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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

LOJA INTERACTIVA DE VALONGO - OU 'TORRADEIRA'?...

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Eu sei que as 'lojas interactivas' estão na moda...

 

Também sei que o turismo é uma 'indústria' cada vez mais importante para o País - e porque não o há-de ser também para Valongo?

 

Mas para termos turismo, é necessário em primeiro lugar criarmos condições para que a 'indústria' se desenvolva, sendo que no caso do nosso Concelho está (quase) tudo por fazer!

 

Além do mais, sempre que se cria uma qualquer estrutura ou serviço, sobretudo quando o orçamento municipal tem os constrangimentos que o nosso  tem e não dá nem para o essencial e mais urgente, a análise cuidada ao 'binómio' custo/benefício é absolutamente indispensável.

 

Posto isto, alguém conhece os detalhes deste 'binómio' no que toca à Loja Interactiva de Turismo de Valongo lançada com pompa e circunstância por José Manuel Ribeiro em 13 de Junho de 2014?

 

Bom...

 

Uma parte do 'binómio' - o CUSTO - pode ser conferida nos recortes abaixo.

 

Caso para dizer, que mais do que uma 'loja', a de Valongo mais parece uma gigantesca 'torradeira'...

________

 

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_________________________

 

PS:

Penso que já dei para perceber que tudo isto foi adjudicado por 'ajuste directo'...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 19:35

CRÓNICAS DO 'SUBÚRBIO' DE SEMPRE E DOS NEGÓCIOS DO COSTUME...

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'Take' 1:

 

Após um intervalo de algumas sessões em que decidi dar uma prioridade a mim próprio, lá fui hoje de novo à reunião pública de Câmara...

 

Pensava eu, na minha eterna e incorrigível ingenuidade, que José Manuel Ribeiro tivesse crescido e que a configuração destas reuniões já tivesse atingido um estádio de desenvolvimento tal que não déssemos pelo tempo passar e mais do que isso, que no fim das mesmas saíssemos todos a 'salivar' já em relação à próxima - independentemente das cores políticas de cada um...

 

Era assim - embora pelas piores razões - no tempo de Fernando Melo.

 

Agora e por melhores que sejam as razões que nos possam arrastar até ao 'condomínio' da Avenida 5 de Outubro, não há força de vontade que resista à 'conversa redonda' do nosso edil.

 

Pergunta-se-lhe sobre alhos e ele responderá por certo com bugalhos, isto é, responderá se não se enredar entretanto num dos muitos floreados em que se perde de si próprio e do sentido da pergunta que lhe é feita.

Com algum esforço de memória de cada um de nós, lembrar-nos-emos certamente de lhe andarmos a fazer a mesma pergunta meses a fio e recebermos a resposta 'chapa 5' do costume... Parece que funciona basicamente em 'modo offline': basta ir aos 'favoritos' - neste caso 'favoritas' - 'clicar' e... voilà!

 

Como diz o outro, "nem o pai morre nem a gente almoça"!...

 

As vezes que eu já lhe ouvi 'aquela resposta' sobre a situação dramática do Ermesinde e da 'acção de despejo' do seu Estádio dos sonhos - hoje mais uma vez...

 

As vezes que eu já lhe ouvi 'aquela resposta' sobre os requerimentos dos vereadores da oposição que não são respondidos: "Claro que vai ter uma resposta. Vou ver o que se passa" - hoje mais uma vez...  

 

"Vamos lá ver", como dizia o cego - com todo o respeito...

 

As vezes que eu já lhe ouvi 'aquela resposta' sobre os gastos com festas, festinhas e 'forrobodós' num Concelho onde falta (quase) tudo que é essencial e onde a 'prata da casa' (os funcionários do Município) foi preterida em benefício dos 'amigos dos eventos', das 'Xanas toc-toc' e artes afins...

 

Bem, em relação a este último 'item' acho que ele hoje nem sequer 'aquela resposta' conseguiu articular...

 

Por estas e por outras é que a presença dos cidadãos na quinzenal reunião pública de Câmara é cada vez mais um acto de dura militância e por isso mesmo também, cada vez menos participado.

_________________

 

'Take' 2:

 

É por demais conhecida a ternurenta cumplicidade que liga o presidente socialista da Câmara de Valongo ao presidente 'amarelo' da Junta de Alfena...

