e até à Polícia do Povos, para que ponham fim a este regime irrecuperável e ao sofrimento que mesmo ainda sem a bomba atómica, já mata tanta gente - de fome, de frio, de falta cuidados de saúde, de medicamentos de tudo que é essencial.


Em 25 de Abril de 1974, usaram os parcos meios de que dispunham e fizeram-no bem. Hoje têm meios bem mais modernos e eficientes para o voltarem a fazer.

Façam-no então! Só precisam de imobilizar os criminosos! Nós faremos o resto!

 

publicado às 22:37

ÚLTIMA HORA: GOVERNO RENOVA FROTA DE VIATURAS OFICIAIS...

Atendendo ao momento conturbado que o País atravessa, o poder sente-se assustado, inseguro, ameaçado.

Todos os dias podemos assistir pelas televisões, às vezes ao vivo e a cores, a toda a espécie de ‘mimos’ que são prodigalizados a quem nos desgoverna e desgraça ou a quem fechando os olhos, o vai permitindo enquanto se entretém a fingir que é o supremo magistrado da Nação sem nada fazer para que acreditemos que o é.

Por enquanto a maioria dos disparos mais ou menos direccionados têm utilizado apenas um dos substitutos da pólvora seca - o bom e genuíno vernáculo português - que os gorilas pouco ou nada podem fazer para impedir que agridam os ouvidos sensíveis dos'cagões' - sobretudo quando o grupo é grande demais e tentar isolar um elemento como fizeram há dias àquele estudante, nem sempre é fácil - outros envolvem já ‘sofisticados e perigosíssimos mísseis’ de produção galinácea ou hortícola que como facilmente se percebe, causam danos na imagem e incómodo bastante para obrigar a repensar toda a estratégia de segurança pessoal dos 'piegas'.

Além do mais, se essa razão não bastasse, a defesa da saúde pública impunha que algo fosse feito para evitar o pestilento cheiro que acompanha invariavelmente as caravanas dos homens do poder.

Por isso o governo decidiu na sua última reunião, substituir as viaturas oficiais do tipo da que se vê em primeiro lugar por esta, que é o último grito em termos de garantias de tranquilidade que pode oferecer.

Trata-se portanto de um ‘upgrade’ em termos de segurança, mas obviamente como em tudo na vida, 'não há bela sem senão', nem podemos ter 'sol na eira e chuva no nabal' e por isso a nova solução representa um enorme ‘downgrade’ no que toca às condições de conforto e de mobilidade, já para não falarmos nas implicações que vai ter no cumprimento de horários dos ministeriais compromissos.

Ninguém está a imaginar esta última viatura a percorrer as nossas ruas e auto-estradas, a 250 Km/hora! A evolução tecnológica tem sido notável, mas ainda não chegamos a tanto...

 

 

 

publicado às 14:02

ANTÓNIO BORGES - EM RISCO DE EXTINÇÃO?

Nestes tempos de duras dificuldades que vivemos, é natural, é inevitável, é quase humanamente impossível não recorrer ao vernáculo como única reacção possível perante um governo de imbecis, que se faz rodear de imbecis, que por sua vez só podem ter na sua linha de sucessão outros imbecis. No fim, o resultado só pode ser o somatório de todas as imbecilidades - o primeiro imbecil, que não percebe patavina relativamente ao que o País precisa, encarrega o imbecil seguinte de apresentar uma proposta de solução. Este por sua vez, não está para muita canseira e passa a bola ao imbecil que se perfila na 'cadeia de produção' de imbecilidades e assim sucessivamente.

É como naquela história contada pela minha avozinha: "a minha senhora tem moça e a moça moça tem e a moça da moça, agora moça quer também". Mas pelo menos nesta história, teríamos algum trabalho concreto, ainda que inflacionado pela sucessão de moças.

Já no caso do governo, da sucessão de imbecis desde o topo até ao secretário do secretário do secretário de Estado, só pode resultar a monumental imbecilidade que a todos nos atormenta.

