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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

MATE-SE O MENSAGEIRO...

D.José Policarpo, habitualmente ponderado, quase sempre comedido, desta vez alinhou pela fuga à verdade - ou se quisermos, pela meia verdade: Nós sabemos que nenhum meio é 100% infalível na prevenção da SIDA e o preservativo não foje à regra, mas é entre muitos outros o mais eficaz!

Porque a mensagem do Papa, possa embora ter saído truncada, ou ter sido transmitida num contexto pouco formal e portanto não totalmente ponderada,  transmitiu (de facto) uma ideia extremamente perigosa para a humanidade - é que Bento XVI disse com todas as letras e sem gaguejar  "...que a distribuição de preservativos não ajuda a controlar a Aids... pelo contrário, eles aumentam o problema"! - porque lhe saiu mal a mensagem, unem-se agora todas as hostes em torno do Líder, para fazer "desaparecer" as provas... D.José Policarpo bem podia ter encontrado outra forma de retirar alguma carga negativa às palavras do Papa, em vez de optar pela estafada acusação aos jornalistas e à Comunicação Social de deturparem o que Bento XVI disse!

Se o Sumo Pontífice disse o que não queria, ou se se expressou de forma menos clara e foi mal interpretado, a solução nunca pode passar por "matar o mensageiro"!

D. José tem dimensão intelectual para fazer a diferença. Se opta pelo lado minimalista da Igreja Católica, faz mal. Muito mal...

publicado às 10:45

O MEU CORVO...

Não tinha falado ainda sobre o meu corvo…

Chama-se Jeremias e ofereceu-mo um vizinho, há alguns anos atrás (depois de o ter conservado também durante uns anos na sua posse). Claro que eu sei que ninguém deveria ter uma ave destas em cativeiro, mas a verdade é que sempre que medito sobre isso, chego à conclusão que com tantos anos de vida sem liberdade – liberdade de voar, de procurar comida (às vezes sem a encontrar) liberdade de correr o risco de ser abatido por um qualquer caçador (de propósito ou por engano) –  se o libertasse agora, provavelmente o bicho não conseguiria sobreviver.
Mas pelo sim pelo não, decidi há algum tempo atrás, começar a deixar aberta a porta da jaula onde ele tem o seu habitat, deixando ao seu “critério” ficar ou simplesmente partir. Não é que, não só ele tem sistematicamente recusado o implícito convite à fuga, como nem sequer se aproxima da zona da abertura? Vá-se lá entender o que passará pela cabeça do bicho…
Por isso, não me resta outra alternativa que não seja a de todos os dias ter de lhe limpar os dejectos, mudar a água do bebedouro (e da banheira, que o bicho não dispensa o seu banhito diário…) e acrescentar a comida no comedouro – coisa aí para uma meia hora diária de trabalho e umas dezenas de Euros mensais de despesa…
Vão-me acusar pois de quê? De crueldade?
publicado às 14:29

A MINHA CEREJEIRA...

Hoje olhei-a com outros olhos...

Talvez porque uns tímidos raios de sol conseguiram levar finalmente a melhor no jogo do "esconde-esconde" com as nuvens, em que têm andado nos útimos dias...

Não que a achasse feia, naqueles dias menos bons em que se apresentava simplesmente despida, desguarnecida de quaisquer adornos, indefesa e aparentemente vulnerável quando fustigada pelo vento.

Mas hoje reparei como mudou: Enverga vestes novas e já deixa antever o seu estado interessante: Mil promessas - promessas por enquanto - de apetecíveis frutos, que como de costume em anos anteriores, vou ter de disputar com mil pardais que resolveram fazer do meu quintal a sua base para as operações de rapina!

Escrevi sobre ela (a mimha cerejeira...) de um outro ângulo, em Terra Molhada... 

 

publicado às 23:55

A TERRA COMO LIMITE - 3.º ANIVERSÁRIO...

