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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

COMBATE À CORRUPÇÃO... COMBATE?

Captura de ecrã 2018-12-19, às 11.06.57.png

 

Parece ser o assunto do dia - AQUI, ainda AQUI e também AQUI - e quem se limitar a ler as 'gordas' sem ter a preocupação de introduzir na sua análise factores de correcção de contexto, ao ver, ouvir e ler o que dizem o sindicato e os magistrados do Ministério Público sobre o assunto, corre sérios riscos de o interpretar à letra e por essa via achar que o calor com que o MP fala sobre as ideias dos políticos para a composição do Conselho Superior do Ministério Público significa que os magistrados e o sindicato estão (mesmo) a falar a sério!

 

(Sobre a senhora procuradora Lucíla Gago não me ocorre por enquanto dizer nada - com todo o respeito, ainda não percebi muito bem se 'carne ou peixe'...).

 

Podia apontar um sem número de exemplos de mau funcionamento do MP no 'tal combate de que agora fala' e que nos conduziriam seguramente a uma visão contrária àquela que o sindicato dos magistrados invoca para a sua última peleja (?) com os políticos - sobretudo com Rui Rio que assume apenas o papel desagradável de expressar em voz alta o que a maioria dos políticos profere em surdina - mas acho que o consigo fazer com um único exemplo:

 

Valongo, Conselho onde vivo, foi durante muitos anos (e é ainda) uma espécie de anedota nacional no que à corrupção ao nível do Poder local diz respeito - favorecimento ilícito, ajustes directos como regra e não excepção, má gestão dos dinheiros públicos, especulação imobiliária...

Em 2011 decorria aqui no nosso 'subúrbio' - é o epíteto que desde há muito uma grande parte dos valonguenses atribuem a esta parcela de terreno separada há muitos anos e em grande parte da vasta região das 'Terras da Maia'  - decorria aqui uma vasta operação de especulação com terrenos protegidos (RAN e REN) por parte de um grupo financeiro - NOVIMOVEST - pertencente ao Banco Santander onde esteve - não sei se ainda está - António Vitorino e onde um familiar de Narciso Miranda teve um papel preponderante como 'testa de ferro' na abordagem aos proprietários rurais.

(Foi aquele caso da compra de vários lotes de terreno por um valor de 4 milhões e vendidos no mesmo dia e na mesma Conservatória por 20 milhões, com a anexação de um 'documento relevante' assinado pelo então vereador do urbanismo, José Luís Pinto - AQUI).

 

* O Dr. Paulo Morais apresentou uma denúncia no Ministério Público relativamente a esse atentado (processo n.º 2412/11.5 TAVLG) mas pelos vistos não foi apurada matéria suficiente (?) para produzir uma acusação - arquive-se portanto...

 

* Em Dezembro de 2015 e depois de recolher imensa informação relacionada, no âmbito de um outro processo - por difamação agravada ao actual autarca de Valongo - entreguei nova denúncia (processo n.º 2987/15.0 T9VLG) e que motivou o "desarquivamento" do anterior. Tem estado em investigação desde então - entre o MP e a Polícia Judiciária onde ainda 'jaz'...

 

Por isso...

 

Senhor António Ventinhas, aprecio muito o calor que tem posto na defesa da 'sua dama', mas quer parecer-me que  ela não á a mesma 'dama' que interessa ao Povo português e a Portugal...

 

 (Tendo a considerar que no caso em apreço Rui Rio possa estar certo pelas razões erradas).  

 

 

publicado às 09:48

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