E para mal dos nossos pecados, já não chegavam os imbecis saídos da boca das urnas e ainda temos que levar com cooptados como António Borges, que hoje desencadeou a mais monumental reacção de indignação por parte dos empresários deste País ao proferir o chorrilho de asneiras relatadas AQUI.

Desta vez, o homem superou todas as nossas piores expectativas e debitou imbecilidades tais, que há quem diga - para lhe tentar diminuir a culpa -  que terá sido afectado por uma crise aguda de diarreia cerebral. Eu acho que os sintomas não batem certo e que tudo terá a ver com a sua actividade profissional, que como todos sabemos, é tentar aprender alguma coisa com os alunos da faculdade onde finge que ensina, obrigando os alunos a fingir que acreditam que ele sabe do que fala, mas onde na verdade não sabe mesmo nada mas aproveita para ir aprendendo com eles, fingindo que ensina, só que ainda não assimilou grande coisa...

Assim vai Portugal, um País onde os burros afinal, ao contrário do que nos têm andado a dizer, não estão em risco de extinção coisa nenhuma!

publicado às 22:05

QUE SE LIXE A TROIKA! QUEREMOS AS NOSSAS VIDAS!

Hoje foi o 'dia nacional da indignação'!

Melhor dizendo, paradoxalmente, hoje foram 'dois dias': o já referido e cumulativamente, o 'dia nacional da vergonha'.


Passos Coelho costuma dizer que dorme bem, que não precisa de calmantes, blábláblá, mas hoje não sei se conseguirá dispensar os químicos.


E já agora - como não há duas sem três - hoje foi também o 'dia do vernáculo' adoptado pelo Povo como forma de expressar a sua indignação - por palavras, em cartazes improvisados, em embalagens transformadas em suporte visual de expressões de protesto muito violentas.


O governo hoje ouviu de viva voz ou em imagens empunhadas por quem as escreveu ou pintou - hoje não houve lugar às encenações dos partidos, movimentos organizados, sindicatos - os nomes que o Povo lhes chama há nuito em 'ruidosa surdina': "xulos, ladrões, filhos da puta, gatunos" e outros mimos, que 'correspondendo embora à verdade sentida por cada um e por todos', não é habitual serem-lhes literalmente cuspidos nos respectivos focinhos.


É a diferença para melhor, entre os protestos organizados - contra os quais digo já que não tenho nada contra e os espontâneos, que não estão sujeitos a nenhuma forma de auto censura ou autocontenção.


Coelho passou hoje de nome de pessoa a espécie cinegética e ficamos a saber, que 15 de Setembro passará também a ser o dia da abertura da respectiva caça - como vi escrito num cartaz de papelão em letras grosseiramente pintadas, na manifestação da Avenida dos Aliados no Porto, onde estive.


(Já agora, abro um parênteses para dizer que já assisti a muitas manifestações naquela 'sala de visitas' do Porto - algumas em momentos bem quentes da vida do País - mas a de hoje foi, senão a maior, seguramente uma das maiores de sempre).


Coelho, de nome de primeiro ministro de Portugal a quem noutras circunstância, até poderíamos oferecer um cravo, afinal 'fica melhor com um ramo de alecrim e cozinhado à caçador' como rezava outro cartaz.


Coelho pessoa (ainda) primeiro ministro de Portugal, ouviu hoje o que nenhum outro primeiro ministro de Portugal ouviu e não pôde fazer nada, porque ele sabe que já só é segura a sua protecção desde que a pague e a maioria dos polícias, são hoje  tão espoliados como o resto do Povo.


Assim vai ser difícil andar na rua, porque nem tudo o que faz pode ser feito dentro de um carrão blindado, nem todas as visitas que vai ter de continuar a fazer vão poder entrar pela 'porta do cavalo' - como  aconteceu na fábrica de chocolates Imperial em Vila do Conde.


Ele nem sonha o poder destruidor da retaliação que os seus actos podem estar apenas a começar a desencadear e devia saber. Afinal as televisões servem para isso: para mostrar o que em circunstâncias idênticas outros ditadores, por actos semelhantes, já tiveram de passar - e muitos não viveram para o contar.