 

- Arnaldo Soares conseguiu - sabe-se lá com base em que 'moeda de troca' - impor a José Manuel Ribeiro na campanha eleitoral de 2013, limites às críticas em contexto alfenense...

 

- Por outro lado, Arnaldo Soares conseguiu o que Rogério Palhau e a AVA já tinham tentado sem sucesso: transformar o antigo Jardim de Infância de Cabêda num 'centro de negócios eleitorais', uma espécie de 'IPSS de aviário' onde a caridadezinha é basicamente uma forma de gerir os votos futuros à custa dos dinheiros públicos do presente. E tudo isto sem cuidar do justo equilíbrio 'custo/benefício' - porque dinheiro é coisa que estranhamente parece não faltar para as bandas da 'IPSS' de Arnaldo Soares...

 

(Abro aqui um parêntesis para fazer umas contas de cabeça que me limito a partilhar sem comentários com quem me quiser acompanhar:

 

- Uma técnica superior que era da AVA - AVA entretanto 'corrida' do Centro Cultural e da Plataforma Solidária - para apoiar 85 famílias quase todas anteriormente sinalizadas pela mesma AVA: 1500€x14 meses;

 

- Uma secretária permanente na Plataforma Solidária: 600€x14 meses;

 

- Um 'programa ocupacional' para a loja social: 200€x14 meses;

 

- Um 'programa ocupacional' para o condutor da carrinha Hyundai de 9 lugares nas recolhas de ofertas: 200€x14 meses:

 

- Um 'programa ocupacional' para a motorista do autocarro (transportar 'meia dúzia' de utentes da Escola Sénior para a piscina, discotecas, ver os cavalos da GNR, etc): 350€x14 meses;

 

- Animador musical dos Séniores (Sr. Agostinho) - o anterior (Sr. Ilídio do Rancho Folclórico) era voluntário e foi afastado por Arnaldo Soares: 450€x14 meses;

 

Como dizia o Guterres, "é só fazer as contas", mas acho que ronda os 36 mil € - fechar parêntesis).

 

Talvez por causa destas contas é que o presidente da Câmara ainda não respondeu a um requerimento - sim, formalmente apresentado como REQUERIMENTO - que lhe enviei há mais de 1 mês, no sentido de me informar em que moldes são divididas as despesas relativamente às Escola e Academia Sénior (a primeira da Junta e a segunda da Câmara)...

 

Comentário final:

 

Quando percebermos melhor as 'variáveis' desta 'equação contra-natura Junta/Câmara/negócio da esmolinha', entenderemos melhor também muitas outras coisas que se passam no 'subúrbio' e mesmo à frente dos nossos olhos...

publicado às 20:47

FÁBULAS DE VALONGO - A RAPOSA E O GALINHEIRO...

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Ainda sobre o famigerado processo da REN de Valongo e corrupções conexas acabo de receber da IGAMAOT um 'sucintíssimo' ofício que reproduzo abaixo.

 

Em jeito de lacónico comentário - para bom entendedor meia palavra basta - a IGAMAOT ao remeter o processo para a CCDR-N é um pouco como se o Ministério Público tivesse incumbido o Paulo Pereira Cristóvão de liderar a investigação do processo que o vai levar a julgamento.

 

Ou dito de outra forma, pôr a raposa a guardar o galinheiro só pode dar naquilo que Valongo tem sido e continua a ser - para nossa desgraça...

 

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publicado às 17:10

POLVO À VALLIS LONGUS - SEGREDOS DA PREPARAÇÃO, A CONTA E OUTROS DETALHES...

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Falando ainda sobre polvo - neste caso, sobre uma forma muito específica de o preparar: "polvo à Vallis Longus"...

 

É de bom tom - decorre aliás da Lei - que quem entre numa qualquer tasquinha, roulotte, casa de pasto ou restaurante e de pé, ao balcão ou sentado de forma mais ou menos refastelada consuma o saboroso molusco marinho da classe cefalópode, o deve pagar de acordo com as condições anunciadas na tabela de preços escrita na lousa pendurada na parede ou no cardápio mais ou menos elaborado, quiçá encapado em pele embelezada com letras douradas. É do senso comum e tão básico que questioná-lo cheira a procedimento manhoso ou caloteiro...

