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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

BOAS PRÁTICAS PRECISAM-SE - NA EDP!

EDP - Uma empresa pública que presta um serviço público relevante, mas onde as “boas práticas” estão ausentes.

Uma empresa em que a primeira (e a segunda e a terceira...) atitude perante uma reclamação, é uma “resposta redonda", isto é, uma “não resposta”.

Uma empresa que se arroga o “direito” de mandar fotografar a residência de um  cliente, sem lhe pedir autorização prévia!

Uma empresa cujo Provedor do cliente a quem foi pedida por duas vezes a sua intervenção há mais de dois meses, não disse nada até ao momento sobre o assunto exposto...

Venha de lá a liberalização total!


PS: Uma empresa que não tendo cumprido a sua obrigação de instalar as infra-estruturas adequadas aquando do arranjo da Rua da Várzea (Alfena), exige agora que sejam os consumidores a fazê-lo (pagando) - ou então, "planta-lhes um poste no meio do micro jardim e pronto: o terceiromundista ramal aéreo do costume!

publicado às 09:33

"RECARGA" POR INDUÇÃO...

 

Li algures, que já tinham inventado um carregador que funciona por indução electromagnética e que dispensa portanto, as ligações físicas – por enquanto, apenas para telemóveis.

Percebo o esforço que tem vindo a ser feito, visando pôr um pouco de ordem e de normalização nesta selva em que nem sequer ao nível de cada marca se conseguiu resolver o problema da diversidade de modelos – quase tantos quantos os dos respectivos telemóveis.

Estranha associação de ideias remete-me para os processos de "acoplamento" na vertente humana e que pode assumir também, múltiplas formas e diferentes modelos...

Claro que neste caso, existe desde logo uma diferença substancial: Os “emissores” são ao mesmo tempo “receptores” e o carregamento é bidirecional, sendo cada um dos elementos uma espécie de “moto-contínuo” pela metade, isto é, a energia “perpétua” que vai gerando, serve apenas o outro, que por sua vez no-la devolve ao mesmo nível.

Sempre que um dos lados se torna deficitário, o outro tenta reforçar o nível de emissão por forma a aumentar na mesma medida o retorno, sendo que em muitos casos em que esse deficit não consegue ser superado, se tentam “ligações múltiplas” com vista à reposição do nível de auto satisfação, as  quais regra geral – nas sociedades evoluídas pelo menos – são penalizadas socialmente.

Acresce ainda o facto de neste caso o sistema ainda funcionar da forma tradicional,  isto é, com ligações físicas, sempre mais expostas ao risco de colapso ou danificação severa. Talvez por isso mesmo, a importância que adquirem os avanços noticiados na área dos telemóveis.

Será que a “recarga” obtida (apenas) pelo interface visual ou táctil virá num futuro mais ou menos próximo a ser suficiente para a reposição dos níveis de auto satisfação humana?

Uma análise simplista dir-nos-ia imediatamente que não, mas a verdade é que os emissores/receptores da nova geração humana têm vindo a evoluir (ou involuir?) de forma tão rápida, que não me admiraria nada que um dia destes, o simples contacto online através de uma qualquer rede social, Messenger,  Skype ou outro, venha a garantir a recarga necessária.

publicado às 13:24

A "OVELHA DOLLY"...

É hoje já um lugar comum dizer-se que qualquer empresário de sucesso no ramo industrial, tem de conseguir que o seu produto responda a necessidades objectivas dos consumidores alvo - não necessidades induzidas por estratégias agressivas de marketing, porque são regra geral efémeras - mas necessidades devidamente avaliadas e de preferência com um horizonte de preferência duradouro, dado que na indústria, ao contrário de outros ramos dos negócios, qualquer mudança no tipo de produto a produzir implica custos fixos e tempo de adaptação, que têm de ser ser incorporados no custo final e que como é óbvio, serão tanto menores, quanto maiores forem as "séries".

Esta é uma das estratégias da indústria para incorporar os custos fixos no produto.

A outra (uma das outras) de que quero falar hoje, é a chamada "estratégia do cuco", a contrafacção que rouba o trabalho alheio, não investindo por isso em custos prévios (investigação e desenvolvimento, por exemplo) poupa o mais possível na qualidade, "esquece" os direitos sociais dos seus colaboradores, para no fim, obter às vezes maior percentagem de lucro do que os produtores genuínos.

Os exemplos mais conhecidos, chegam-nos da China, com verdadeiros atentados aos direitos da propriedade Industrial e com os governantes do mundo civilizado a assistirem - e a "assobiarem para o ar" - para não hostilizarem o "gigante".

Podemos encontrar um caso concreto no "universo" dos telemóveis:

Quem é que ainda não ouviu falar desse ícone tecnológico da Nokia - o N97? "Carradas" de funcionalidades, lindo de morrer, capacidades inesgotáveis no mundo da multimédia, mas (e existe sempre um "mas") carote para a esmagadora maioria dos potenciais interessados.

Pois bem, os chineses aí estão com a "solução" para este último problema! Atenção por isso aos mais incautos, pois um dia destes estão a comprar o "gato" em vez da "lebre" - sim, porque na maioria dos casos nem sequer vos irão dizer tratar-se de um clone - muito semelhante (apenas) no visual, mas a léguas em termos de capacidades e tecnologia.

As imagens falam por elas mesmas:

 

O Genuíno:

 

O "Clone":

 


 

 

publicado às 12:19

A FRASE...

Questionado sobre a possibilidade de uma futura batalha Juridica em torno das eleições do Benfica, Manuel Vilarinho (Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube) respondeu desta forma "elevada": "Se não estivesse a falar para a Rádio, eu dizia estou-me cagando"...

E não é que estava mesmo (a "cagar-se")?

Mais um futuro "Ostomizado" para as listas de espera de Cirurgia a fim de pôr o "saquinho" - mas na boca, não vai ser muito prático...

(Sem ofensa para os verdadeiros Ostomizados que esses sim, merecem-me todo o respeito!)

Parafraseando um dos nossos maiores "desditoso Clube que tão pouco ilustre filho tem..."

publicado às 09:06

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