 

Pinheiro de Azevedo disse um dia no decurso de uma manifestação hostil idêntica às de hoje "o Povo é sereno" e até foi mais longe perante um epíteto quase amigável de 'fascista' se comparado com aqueles que hoje ouvimos em Lisboa, Porto, Coimbra, Leiria e em muitas outras cidades de Portugal: "bardamerda para o fascista" e o Povo não foi então mais longe, do que uns quase amigáveis apupos.


Nos dias que correm, já é necessário corpo reforçado de 'gorilas' - para os membros do governo e respectivas consortes -  carros blindados com vidros à prova de projécteis e qualquer dia, assistiremos aos pobres dos ministros envergando coletes à prova de bala, a saírem dos mesmos e atravessarem a rua em zig-zag, utilizando técnicas evasivas de defesa para entrarem nos ministérios.


Impensável neste Portugal que é (ainda) a coutada do Coelho, mas que não tardará muito, se nada for feito por quem tenha mais juízo e obrigação de impor ponderação, se transformará em zona de caça livre. E isso é que é verdadeiramente preocupante, porque as revoltas populares são como os incêndios: começam com um pequeno foco e quando se descontrolam, levam tudo a eito - o mato que não faz falta e até seria bom que ardesse, mas também as árvores de que precisamos e às vezes, até as casas e as pessoas...



publicado às 21:24

VERGONHA - ELEVADA À 10ª. POTÊNCIA!

Depois do discurso de hoje, do 'robótico' ministro das Finanças, acho que restam mesmo muito poucas alternativas que não passem por uma nova 'Abrilada' - e não coloco nenhuma conotação depreciativa neste termo, que uso unicamente para facilitar o entendimento...


O novo massacre fiscal que o governo prepara - mais uma chacina praticada sobre portugueses mais frágeis - diz tudo sobre o tipo de criminosos que temos a desdita de ter por governantes e que são capazes de continuar a disparar mesmo sobre os que já estão de rastos, enquanto protegem na fuga (aos sacrifícios) os amigos de sempre os que engordam em cada dia que passa com a míngua da esmagadora maioria - os que lá os colocaram (no governo) precisamente com essa criminosa tarefa em vista.


Enquanto em França se tributam os rendimentos anuais superiores a 1 milhão de euros, com 75% e se baixam os preços dos combustíveis, nesta 'república das bananas' em que transformaram a Pátria que herdamos dos nossos avós, aplica-se uma taxa máxima de 46% aos elevadíssimos rendimentos de muitos, acrescida de, creio, 2,5% de uma taxa de solidariedade (?) e aumentam-se todas as semanas os preços dos combustíveis, para além de se anunciarem mais roubos à antiga 'classe média' - que já deixou de o ser há muito.


Mas não param por aí os criminosos governantes que temos: disparam também sobre os quase indigentes que ganham o salário mínimo e não poupam mesmo aqueles que infelizmente ou se encontram no desemprego, porque o perderam ou como no caso dos jovens, nunca o tiveram.


Como isto é claramente uma guerra, como o que está a em cima da mesa configura a prática de crimes contra esta parte da humanidade que somos nós, estes governantes, nomeadamente o primeiro dos seus ministros e o seu 'robótico apêndice' que hoje nos "soletrou" mais uma vez o conjunto da maldades que está a compilar, para fazer desabar sobre os nossos esqueletos - se a Europa não fosse igual a eles e se os portugueses se dispusessem a fazer finalmente aquilo que há muito se impõe que façam -  seriam inevitavelmente detidos e enviados ao TPI para que fossem julgados pelos seus actos!


E no entanto, continuam a alimentar os gordos do costume: baixa da TSU para as grandes empresas, representará mais umas dezenas de milhões a entrarem nos seus cofres sem a invocada contrapartida da criação de emprego, continuação do paradigma dos subsídios à corja de sempre.


E se houvesse também um TPI para julgar a prática de crimes contra os animais, seriam ainda punidos por aquilo que se pode ver nesta publicação que hoje me chegou por e-mail. Neste caso concreto, subsidiam-se empresários criminosos ligados ao mundo das touradas, como comprovam os recortes que coloco abaixo e que 'roubei' AQUI:


publicado às 19:23

COINCIDÊNCIAS...