 

No caso do molusco "à Vallis Longus" o 'cliente', que aliás não era um cliente qualquer mas o futuro presidente da Câmara, ou seja, José Manuel Ribeiro, ou seja ainda, o 'amigo da onça' Zé Manel, resolveu enveredar por aquela habilidade manhosa que de tão básica nos provoca sempre uma estrondosa gargalhada - isto se a vítima for outra que não nós próprios:

"Vou ao WC e já volto"  e ali ficou o 'amigo que não era da onça' a contas com o empregado plantado na sua frente qual estátua e o olhar ameaçador de quem diz sem falar "nem penses em sair de fininho como o outro" enquanto nos estende o linguado (de papel, evidentemente) onde se lê uma soma de 3 digitos - ah! pois! O pitéu bem amanhado do cefalópode com guarnição esmerada não costuma ser barato...

 

Mas o mais revoltante na atitude do 'amigo da onça', ao ponto de quase fazer este 'amigo que não é da onça' (eu próprio) perder as estibeiras, é o facto do caloteiro ainda se dar ao desplante de 'assobiar para o ar' enquanto vai dizendo a quem lhe pergunta sobre o episódio de que se começou a falar já há muito 'à boca pequena': "Polvo? Qual polvo, se eu até nem gosto! Se 'ele' mandou servir que pague!"

 

Ai não que não gosta! E até deu 'dicas' para a sua preparação como se pode ver pela imagem seguinte.

 

Por acaso, no exemplar em bruto que ele propunha para ser cozinhado, havia um 'tentáculo' que não me parecia em condições e que eu mandei sub-repticiamente 'amputar' - conforme assinalado na imagem...

 

(Sinceramente, parecia-me um 'implante' demasiado artificial e que não condizia com o bicharoco...).

 

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________________________

 

PS:

Se por acaso alguém sentir alguma vontade de aprofundar um pouco mais este 'assunto de culinária' pode por exemplo - é uma dica - investigar qual foi a base de dados utilizada para a distribuição massiva do 'petisco'... 

 

 

 

publicado às 21:42

VALONGO E ALFENA - 'MANHAS E CASAS VELHAS'...

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Queremos saber como são utilizados e com que fins, os nossos equipamentos colectivos!

 

A Câmara de Valongo custeou a quase totalidade das despesas - ao abrigo dos mais elementares princípios da transparência gostaríamos de as ver publicamente detalhadas (por exemplo, no Boletim Municipal - da recuperação do antigo Jardim de Infância de Cabêda, para aí instalar a Plataforma Solidária de Alfena protocolada entre a própria Câmara, a Junta e a AVA.

Constam do referido protocolo os pontos seguintes:

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Como é sabido, o terceiro outorgante (a AVA) viu-se forçado a abandonar o local em consequência do boicote sistemático que era feito pelo segundo outorgante (Junta de Freguesia) ao desenvolvimento das suas actividades, ficando o espaço a ser gerido apenas pela Junta e nos moldes a que Arnaldo Soares nos habituou há muito e que me dispenso de especificar.

 

- Fica por saber em que moldes é que os custos de gestão são partilhados.

- E no que toca ao ponto 6 - "funcionamento da Academia Sénior/Escola Sénior em moldes a definir posteriormente" - fica também por saber em que pé está essa definição.

 

É claro que a 'vox populi' vai comentando alguns intrigantes apontamentos relativos à gestão clientelar implementada pelo edil local e pelo seu grupo de colaboradores mais próximos e por isso mesmo, seria importante que a Câmara, a quem pertence o equipamento e a quem se deve a sua recuperação, se pronunciasse com urgência sobre o assunto.

Requeri há já quase um mês uma informação nesse sentido mas parece que aqui a Lei é letra morta, prevalecendo o estranho princípio de que os eleitos só precisam de prestar contas da sua gestão e dos seus actos a quem muito bem entendam e de preferência a quem não se atreva a pô-los em causa!

 

Chegou ao meu conhecimento que a técnica superior de Serviço Social que ali presta serviço - a Dr.ª Vera - que era paga ao abrigo de um protocolo entre a Junta (600 €) e a AVA (400€), passou a trabalhar depois das eleições apenas para a Junta, que lhe paga 1.500€ com a promessa de abrir um concurso para um lugar de técnica superior.

 

Resta saber duas coisas:

 

- Como justifica a Junta o pagamento dos tais 1.500 €?

