INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA
Parece que se confirma - apesar das acções mediáticas de alguns clientes agora "travestidos" de pobrezinhos - que o BPP era de facto um Banco de administração de fortunas.
Não se compreende por isso a "torrente de lágrimas" que muitos deles vieram derramar no penúltimo "Prós e Contras" da RTP, alegando terem sido induzidos em erro no sentido de os convencer que estavam a subscrever "Depósitos a Prazo" tradicionais - argumento em que se apoiam para exigir do Estado (de todos nós) o reembolso das suas poupanças.
Mas há um conjunto de clientes do BPP que podemos considerar privilegiados, por terem tido tempo de resgatar as suas poupanças antes da hecatombe e que por isso mesmo não precisaram de se juntar ao bando dos "indigentes" que se apresentaram no dito programa.
Pelos vistos, o Santuário de Fátima encontra-se nesse conjunto...
Claro que neste caso particular, alguns se questionarão sobre se se terá tratado de simples golpe de sorte, de ajuda Divina ou se pelo contrário terá havido aqui o recurso a "informação privilegiada"...
Alguém por acaso terá visto João Rendeiro na fila para se confessar, nos dias que antecederam a movimentação da conta do Santuário?
PS: Parece que o Santuário agora é cliente da Caixa Geral de Depósitos - que a partir deste momento, se assume também oficialmente, como "Caixa de Esmolas"...

Descontado o partidarismo do cartaz em que obviamente não me revejo, a verdade é que a pergunta tem toda a razão de ser!
Um País que é capaz de manter um canal televisivo como a TVI durante tanto tempo no top das audiências, merece bem sofrer com a crise que se abate sobre ele - um canal onde na apresentação do alinhamento do programa "você na TV" de hoje pudemos assistir deliciados à dupla maravilha constituída por "aquela coisa" híbrida que dá pelo nome de Goucha e respectivo "apêndice falante" Cristina Ferreira, a quem a Natureza para compensar pelo facto de ter nascido com um único neurónio dotou com um palmito de cara razoavelmente apelativo, anunciar casos como o indivíduo que "apesar de gostar muito de fazer amor com a respectiva, sentia ao mesmo tempo necessidade de se masturbar logo a seguir", ou da sujeita que "ao mesmo tempo que fazia amor com o respectivo não dispensava o uso do vibrador"... (Talvez tenha a vagina demasiado larga, diz a "coisa" para o "apêndice").
Pois é...