CITANDO OS OUTROS...



NÃO  HÁ COINCIDÊNCIAS.


TUDO  FOI CALCULADO AO PORMENOR.

 

 

Vejam esta  sequência
de  acontecimentos:
 

1) A TROIKA  sugere no "memorandum" a VENDA do negócio da SAÚDE da CGD-Caixa Geral de  Depósitos;
 
2) O Governo  nomeia ANTÓNIO BORGES como CONSULTOR para orientar a VENDA dos negócios  PÚBLICOS (privatizações);


3) O Grupo  SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) CONTRATA o mesmo ANTÓNIO BORGES como  ADMINISTRADOR (mantendo este, as suas funções de VENDEDOR dos  negócios PÚBLICOS;

4)  O  Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) anuncia a criação de um NOVO  NEGÓCIO na área da SAÚDE (noticiado no início desta semana pela  imprensa);
 
5)  A  TROIKA exige a VENDA URGENTE do negócio da SAÚDE, da CGD, já este MÊS  (notícia de hoje na imprensa)

... e  NINGUÉM repara?


... e  NINGUÉM diz nada?

Claro que  dirão que é o "mercado" a funcionar "se" o Grupo SOARES DOS SANTOS adquirir  por uma bagatela a área de negócio da SAÚDE da CGD, por ajuste directo (sem  concurso).




NINGUÉM  exige explicações?

NINGUÉM fala  em tráfico de influências?

NINGUÉM  aponta indícios de corrupção?
 
E o cipaio Barreto, agora fica  calado?

publicado às 01:11

A VALA COMUM

A arte de coveiro (segundo o wikcionário, indivíduo que abre as covas no cemitério e dá sepultura aos cadáveres) parece estar a entrar em decadência...

Sem pretender entrar aqui num registo algo tétrico, o governo do País que (ainda) temos parece ter optado por uma solução mais económica para nos enterrar:

Ao contrário do referido profissional que ainda por cima é um funcionário público, logo só passível de ser admitido através de um concurso público que como se sabe, exige uma série de procedimentos - nomeação de um júri, apreciação dos currículos, prestação de provas, classificação dos candidatos e eventual apreciação de reclamações por parte dos preteridos - o ministro   V  i  t  o  r    G  a  s  p  a  r    decidiu agilizar o processo optando pela vala comum, com as vantagens óbvias daí resultantes:

Possibilidade do uso de uma máquina pesada, capacidade para 'alojar' os milhares de desempregados, verdadeiros mortos vivos a viver a maior parte deles uma vida claramente vegetativa e que assim se libertam - de uma forma radical é certo - do seu atroz sofrimento.

Mas ao optar por este sistema inovador da vala comum e pese embora o facto de contribuir, ainda que de forma residual apenas, para o aumento da taxa de desemprego dos coveiros, o governo inovou ainda numa outra área que tem sido motivo de acaloradas discussões que se travam há imenso tempo e um pouco por todo o lado, sem que se preveja que a sociedade venha a chegar a algum consenso nos anos mais próximos - a eutanásia:

De forma expedita, decide ele por nós, pondo termo a esta discussão 'estéril' que vamos tendo, às vezes em plena borda do precipício, mas sem força anímica para dar o passo em frente!

A seguir, é só terraplanar e plantar umas árvores ou umas flores, ou então, na opção mais barata, semear apenas relva.

A notícia que se segue, dá-nos conta de mais uma abertura de uma dessas valas. Só ficaremos à espera é do ´sorteio' para decidir quem a há-de encher.

publicado às 12:19

O 'GANG' DE S. BENTO - E NÃO SÓ...

Assim fica (cada vez) mais difícil manter a tradição de País de 'brandos costumes' e muito poucos ficarão surpreendidos se numa qualquer destas madrugadas - que não precisa de se obrigatoriamente de Abril - não rebentar por aí uma qualquer e incontrolável 'intifada'!