(Consta-se que apesar da ruptura com a Junta, a AVA mesmo assim e para não prejudicar a referida técnica, aceitou receber a transferência da importância ao abrigo do protocolo anterior e pagar depois à mesma!).

- Estará o referido procedimento concursal de acordo com a Lei?

 

Até  que tudo se esclareça - ou não... - a técnica do Serviço Social vai organizando visitas a discotecas e idas em low cost a Lisboa, para ir mantendo e alimentando fidelidades eleitorais por parte dos menos jovens.

O custo inicialmente previsto com a tal viagem a Lisboa era de 29,90€ por bilhete mas a Dr.ª Vera  só conseguiu alguns lugares.

Dada a 'visibilidade' que o financiamento desta viagem através da 'feijoada solidária' ganhou, criou-se aqui um problema difícil de solucionar.

Conseguidos mais uns quantos lugares a 49,90€, mesmo assim insuficientes, os últimos já custaram 79,90€.

Como tinha sido acordado com as cerca de 40 pessoas interessadas o preço mais baixo atrás referido, a 'vox populi' vai comentando que a animação da festa em honra de S. Lázaro que ontem teve lugar, contou com 'serviço de esplanada' assegurado pela Junta - o Salão de Chá encontra-se encerrado e em processo concursal para futura concessão -  destinando-se o lucro apurado a custear o acréscimo do custo dos tais bilhetes low cost.

 

Seria interessante saber:

 

- Se as regras de higiene e salubridade na manipulação de alimentos que um espaço público como o Salão de Chá exige terão sido cumpridas.

(O que vale é que nós somos um Povo de brandos costumes caso contrário  o assunto já seria do conhecimento da ASAE)...

- Não terão as Finanças nada a ver com o facto de as receitas geradas não terem sido sujeitas ao respectivo imposto?

(Presumo que a registadora não estivesse a funcionar, até porque a Junta não está habilitada a facturar comes e bebes...).

 

 

Como se pode ver e apesar desta gestão manhosa dos negócios locais, o presidente da Câmara que é 'tão bom' como o presidente da Freguesia, não se sente constrangido e sempre que o convidam ele aparece - como fez no caso da 'feijoada solidária' e não sei se ontem também...

 

publicado às 17:41

VALONGO, AS HORAS TROCADAS E (TALVEZ TAMBÉM) A MEDICAÇÃO A HORAS ...

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Ouvimos contar há tempos atrás que tinha sido publicado em Diário da República o inquinado PDM de Valongo. Acho até que já comentei sobre isso aqui.

 

Soube hoje, através de um e-mail da senhora chefe de gabinete do 'prefeito' valonguense (ver recorte abaixo) que afinal o processo de discussão pública deste instrumento decorre(u) entre 14 de Maio e 17 de Julho de 2015.

Esperemos então, porque afinal já não falta muito.

 

Portanto...

 

O 'não confiável' presidente da Câmara - que eu acusei publicamente de não ter respondido (em fase de elaboração do Relatório de Ponderação do PDM) às reclamações apresentadas pelas Associações Coragem de Mudar, Al Henna e Clube 9 de Paus - merece um pedido de desculpas da minha parte:

Não respondeu, porque afinal o 'período de discussão pública' ainda não começou! Tão simples quanto isso...

 

E já agora, não se esqueçam de dar a medicação ao senhor presidente - e ao seu staff - às horas certas!

 

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Indo ao encontro de alguns humoristas do 'subúrbio' que têm glosado ultimamente com a "questão sensível" da elevação de Ermesinde à categoria de Concelho, eu acho que pode passar por aí a verdadeira solução:

De uma só penada realizávamos o sonho antigo dos ermesindenses e limpávamos o condomínio de tanta incompetência, de tantos atropelos à Lei, de tanto favorecimento ilícito, de tanta protecção aos corruptos de sempre mas agora com relevante e especial protecção presidencial.

 

- Ermesinde a Concelho já!

- Valongo a sucursal 'suburbiana' já (também)!

 

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(...) 

 

Sobre os restantes pontos da 'relevante' resposta falarei noutra altura - nomeadamente sobre a não instrução das reclamações de acordo com o CPA e ainda com o facto de a Câmara não possuir o endereço de correio dos reclamantes (!)...

publicado às 22:00

"A LEI SOU EU" EM VERSÃO 'SUBURBIANA'...