Três anos, 243 artigos, 143 comentários, algumas dezenas de milhar de visitas (das quais contabilizei apenas as efectuadas a partir de 8 de Julho de 2008)
Em 17 de Abril de 2006, eram 10:32:30 horas, nasceu este desafio - desafio, antes de mais, a mim próprio e à minha capacidade de resistência para me manter “vivo”, que nesta imensa “selva blogosféricanem todos sobrevivem o tempo todo - e ao longo destes três anos, tenho encontrado pelo caminho inúmeras “ossadas” de muitos que não conseguiram sobreviver…
Como indica a tabuleta junto à entrada, neste espaço “ o limite não limita, apenas delimita” e talvez por isso mesmo – porque não é claustrofóbico nem limitativo – e ainda porque me obrigo a algumas desmatagens periódicas, visando mantê-lo transitável, tem havido imensa gente que por aqui tem passado, gostado (deixando alguns comentários que indiciam isso mesmo) e voltado, como indicam os “radares” – que apenas instalei em 8 de Julho de 2008 http://extremetracking.com (os números apenas se reportam a esse período…)
Por outro lado, conforme se pode constatar no quadro seguinte - e aqui confesso que eu próprio me surpreendi um pouco - “o registo de entradas” permite constatar, que para além da gente da aldeia próxima, outros caminheiros (alguns falando línguas estranhas) têm franqueado os portões…
E porque a melhor forma de “fidelizarmos” as visitas é prodigalizar-lhes mais do que uma opção: uns preferirão as caminhadas mais longas em espaço aberto, como este pretende ser, outros gostarão mais de um percurso mais bucólico, quiçá molhar os pés na água fresca de um gorgolejante córrego, ouvindo em fundo o canto de mil pássaros invisíveis quebrando o silêncio dos seus próprios pensamentos…
Para estes últimos, cujos gostos eu partilho tantas e tantas vezes, decidi arrumar ao fundo da “quinta” (lá onde o córrego gorgoleja, os pássaros chilreiam sem cessar e apesar disso conseguimos “escutar” o silêncio e ouvir os nossos pensamentos) um espaço mais intimista, com uma atmosfera mais controlada, para onde transplantei as minhas florinhas mais delicadas.
Foi assim que em 24 de Fevereiro de 2009, eram 14:43:58 horas, nasceu “Terra Molhada”- um cantinho de poesia - onde há (apenas) a PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...
É lá que às vezes me refugio (ou escondo) mais de mim próprio que dos outros e é de lá que regresso sempre renitente – que a “selva cá de fora” está cada vez menos apelativa…  
E pronto, concluo esta espécie de “relatório de actividade e contas do triénio”, com uma promessa que – ao contrário do primeiro-ministro – desejo mesmo cumprir: Para o ano, aqui voltarei para um novo balanço - escrito (e é outra promessa que faço) em português de Portugal, isto é, português despoluído das inquinações do acordo ortográfico – sobre o qual em devida altura, manifestei a minha discordância, assinando a petição online.
Obrigado a todos pela vossa preferência e já agora se me permitem, parabéns a… mim!
 

 

publicado às 00:01

XUTOS & PONTAPÉS - ATIREM-LHES COM O NOME ÀS FUSSAS!

Nunca uma canção veio tão a propósito... E apesar de alguma "desdramatização" por parte do grupo, não vale a pena esconderem-se das luzes, nem rejeitarem os aplausos, homens! Vocês merecem os aplausos, merecem a tradução dos mesmos em números de vendas e merecem tudo isso pela alegria que nos proporcionam ao constatar a indisfarçada azia  que se adivinha por detrás dos "não comento" que o engenheiro e os membros mais destacados do seu staff vão deixando escapar quando os questionam sobre a evidente fonte de inspiração da vossa letra ! 

E porque lendo se interioriza melhor a mensagem, aqui vai ela (a letra): 

Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou-bem

Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar/Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor

Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir/Encontrar
Mais força para lutar...

(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer

É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar/A enganar
o povo que acreditou

Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...

(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder

Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão

 

publicado às 11:40

VERGONHA!

Familiares das vítimas da queda da ponte de Entre-os-Rios, intimados a pagar meio milhão de Euros de Custas Judiciais...

Quando já pensávamos que a nossa Justiça tinha batido no fundo, afinal ainda faltava mais este trambolhão.

Não nos bastava ter assistido àquelas deprimentes sessões do julgamento dos culpados - que afinal não o eram, porque a ponte caiu apenas por intervenção Divina (ou neste caso, provavelmente por omissão...).

Os engenheiros, os técnicos, os governantes, a Junta Autónoma de Estradas, todos fizeram o que deviam e os únicos que "erraram" foram as vítimas que decidiram estar à hora errada no sítio errado!

Por isso, é justo que não podendo ser eles a assumir as referidas Custas (afinal estão mortos) tenham de ser os familiares fazê-lo!

