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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

MUDAR VALONGO É POSSÍVEL SIM - MAS NUNCA COM JOSÉ MANUEL RIBEIRO NA LIDERANÇA!

Captura de ecrã 2017-09-09, às 14.29.17.png

 

Os valonguenses andaram durante quase 20 anos a queixar-se (e com toda a razão) do compadrio instalado na governação da sua Câmara, da promiscuidade entre os interesses público e privado, do favorecimento das freguesias que são governadas pelos presidentes ‘mais amigos’ em prejuízo daquelas onde governam presidentes de junta que não são ‘da cor’, das obras e aquisições diversas assentes essencialmente nos famigerados ajustes directos em prejuízo de contratos públicos, mais transparentes e que melhor salvaguardam o interesse Público, da facilidade de acesso dos habituais ‘boys’, seja a serviços, seja a protocolos de teor cultural ou outro, seja a qualquer tipo de contratação em desfavor do munícipe anónimo ou de ‘cor diferente’...

 

Em 2013 prometeram-nos mudar tudo isso – ‘MUDAR VALONGO’ era o slogan bonito e apelativo destinado a capitalizar a nossa revolta.

 

Tendo em conta a experiência adquirida ao longo destes 4 anos de mandato ‘cor de rosa’ - de desonestidade intelectual, de falta de sentido de cidadania de perseguição de pessoas apenas por serem críticas ou por discordarem da opinião dominante, nomeadamente da do presidente da Câmara, ou por discordarem simplesmente de um ou outro aspecto pontual e às vezes quase irrelevante - vale a pena colocar, neste momento em que a MUDANÇA se torna de novo possível, algumas questões de importância inquestionável:

 

  • Na actual – desde 2013 - gestão da Câmara, mudou algo de fundamental em relação ao passado ou antes pelo contrário?
  • O acesso à informação detalhada sobre processos e documentação diversa (que é pública nos termos da Lei) foi melhorado ou antes pelo contrário?
  • Os deputados da Assembleia Municipal (os da oposição evidentemente) viram a sua relação com a Câmara facilitada, ou antes pelo contrário?
  • Nos investimentos nas diversas freguesias (e tendo em conta que continuamos a viver em período de contenção imposta pelo PAEL) tem havido uma especial preocupação com a equidade, tendo em conta o histórico de investimentos ao longos dos mandatos anteriores a 2013, ou antes pelo contrário?
  • O contacto directo com os cidadãos, seja por iniciativa do executivo seja a solicitação dos mesmos (audiências semanais, pedidos de grupos de cidadãos para serem recebidos a propósito de situações do âmbito das suas localidades, da sua Rua ou do seu Bairro) melhorou ou antes pelo contrário?
  • Alguns processos litigiosos nomeadamente de âmbito urbanístico, seja em relação à Câmara seja entre vizinhos, seja com outros actores (muitos dos quais se arrastam há vários anos e que chegaram mesmo a merecer especial atenção do actual presidente) foram resolvidos a contento dos lesados, ou pelo menos a contento da Lei ou antes pelo contrário?
  • A melhoria das acessibilidades (acessos as serviços públicos ou nas principais vias públicas municipais) de pessoas com mobilidade reduzida, colocação de passadeiras em número e localização adequados, de rampas nos passeios, de equipamentos de moderação do tráfego, etc., melhoraram ou antes pelo contrário?
  • A melhoria - ou instalação onde infelizmente ainda não exista – da rede de saneamento básico tem sido uma preocupação deste executivo na relação com a concessionária BeWater ou antes pelo contrário?
  • A pressão que tem sido exercida junto dos prestadores do serviço de transporte público tem sido suficiente, no sentido de melhorar o nível de cobertura da rede (junto das escolas, de instalações de serviço público, de hospitais, de centros de saúde, de serviços de apoio social e/ou cultural e outros, dos bairros sociais, zonas mais periféricas do Concelho, etc.,) ou antes pelo contrário?

 

Estas são algumas questões bem adequadas ao momento e de cuja resposta pode depender muito o nosso sentido de voto.

 

Pela tal experiência adquirida, quem em 2013 colocou ‘toda a carne no assador’ para derrotar o projecto de João Paulo Baltazar e depois se refastelou confortavelmente nos resultados do nosso voto para nos trair fazendo o contrário do prometido ou pelo menos não fazendo nada de substancialmente diferente (José Manuel Ribeiro) não merece de forma alguma continuar a governar Valongo!

 

Dois cuidados que os valonguenses não devem perder de vista na hora de votar:

 

*  No actual contexto, a candidatura encabeçada por José Manuel Ribeiro é a que mais prejudicará a possibilidade de Valongo poder evoluir no contexto da região do Grande Porto.

*   Mesmo em relação a todos os restantes projectos, o actual ‘estado da arte’ em termos de subúrbio aconselha a máxima prudência e a não colocar nas mãos de ninguém a possibilidade de governar Valongo em maioria absoluta.

______________________

P.S.: É verdadeiramente um atentado à inteligência dos eleitores de Valongo a vergonha que representa a actual distibuição em massa por equipas múltiplas num porta-a-porta rigoroso, do 'quilo e meio' de papel que compõe o último número do 'Boletim Municipal' - como ontem mais uma vez tive possibilidade de constatar em Alfena!

Do que se trata verdadeiramente é de uma encapotada (?) acção de campanha do PS de Valongo, uma compilação de 'verdades de La Palisse', de meias verdades e de muitas mentiras, visando criar a (falsa) ideia de que Valongo está na senda do progresso e que se impõe 'defendê-lo e consolidá-lo' votando no 'José Manuel Ribeiro do costume'.

A oposição e a CNE a solicitação das várias forças políticas que concorrem contra a 'maioria cor de rosa', deveriam investigar estas habilidade manhosas do presidente da Câmara - na senda aliás do que fez em 2013 com a distribuição massiva de um 'Polvo à Vallis Longus' que ninguém sabe ainda como foi pago...  

publicado às 14:09

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