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Ainda sobre uma das Câmaras menos transparentes do País - a nossa, a do 'subúrbio' e também aquela, de todas as que envergam as cores socialistas, onde a governação se apresenta cada vez mais desalinhada relativamente ao 'caderno de encargos' do presidente eleito em 30 de Setembro de 2013:

 

José Manuel Ribeiro não deixa os créditos por mãos alheias: se não pode ser o melhor entre os melhores, tenta ao menos - e talvez consiga - ser o pior entre os piores. São opções...

 

Continua por isso a dar o seu melhor para redimir - por omissão - o bom nome de Fernando Melo, estando no bom caminho no sentido de o elevar à categoria de distinto estadista, de democrata de nomeada, de autarca impoluto - volte Dr. Melo, está perdoado! Já temos saudades da sua forma de gestão transparente!

 

O actual presidente socialista, ao contrário do que prometeu que iria fazer, não acabou com a corrupção "que dizem existir na Câmara de Valongo". Em vez disso aprimorou-a, protegeu os seus agentes mais conhecidos e rapidamente assumiu como sua a estratégia de um jogo que já estava a ser jogado e que ele optou por não interromper - "em equipa que ganha (e como ganha!) não se mexe".

 

Como o segredo é a alma do negócio - do seu negócio - qualquer 'bisbilhotisse', vinda sobretudo da parte do incómodo deputado municipal alfenense, é um risco que ele tenta conter a todo o custo. Por isso mandou colocar o carimbo de "Top-Secret" em toda a informação que me possa interessar e já esteve mais longe de se transformar numa espécie de caricatura 'suburbiana' do famoso Rei Sol (aquele que dizia "a lei sou eu").

 

Transformou-se num - mais um - pequeno títere igual em quase tudo e diferente em quase nada do seu equivalente alfenense, de quem aliás já disse o que Maomé não disse do toucinho.

 

Perante esta estratégia manhosa não resta aos cidadãos outro caminho que não seja o de aumentarem a minúcia com que vão escrutinando - às vezes apenas pressentindo - as movimentações, as intrigas, a gestão conspirativa para atentar contra o interesse público, a permanente e visível preocupação em atender os compromissos assumidos com os relevantes patrocinadores da última campanha eleitoral - porque não tarda muito e estarão de novo a ser solicitados...

 

Porém, o Povo de Valongo tem o direito de saber mais, tem aliás o direito de saber tudo e por isso, pela parte que me cabe, não vou desistir de exercer esse direito em toda a sua plenitude - até porque como deputado municipal tenho uma obrigação acrescida para com os valonguenses que sufragaram o programa sob o qual fui eleito e no qual me recuso a colocar "aspas" manhosas...

 

Hoje mesmo deve ter dado entrada na Câmara mais um Requerimento visando saber o que andará a ser 'cozinhado' entre José Manuel Ribeiro, Arnaldo Soares e mais uns amigalhaços deste último, relativamente a um terreno público (da Câmara) junto ao nó da A41 e da urbanização onde se insere o Restaurante O Teles, Cafetaria Gomes e empresa IEME entre outros e visando dar-lhe um fim diferente daquele que a Lei determina por resultar de cedências no âmbito da referida urbanização.

 

Agora é assim - tem de ser assim...

 

Por cada porta que José Manuel Ribeiro manda fechar à  'devassa dos olhares indiscretos'  a Lei - o CPA, a Lada e tudo o mais a que possamos deitar mão - abre-nos uma data de janelas...

____________________________________

 

O Requerimento

 

Alfena, 6 de Março de 2015

 

(Registada c/ AR e cópia por e-mail ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal e Presidente da Assembleia de Freguesia de Alfena, com pedido expresso para que seja distribuída a todos os deputados)

 

Exmo. Senhor

Presidente da Câmara Municipal de Valongo

 

Celestino Marques Neves, casado, Reformado, etc., etc. ----------, vem por este meio e na qualidade de deputado municipal, requerer a Vexa. nos termos do Artigo 74º número 1 do CPA o seguinte:

  1. Cópia de todos os documentos que instruem o processo relacionado com um projecto envolvendo a área adjacente ao nó da A41 de Alfena e que incluem um terreno privado e um outro do domínio público da Câmara – resultante de cedência no âmbito da Urbanização em que se insere o Restaurante O Teles e Cafetaria Gomes, empresa IEME entre outros - destinado à eventual instalação da sede de uma Associação designada Moto Clube de Alfena ou ‘Motards de Alfena’ e que envolve o vice-Presidente da Câmara e o Presidente da Junta de Freguesia;
  2. Cópia do processo de negociação entre a Câmara e o proprietário privado do referido terreno, onde constem as condições que estão a ser discutidas com o mesmo;

Respeitosamente,

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 19:30

CÂMARA DE VALONGO - AS ALIANÇAS 'IMPROVÁVEIS' E OS NEGÓCIOS DO 'SUBÚRBIO'...

