CÂMARA DE VALONGO - O PREOCUPANTE SILÊNCIO DOS ADVERSÁRIOS...
No rescaldo da minha 'carta aberta ao presidente', alguns 'amigos de ocasião' de José Manuel Ribeiro e habituais 'cobradores de alguma coisinha' nos momentos que se seguem às vitórias, reagiram às minhas críticas com os habituais chavões, sinal evidente de que lhes faltam argumentos ou inteligência para os elaborar.
Um excerto bem elucidativo:
(...)
"É preciso dar tempo ao tempo, depois deixar funcionar a democracia.
Critica há e haverá, é para isso que existe a oposição, pior é quando a oposição não tem necessidade de criticar!
Sabe snr. Celestino, eu bem que avisei o candidato, mas ele não me quis ouvir, só que agora já é tarde e ele mesmo já deveria ter constatado esse facto.
Mas. lá diz o povo;CESTEIRO QUE FAZ UM CESTO FAZ UM CENTO, ou seja quem virou uma vez vira, vira, vira,vira, é um vira vento.
Cumpts
Amílcar"
Conheço bem o tipo de fidelidades que esta gente representa e por isso nem vou perder tempo a desmontar a sua 'argumentação'. Parafraseando o ditado, com eles do seu lado o Dr. José Manuel Ribeiro "não precisa de inimigos"...
Mas talvez fosse avisado que todos - membros do executivo, presidente da Câmara, todo o seu staff e colaboradores mais directos - tivessem em linha de conta um princípio basilar da 'auto-defesa' em política:
"Mais do que o vigor das críticas dos nossos amigos, o que nos deve preocupar mesmo é o silêncio dos nossos adversários"...
É curioso, mas recordo-me de em muitos momentos da campanha de 2013, José Manuel Ribeiro me ter pedido a opinião sobre determinadas situações e me colocar sempre 'à cabeça' que queria "uma opinião sincera".
Pois é...
Os amigos verdadeiros dizem-nos sempre o que precisamos ouvir - e nem sempre isso coincide com o que gostaríamos que nos dissessem...
