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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ESTE RIO IMENSO - DE MIM...

Captura de ecrã 2016-11-12, às 00.19.08.png

Acabei de decidir sobre uma relevante alteração que irei introduzir nas minhas prioridades num futuro mais ou menos próximo...

 

No momento em que nenhuma espada pender sobre este Blog, no momento em que todos aqueles que o querem (e me querem) silenciar se tiverem remetido eles próprios ao silêncio dos que não têm razão, no momento em que qualquer decisão sobre o que faço ou tencione fazer dependa apenas de mim, nesse momento, iniciarei uma espécie de período sabático que há muito venho adiando e durante o qual tentarei focar-me no meu mundo mais próximo.

 

No fundo farei um pouco aquilo que fazem os corredores de fundo que não conversam entre si para melhor controlarem a respiração com vistas à obtenção dos melhores resultados na respectiva prova.

É claro que parto do princípio de que a minha maratona não durará o tempo todo e que virá de novo o tempo em que terei novamente tempo para voltar a dosear de forma menos exigente a respiração e a conversa - acho eu...

 

Tenho há demasiados anos à espera de melhores dias, um livro inacabado que no começo era apenas um minúsculo córrego - menos que rio, talvez menos até que um dos ribeiros da minha terra, mas que de tanto esperar por mim e pela minha disponibilidade, foi ganhando dimensão de rio caudaloso que já quase transborda das duas margens de mim.

A mente inquieta da Terra como Limite e a alma serena da Terra Molhada são as margens que o bordejam e que, metades da mesma realidade, justificam há muito uma ponte que as una e algum trabalho que as embeleze - porque qualquer rio que se preze só faz sentido se for plena a sua fruição, margens incluídas.

 

Iniciarei pois - no momento em que seja apenas eu a decidir - a construção dessa ponte e o  desassoreamento das margens deste rio que tenta há muito fazer o seu caminho até ao mar imenso daqueles que me seguem e que esperam talvez um pouco mais de mim para além da rotineira gestão do ritmo sensaborão da nossa política caseira...

 

publicado às 23:45

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