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TAKE 1:

 

O Presidente da Câmara de Valongo tem andado tão entretido a gerir o 'nada' a que se tem resumido até aqui o seu inexistente trabalho de relevo em prole de Valongo e no cumprimento da sua promessa de 'MUDAR O DITO', que ainda não percebeu que está a construir a sua próxima 'sepultura eleitoral' para 2017 - isto se o PS de Valongo não conseguir abrir os olhos a tempo, juntando os 'cacos' a que a estrutura do Partido ficou reduzida,  'construindo' entretanto um candidato confiável, capaz e à altura das necessidades do nosso Concelho.

 

Em Alfena por exemplo e de uma forma verdadeiramente deplorável, José Manuel Ribeiro serviu-se dos seus para o 'carregarem em ombros' em 2013 e agora nem os conhece, convivendo fundamentalmente com aqueles que eram então os seus adversários!

 

Alguém tem ideia do estado de abandono a que o 'líder' da Concelhia votou os seus militantes alfenenses? 

Mas os próprios sabem-no!

 

E no entanto, faz questão de andar por aí de "braço dado" com o opositor dos seus candidatos alfenenses, fazendo acordos, gizando estratégias manhosas, favorecendo negócios mais ou menos nebulosos, estudando a melhor forma de ajudar o presidente da Junta/ex-vereador de Fernando Melo/futuro candidato/provável presidente de Câmara em 2017!

 

Arnaldo Soares não dá ponto sem nó e de todas as vezes em que nos cruzarmos com os dois - nos locais mais esconsos e improváveis - não será o futuro do PS concelhio nem sequer o de Valongo que estarão a ser construídos!

 

E por falar em futuro...

 

Alguém sabe o que é que o vice-presidente da Câmara, Eng. Sobral Pires,  mais o "futuro candidato/provável presidente da Câmara/e ainda presidente da Junta de Alfena andarão a tramar no sentido de se apropriarem de um terreno que resultou de cedências no âmbito da urbanização onde se inserem o Restaurante O Teles, Cafetaria Gomes e ex-Restaurante Bibó Porto?

 

O terreno pertence ao domínio público da Câmara e nunca - mas nunca mesmo, Eng. Sobral Pires! - poderá servir para pagar favores aos amigos de Arnaldo Soares, instalando ali a sede dos Motards de Alfena!

 

TAKE 2:

 

A Plataforma Solidária de Alfena é um espaço alegadamente destinado - como diria La Palice - à prática de solidariedade...

 

No mesmo espaço físico, convivem ainda dois projectos, um do âmbito da Câmara e outro da responsabilidade da Junta - Academia Sénior e Escola Sénior, respectivamente, que independentemente das actividades que desenvolvem e que não tenho dúvida nenhuma de que dão resposta aos anseios e necessidades de muitos 'menos jovens',  são geridas da única forma que Arnaldo Soares sabe gerir e que Alfena bem conhece...

 

Por assim ser é que a única IPSS envolvida no acordo tripartido para o funcionamento da dita Plataforma Solidária - a AVA - se afastou do mesmo e exigiu mesmo que a Câmara retirasse o seu nome das placas que a identificam no local.

 

Organização de viagens de avião para visitar Lisboa - embora em low cost - são iniciativas que no momento presente nada têm a ver com solidariedade.

Utilizar o espaço da Plataforma para confeccionar "feijoadas solidárias" num espaço não licenciado para servir refeições para fora, como forma de angariar fundos para a dita viagem e ainda por cima dizendo que se destinam a ajudar o Banco Local de Apoio Alimentar, além de não terem nada de solidário, são vigarice e a Câmara socialista de Valongo nunca deveria deixar-se envolver neste tipo de iniciativas!