Quando um País inteiro não pode 'sair à rua' com receio, não do carteirista ou do assaltante comuns - que esses com alguma frequência ainda vão sendo detectados e detidos pela polícia - mas do próprio Estado e de quem o governa, com medo de que pelo andar que as coisas levam, até um Renault Clio ou um Fiat Punto de mil novecentos e carqueja possam ser 'captados' como sinais exteriores de riqueza, tropeçar em notícias como a que se segue 'enchem-nos a alma' - de ódio, óbviamente!


Como é que pode o governo do País falar em reorganização da Justiça, alegadamente para a fazer funcionar melhor e a tornar mais célere, na fusão de autarquias, alegadamente para ganhar eficiência e reduzir custos, em fechar urgências hospitalares e unidades de saúde locais, com os mesmos objectivos atrás expressos, como pode (ainda) encontrar desfaçatez bastante para apelar ao esforço de todos no sentido de aguentar os sacrifícios passageiros(?) com o objectivo de alcançarmos todos, numa qualquer das próximas décadas - que datas concretas Gaspar nunca as assume - o paraíso terreal?


País de ladrões, onde apenas alguns dos mais modestos 'vão dentro'!

País de governantes corruptos que depois dos assaltos - praticados  à vista de todos - saem calmamente com o 'saco' debaixo do braço a caminho de uma qualquer universidade de Paris ou doutro sítio qualquer, ou ingressam numa qualquer Fundação, Instituto, ou Agência governamental, ou até mesmo numa das muitas empresas públicas vendidas como se vendem os anéis para não se perderem os dedos!


E vendidas ainda por cima, quase sempre a grupos cujos donos falam línguas estranhas, mas que rapidamente assimilam o anterior esquema nacional de extorsão  e que falando embora e por enquanto, apenas um 'poltuguês' vagamente entendível, sabem bem quanto contam somados, cada euro a mais que nos exturquem por cada cêntimo que efectivamente devíamos pagar!


Um País onde vale tudo: martelar contadores bi-horários de energia, forjar avaliações prediais acima do seu valor real, quando se trata de aplicar o IMI, ou o contrário, quando se visa ajudar ao seu confisco por parte dos bancos, quando os legítimos donos não conseguem cumprir os contratos.


Num País assim, cada vez apetece menos viver e mais aumenta a vontade de emigrar mesmo sem certezas de encontrar melhor sorte e qualquer dia, nem é preciso o primeiro dos ministros do 'gang' apelar a que saiamos da zona de conforto - o problema é para onde!

Conforto?


Título: Estado vai assumir dívidas de Duarte Lima e de Vítor Baía ao BPNData: 29-06-2012
Fonte: Diário Notícias Páginas:  1/10 e 11 
Autor: SÔNIA SIMÕES  C/ Foto | Cor
 

Estado vai assumir dívidas de Duarte Lima e de Vítor Baía ao BPN  
 
Milhões. Créditos estão entre os mais de 600 milhões de euros transferidos para a empresa pública Parvalorem. Responsável é ouvido hoje  
 
Dos 2,5 mil milhões de euros em ativos tóxicos que o Estado retirou do BPN para três empresas públicas, mais de 600 milhões constam em sete escrituras assinadas no Porto. O DN consultou cada parcela e descobriu créditos ligados a Duarte Lima, às empresas do ex-jogador Vítor Baía e ao empresário António Araújo.  
 
Mais: alguns dos créditos foram retirados ao BPN já em março, porque o BIC se recusou a ficar com eles. Exemplo: Casa do Douro, cujos créditos foram feitos já depois da nacionalização do BPN.  
 
Créditos que BPN deu a Vítor Baía e Duarte Lima assumidos pelo Estado  
 
BPN. Dos 2,5 mil milhões de crédito malparado que Estado retirou do BPN, 601,4 milhões constam em sete escrituras, a que o DN teve acesso, assinadas num cartório do Porto. Há parcelas da empresa do antigo jogador e do ex-deputado  
 
SÓNIA SIMÕES 

publicado às 10:59

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