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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

CÂMARA DE VALONGO - 'CHAMEM A POLÍCIA'...

20150618_151839.jpg

 

Ontem foi dia de reunião pública de Câmara - em Valongo do nosso descontentamento...

 

O muito Público presente não teve razões para se sentir defraudado com a 'prestação artística' da maioria relativa que nos (des)governa.

Especial destaque, ontem, para a sessão de 'auto-flagelação' do presidente da triste figura que calhou a Valongo suportar por um único mandato - eu espero que a nossa desdita não vá além disso...

 

Entre 'semanas de prestação de contas' - hoje em Alfena a última sessão - que não prestam contas nenhumas porque as contas que ele presta não prestam para nada e um caso lamentável de compadrio e prevaricação que envolve duas amigas do presidente que orbitam no perímetro compreendido entre a Câmara e a Junta de Freguesia, lá decorreu aos solavancos a triste sessão.

 

O episódio protagonizado pela ditas amigas do presidente ou dos amigos dos amigos que saltitam à volta do mesmo e que intervieram no ponto destinado ao Público na qualidade de condóminas de um empreendimento sito na Travessa da Curpilheira em Alfena a que já aqui me referi há uns dias atrás, foi uma espécie de 'cereja no topo do bolo' da lamentável sessão.

Tentaram as senhoras, de forma lamentável como todos registamos, desmontar as intervenções anteriores - minha e de um outro munícipe que falou a seguir a mim em nome de um numeroso grupo de moradores do referido empreendimento ali presentes.

Tínhamos acabado de criticar a actuação dos serviços camarários que espatifaram - literalmente - equipamento colectivo privado dos condóminos a pedido de 7 'donos e senhores' do condomínio, entre os quais se incluem as ditas senhoras e que perante o protesto dos restantes moradores, bateram em retirada deixando o amontoado de destroços que as fotografias que já aqui publiquei documentam bem.

 

Pois bem, o presidente democrata e socialista(?), ou vice-versa, José Manuel Ribeiro, permitiu que a senhora Paula Babo pronunciasse o meu nome aí umas 10 vezes e lesse na íntegra o post publicado sobre a 'prevaricação' da Câmara relativamente ao condomínio da Curpilheira, em vez de a avisar que aquele não era o lugar nem o momento para intervenções lamentáveis de cariz pessoal e depois, perante o meu protesto e a exigência do direito de resposta - ou defesa da honra -não me deu a palavra.

 

Em vez disso e perante a minha insistência, preferiu relembrar-nos a saudosa banda dos 'Trabalhadores do Comércio' e uma das sua mais conhecidas criações: "Chamem a Polícia" - literalmente!

 

Antes da Polícia - que afinal não veio - porque em privado o presidente terá mandado 'deschamá-la' - ouve ainda lugar a algumas explicações atamancadas do vice-presidente relativamente ao conjunto de perguntas por mim colocadas: sobre o dito empreendimento da Curpilheira, sobre um litígio entre dois moradores na Rua Raul Proença e ainda sobre o caso da greve da fome em frente à Câmara ocorrido há dias.

 

Relativamente à Curpilheira, ficamos a saber que a Câmara, através do engenheiro Delfim, chefe da divisão de Obras resolveu entrar pelo empreendimento como 'boi em seara' destruindo a eito o que não tinha o direito de destruir.

 

 

É uma característica criticável nalguns bombeiros, que quando solicitados a intervir num fogo, sobretudo quando quem grita é amigo próximo, entrarem 'a matar' destruindo tudo o que encontram pela frente para chegarem ao foco do incêndio. Às vezes não é preciso fazer isso e eu que dou formação na área sei do que falo.

 

Foi o que aconteceu com a divisão de Obras da Câmara e isto, numa 'Câmara de direito' e entidade de bem, deveria fazer 'rolar cabeças' - digo eu que sou um cidadão sem 'deformações profissionais'

 

O parque infantil escavacado e o poli-desportivo que o seria a seguir, numa primeira fase eram "públicos", logo, qual seara, podiam ser destruídos. Perante os protestos dos legítimos donos, aliás, condóminos, passaram a "privados" e foram deixados no estado em que estão e documentados nas fotos já publicadas!

 

Foi uma explicação atamancada, engenheiro Sobral Pires e como disse o condómino que interveio ontem, "quem estraga velho paga novo!"

 

Para amenizar a coisa, convido todos a recordarem o "Chamem a Polícia" e os Trabalhadores do Comércio...

 

 

publicado às 10:07

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