 

Mas como quem cala consente, só podemos concluir que o Zé Manel também gosta deste tipo de "feijoadas solidárias" e quem sabe, não terá mesmo mandado hoje o seu motorista ao 'take away' de Alfena buscar uma dose dupla da mesma...

 

 

publicado às 14:21

A 'MORGUE MUNICIPAL' DE VALONGO - ONDE JAZEM PRECOCEMENTE MORTOS OS NOSSOS SONHOS...

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Ontem foi dia de Assembleia Municipal - em versão descentralizada realizada em Campo.

Infelizmente e como já deu para perceber ao longo de quase um ano e meio deste mandato 'socialista atípico', em Valongo continuamos a leste da Democracia, a leste da legalidade, a leste da transparência, a leste de tudo aquilo a que temos direito...

 

A Ordem do Dia da sessão de ontem, estava a bem dizer reduzida à expressão mais simples - 1) Aprovação de actas; 2) Eleição de um Presidente de Junta de Freguesia e seu substituto para o XXII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses; 3) Apreciar a informação escrita do Presidente da Câmara - mas mesmo assim e durante o período de "antes da Ordem do Dia" a coisa desenrolou-se no registo do costume, com o malhar do costume também, as críticas vindas de todas as latitudes menos de uma, as perguntas de todos os lados menos de um.

E tudo isto pontuado pelas costumeiras acusações de falta de transparência, da ausência de um rumo concreto e definido, do vazio de projectos, da degradação acentuada da qualidade dos vários serviços assegurados pela Câmara ou da sua responsabilidade - piscinas, recintos desportivos, zonas de lazer, equipamentos colectivos, instalações diversas...

 

Vários emblemas de campanha do nosso 'presidente do avental' continuam a jazer sobre a 'pedra fria da morgue municipal' ao lado dos nossos sonhos de Setembro de 2013.  E como é seu apanágio, sempre que o confrontam com esse lamentável estado de morte precoce - como foi o caso de ontem - ele veste o discurso de circunstância dos políticos de aviário da nossa praça de cuja fornada é oriundo e reage da forma mais previsível e básica: discurso palavroso, inconsistente, redondo, onde depois de se somarem todas as não-respostas que vai debitando para o gravador, se obtém sempre o também previsível resultado: o zero absoluto.

 

Mas pior que termos um presidente que fala muito e não diz nada, é não termos mais ninguém no grupo dos que o suportam que seja capaz de lhe preencher os vazios governativos. Limitam-se a massajar-lhe  o ego e a 'reforçar-lhe' a inacção incapazes sequer de brandir o verbo em defesa do chefe!

 

O Presidente é pois e de forma cada vez mais visível, um homem só. Por culpa própria - porque foi ele que compôs o ramalhete com que se enfeita - mas também, porque tal como os eucaliptos, ele seca tudo em redor e tem aquela espécie de 'toque de Midas' ao contrário: ouro em que põe o dedo vira seguramente pechisbeque...

 

Tivéssemos nós uma liderança à altura das circunstâncias no Órgão deliberativo - a Assembleia Municipal - e o Presidente da Câmara há muito que estaria a 'piar fininho'. É que existem atropelos à Lei que não deveriam passar sem a adequada reacção do Presidente da AMV, Dr. Abílio Vilas Boas, tais como a sistemática recusa (por omissão displicente) de prestar as informações requeridas pelos deputados da oposição, ou a ostensiva tentativa de colocar o deputado independente à margem do direito à informação, só porque ousou ampliar a voz daqueles muitos - cada vez mais muitos - que têm vindo a dar volume ao grito de denúncia de que o rei vai (de facto) nu.

 

Só por 'inconseguida' tentativa de fazer humor é que alguém pode ousar dizer que 'Mudar Valongo' continua a ser uma marca fiável e que tudo está a decorrer de acordo com o caderno de encargos a ela associado em Setembro de 2013. E talvez por isso se perceba melhor o real significado do ruidoso silêncio dos cada vez mais escassos batedores de palmas do nosso homem do avental.

 

Ontem e uma vez mais, entreguei na Mesa uma lista de perguntas e questões para serem esclarecidas e tal como das vezes anteriores, as minhas expectativas são (quase) nulas! Pelo menos enquanto não me dispuser a "ir por aí acima" até às instâncias da Justiça...

_______________

 

AMV 25FEV2015

Questões ao Presidente da AMV

 

1)

- Sobre a Moção relativa à USF Alfena/Campo - Acta 11 - pode apresentar-nos resultados?