Surrealista! Revoltante! Retrato fiel deste País doente, onde pelos vistos, só os que chafurdam no charco nauseabundo e malcheiroso do Poder, é que conseguem convencer os julgadores de serviço - e obviamente, porque ganham as acções, não têm que pagar as respectivas Custas...

publicado às 21:53

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME - QUEM PAGA OS SEUS ERROS?

                               Sou contribuinte activo desde há vários anos, para as campanhas de recolha efectuadas pelo BA. Estou além disso inscrito através do seu site há já bastante tempo, para colaborar como voluntário, uma vez que estando aposentado tenho algum tempo livre (embora estranhamente não me tenha sido dada até ao momento qualquer resposta…). Porque considero relevante o trabalho até agora desenvolvido pelo BA, suscita-me o mais vivo REPÚDIO, porque  completamente ao  arrepio do que a meu ver deve ser o espírito com que o BA deve actuar, a atitude inexplicável e egoísta para com outra Organização que desenvolve um trabalho igualmente meritório, neste caso voltado para os nossos “irmãos” irracionais.

Basta-me navegar um pouco na net, para constatar sem dificuldade que como eu, muitos outros portugueses têm manifestado também o seu descontentamento por verificarem que o BA, em vez de gerir com parcimónia os bens que lhe são doados pelos portugueses – quantas vezes retirando “à boca” aquilo que doam – desbarata parte do produto dessas doações, no pagamento de despesas com firmas de advogados para promover perseguições verdadeiramente inexplicáveis.

Escrevi  uma primeira vez sobre isso aqui e vou seguramente continuar a fazê-lo, e a incentivar outros a que o façam também, se entretanto não vir o BA a assumir publicamente o seu erro - com a humildade de quem desenvolve um trabalho que assenta no esforço de milhões de portugueses, entre doadores e voluntários! 

 

 

publicado às 14:10

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME - QUE FEIA ATITUDE!

Que atitude feia, a do Banco alimentar contra a Fome!
E que mal fica na "fotografia" a sua presidente Isabel Jonet...
Será que a sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e associados também faz "trabalho de voluntariado" ou andamos todos a contribuir - sim porque eu desde há muitos anos que contribuo para as campanhas do BA - para lhes pagar este serviço feio?
Os animais não concorrem com os seres humanos na sua luta pela sobrevivência, nem as organizações que apoiam ambas as causas deveriam fazê-lo entre si!

Em próximas campanhas do Banco Alimentar Contra a Fome, hei-de sempre lembrar-me deste GESTO FEIO e embora isso não constitua motivo para deixar de ajudar - os que precisam não têm culpa dos erros de Isabel Jonet - vou seguramente reservar uma parcela da minha contribuição para o Projecto de Ajuda Animal - ou como se vier a chamar no futuro!

publicado às 17:50

BOA PÁSCOA...

Sem a carga religiosa do termo - que as religiões às vezes dividem mais do que unem... - sem consumismo exacerbado, sem notícias "insultuosas" em tempo de crise, de dificuldades e de privações para a maioria das pessoas, dando conta dos hotéis e estâncias de turismo a 100% da sua capacidade, sem isso tudo, mas apesar de tudo, uma boa Páscoa para todos !

Ah! E nada de comerem o coelhinho - como o outro que comeu a galinha dos ovos de oiro!


PS: Na minha terra, chamavam-se "páscoas" ou "primaveras" aquelas florinhas que se viam nas bermas das estradas ou então nalgumas sebes das casas à beira dos caminhos...

publicado às 16:19

CATÓLICO APOSTÓLICO...VISEENSE!

Num momento em que a auto-estima dos portugueses anda tanto em baixo - por terem o primeiro ministro que têm, por terem a Justiça que têm, por terem o nível de corrupção que  têm e até por terem os dirigentes desportivos (do futebol pelo menos) que têm - sabe bem podermos dizer que nos revemos inteiramente na dimensão humana, intelectual e religiosa do Bispo de Viseu...

É pena que as vistas estreitas, sectárias e fechadas "à Cidade e ao Mundo", das cúpulas de Roma (onde pontua curiosamente a figura cinzenta do português D.José Saraiva Martins) não tenham o mesmo olhar desassombrado, inteligente e solidário em relação aos problemas da humanidade...

Enquanto este estado de seriedade intelectual não cai, qual maná no deserto dos tempos Bíblicos,  sobre as cabeças mitradas de Roma apetece-me apregoar "à cidade e ao mundo" que sou Católico Apostólico Viseense!

 

  

publicado às 13:20

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