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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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LITIGÂNCIAS DE MÁ FÉ...

Os mais atentos não se surpreenderão muito com a litigância de má fé que está em curso nos Bombeiros Voluntários de Ermesinde.

Surpreendidos ficaram seguramente os anteriores dirigentes da Associação Humanitária, quando contra o que 'era hábito' viram a maioria dos sócios votarem na lista 'B' pondo fim a um ciclo de nepotismo e má gestão que em nada tem contribuído nos últimos anos para reforçar o prestígio de uma Instituição como a dos BVE - antes pelo contrário!

 

Lamentável neste processo é o mau funcionamento da nossa Justiça (TAF de Penafiel e Tribunal de Valongo que trata estes casos como se estivesse apenas a derimir um conflito entre facções adversárias de um qualquer 'grupo da bisca lambida', andando às voltas com o mesmo há mais de um mês, nomeadamente com a da providência cautelar que visou impedir a tomada de posse dos corpos sociais eleitos.

 

À cabeça da Direcção, esteve até Dezembro - e está ainda, graças à tal litigância - Artur Carneiro.

 

É impossível não estabelecer aqui um paralelo entre esta litigância e aqueloutra relacionada com a insolvência da SEC - Sociedade de Empreitadas e Construções, SA.

 

Foi em determinado momento remetido para o Administrador Judicial Provisório, um Requerimento do advogado da SEC, no sentido de avançar com o pedido de insolvência porque "apesar de toda a boa vontade e empenho demonstrados quer pela devedora, quer pela maioria dos seus credores no curso do presente Processo Especial de Revitalização(?!) e blábláblá" a situação financeira da devedora não tem melhorado".

 

Se tal acção tivesse prosseguido sem má fé, os trabalhadores despedidos sem qualquer indemnização, com salários e subsídios em dívida e sem qualquer respeito pela sua dignidade e em muitos casos, pela dedicação de muitos anos de trabalho exemplar ao serviço da empresa, teriam ao menos conseguido aceder ao fundo de garantia salarial, decretada que fosse a falência que eles próprios solicitaram também através do seu advogado.

 

Mas eis que surge também aqui a figura de Artur Carneiro que de forma inexplicável e aparentemente imbuído de um espírito de vingança cujas fundamentações me escapam, resolve dar o dito por não dito e contestar a insolvência!

 

Nem mais!

 

Artur Carneiro, o mesmo rosto para as duas faces desta miserável moeda - Bombeiros de Ermesinde e SEC.

Nas duas situações ele e quem o assessora sabem que a justiça é lenta e essa lentidão funciona sempre contra os lesados, no caso dos Bombeiros e contra os mais frágeis, aqueles que contam os tostões para a sopa e a bucha diárias, no caso dos trabalhadores roubados da SEC.

 

Dois casos lamentáveis de total ausência de sentido de responsabilidade e de sentido cívico que registamos 'para memória futura' e que esperamos que mais tarde ou mais cedo - neste caso mais tarde - a Justiça saiba punir devidamente.

 

(A propósito deste caso da SEC estou ainda a aguardar uma explicação da empresa EGEO que há dias levou a cabo uma estranha operação de "limpesa" nas antigas instalações em Alfena e a que já fiz referência há dias.

Fui contactado por um responsável de Lisboa que me disse que a operação tinha sido tratada pela sucursal da Trofa e "que iria averiguar e logo que possível me ligaria". Tenho estado a aguardar 'sentado'...).

 

O Requerimento acima referido:

 

 

publicado às 13:49

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