2)

- Pode dar-nos conta de alguma diligência por parte da Câmara relativamente à moção sobre REN (Rede Eléctrica Nacional) aprovada por unanimidade nesta Assembleia - Acta 13 - e se existiu, quais os Resultados?

3)

- Solicito uma informação urgente sobre o estado da participação ao Ministério Público de um caso de corrupção envolvendo um fiscal da Câmara.

4)

- Solicito detalhes sobre o ponto de situação relativo à concessão da BeWater, nomeadamente sobre a constituição da Comissão de Fiscalização e sobre a avaliação externa que estava prevista .

5)

- Ponto de situação sobre a concessão do estacionamento de superfície e garantias sobre o estado actual da verificação obrigatória dos parquímetros instalados. 

6)

- Solicito-lhe uma posição formal sobre tratamento discriminatório por parte do executivo relativamente ao deputado independente no que toca ao direito à informação e também, uma explicação para a mudança da sua parte, relativamente ao que tinha acertado comigo e funcionou durante cerca de um mês.

7)

- Solicito uma informação urgente sobre os moldes em que funcionam as Academia Sénior e Escola Sénior no espaço ocupado pela Plataforma Solidária de Alfena e com quem foram acordados, nomeadamente em relação à imputação de custos.

8)

- Solicito uma informação detalhada e certificada - clara delimitação na planta do PDM que corresponda visualmente à área indicada no mesmo - sobre a UOPG 16 de ALFENA.

publicado às 17:10

VALONGO TEM NOVO PDM - E TAMBÉM NOVAS 'BOLSAS' DE CORRUPÇÃO...

PaosCncelho.jpg

 

Entrou ontem em vigor o novo PDM de Valongo - consultar a publicação em Diário da República AQUI

 

RE_1_PDM_Valongo.png

Trata-se de um instrumento fundamental para o desenvolvimento do nosso Concelho e isso deveria deixar-nos satisfeitos, não fora a desnecessária e lamentável insegurança jurídica introduzida pelo actual presidente da Câmara na parte final do processo.

 

Mas não é apenas essa questão da segurança jurídica invocada pelos subscritores dos votos contra e de abstenção muito crítica em sede da Assembleia Municipal. 

 

Para além dela, subsistem e ampliam-se as bolsas de corrupção do costume e que ao contrário daquilo que seria expectável em resultado da mudança da cor política da Câmara, florescem mais do que nunca - parabéns Dr. Fernando Melo, um dia destes ainda teremos de o considerar um autarca exemplar e impoluto - à luz dos actuais padrões, obviamente...

_______________________

 

Esta é mais uma UOPG 'metida à pressão' por José Manuel Ribeiro e o seu 'assessor' arquitecto Vítor Sá, "a pedido de várias famílias" e onde vai ser gerada muita riqueza.

Para quem? Essa é a pergunta para "um milhão de dólares", mas no ponto em que o atoleiro se encontra, será que isso é importante?

 

REC_2_PDM_Valongo.png

Captura de ecrã 2015-02-14, às 16.53.18.png

Captura de ecrã 2015-02-14, às 17.07.36.png

 

Primeiro recorte permite ver a UOPG 16 enquadrada com a UOPG 06 (a do "garimpo"), do lado direito e a cor de rosa.

No segundo recorte e com maior detalhe,  a dita UOPG 16.

 

________________________

 

 

Passam portanto a ser duas as bolsas mais 'relevantes' da florescente corrupção valonguense, sendo que a do "garimpo" (a UOPG 06) impulsionada pelo novo instrumento, não tardará muito em ver o seu valor actual nos fundos imobiliários NOVIMOVEST em que se insere, que neste momento é de (apenas) 8,225 ME - começou em 4 ME em 2009 - a subir de novo para os 20 ME que já estiveram registados na CMVM, salvo erro até 2010, valor corrigido 'em baixa' devido aos sucessivos adiamentos do PDM.

 

NOVIMOVEST_CMVM_1.png

NOVIMOVEST_CMVM_2.png

 

_____________________

 

E viva a transparência da Câmara mais opaca do País, onde os negócios do imobiliário e do urbanismo continuarão a permitir ganhar dinheiro de forma (bem) mais fácil do que em muitos concelhos vizinhos... 

 

 

 

publicado às 20:23

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