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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ALFENA - 'URBANISMO CRIATIVO' (ACTUALIZAÇÃO)...

Bem, acho que agora fica mais completa toda a informação relacionada com a construção do 'triângulo de Alfena'...

 

Com estas fotos do Bing que um amigo acaba de me enviar, fica mais nítida a dimensão do 'atentado'.

 

Da mesma forma que Arnaldo Soares fez questão de destacar a posição coerente, firme e responsável do grupo municipal do PS na Assembleia Municipal sobre este assunto, eu fico agora a aguardar uma atitude equivalente do presidente da Junta de Freguesia de Alfena em relação àqueles casos que 'correm termos' na Câmara, já do tempo de Fernando Melo e bem mais graves até do que este último assomo de 'urbanismo criativo' da Rua do Viveiro.

 

Num pequeno apontamento irónico a propósito deste caso, dizia-me há pouco um amigo que 'percebe da poda' nesta coisa de construir casas, que a Câmara talvez nem precise de demolir os muros do dito 'triângulo', pois da forma que eles foram construídos não tardarão a dar 'sinal de fraqueza'.

 

Talvez, digo eu, que disso não percebo nada...


 

O "ANTES" - versão 2:

 

 

publicado às 18:46

ALFENA E OS 'EMPLASTROS'...

Já aqui escrevi pelo menos uma vez que me recorde, sobre a Festa de Nossa Senhora do Amparo em Alfena.

Disse-o então e quem me conhece nem precisaria que o fizesse, que sou tendencialmente agnóstico, o que não significa que não admire o enorme contributo que a nossa comunidade religiosa, caracterizada sobretudo por 3 grandes núcleos - Nossa Senhora da Paz, S.Vicente e Nossa Senhora do Amparo - não represente uma enorme mais valia para toda a restante comunidade.

 

E porque penso assim, é sempre com muito prazer que contribuo na medida do que posso e financeiramente - já que não o faço em 'espécie' -  para ajudar os muitos voluntários e 'activistas' que se disponibilizam, pelo menos uma vez por ano, para manter vivas as tradições de carácter religioso da nossa terra.

 

No passado fim de semana, foi a lufa-lufa do costume - de todos os anos - com a feitura do gigantesco tapete de flores para embelezar as festividades de Nossa Senhora do Amparo, este ano com uma 'ajuda' que bem se dispensaria: a chuva.

 

De qualquer forma e de acordo com o que pude ver por algumas fotografias que por aí circulam, no essencial nem a Santa nem as pessoas têm motivos para se sentir menos honrados, pois a única diferença a assinalar terá sido o maior trabalho para manter e reparar alguns estragos provocados pelo 'dilúvio'.

 

No dia e no que às festividades diz respeito, S. Pedro resolveu colaborar e já não houve problemas de maior: a Procissão, as cerimónias religiosas e a festa propriamente dita - novamente baseando-me em observações amigas, dado que não estive por cá - correram como previsto, isto é, muito bem.

 

Até no que aos 'emplastros' do costume diz respeito, este ano não foi muito diferente: para além dos convidados protocolares - autoridades religiosas e civis, voltamos a ver em lugar de destaque - antes do Povo - os ditos cujos, que costumam aparecer sempre sem ser convidados - para serem vistos e para a fotografiazinha muito útil para impressionar os amigos do 'feissebocas'.

 

Eram pelo menos dois, sendo que nenhum deles era o conhecido 'filho do Pinto da Costa e do Vitor Baía'.

Curiosamente e embora pudesse colocar-se no lugar das 'autoridades civis' - por ser deputado municipal - o candidato de Mudar Valongo optou por uma postura sóbria e discreta de simples presença no lugar do 'outro Povo' aquele que prefere ficar de lado a presenciar a passagem e que é uma forma de participação tão importante como a de desfilar.

 

Aos muitos que fizeram fotografias - e porque 1 imagem vale mais que 1000 palavras - agradeço se me puderem enviar pelo menos uma foto dos ditos, que não sendo nem autoridades religiosas nem civis - já o foram, deixaram de o ser e talvez possam, quem sabe, voltar a sê-lo um dia - merecem apesar de tudo, um registo para a ´memória futura' deste Blog: Tudo o que seja genuinamente 'exótico', merece sempre ser destacado...

publicado às 23:02

APANHADOS DE VALONGO E ALFENA - TAKE # 2

 

(...)

 

 

(...)

 

Ora bem...

 

Parece que - mais uma vez à margem da lei - o nosso presidente não eleito tenta trocar as voltas à verdade.

Na explicação atamancada que mandou remeter ao Presidente da Assembleia Municipal na sequência da queixa apresentada pelo candidato do Partido Socialista, João Paulo Baltazar fala na  celebração de um protocolo para a  "(...) implantação no local de um parque de lazer, tendo sido já consultada a CCDRN que, na sequência de várias reuniões técnicas havidas, emitiu já um parecer prévio favorável".


Desta vez tem a companhia do previsível aliado alfenense e actual presidente de Junta, que obviamente vê neste negócio da área de lazer uma oportunidade única de matar com a mesma cajadada dois coelhos - ou três para ser mais preciso:

Constrói um cenário engraçado para posar para a fotografia eleitoral, quer para ele, quer para o herdeiro de Fernando Melo, beneficia o amigo Sebastião, que neste caso dará supostamente um chouriço recebendo em troca um bem nutrido porco e deixará - esta a terceira parte da cajadada - numa posição desconfortável os detentores da actual maioria do executivo da junta e membros dos Unidos por Alfena.

 

Esta última parte até me divertiria, se o assunto não fedesse por todos os poros e se não estivéssemos aqui perante mais um possível estratagema para a troco da cedência do terreno situado à margem da Rua de S. Vicente (em frente ao Cemitério Paroquial de Alfena) - aquele onde foram depositados os camiões e inertes retirados do arranjo do espaço destinado à Urbanização do Toninho do Cabo e também da futura Unidade de Saúde - conseguir passar o índice de construção na área remanescente, do 1,0 previsto no protocolo de 2001, para sabe-se lá quanto.

 

Mas o curioso, é que no caso presente, essa possível cedência do dito terreno nem sequer é feita a título definitivo, mas sim por um período pré-estabelecido! 

 

Caso para perguntar como é que se cede temporariamente um bem e se obtém em troca um ganho definitivo?

 

Este caso tem inúmeras pontas soltas e não é com não respostas ou 'esclarecimentos a fingir' como aquele que foi enviado ao Presidente da Assembleia Municipal a propósito da queixa apresentada pelo candidato do Partido Socialista que o assunto fica esclarecido!

 

A verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade, é o que se exige sobre este e outros nebulosos assuntos que poluem Alfena!

publicado às 19:11

ARNALDO SOARES - O REGRESSO...

Esta bem podia chamar-se a história do homem que teve muito e perdeu tudo...

Bem, quase tudo, porque entre as muitas perdas ganhou uma sala de aulas e alunos seguramente ávidos de beber a imensa sabedoria de que o Dr. Arnaldo Soares é possuidor.

Sim é sobre o Vereador caído em desgraça que queremos hoje escrever.

Não sabemos ainda como estará a encarar esta radical mudança de vida.

Cair abaixo de uma Câmara falida, mas que apesar de tudo, ou sobretudo por via disso, lhe prodigalizava uma série de mordomias e ganhar de novo uma nova (velha) vidinha de mestre escola, com horas contadas, com a constante atenção aos toques de entrada ou saída, com o trabalho de casa - sim, que um professor tem necessidade de fazer trabalho de casa - com a formação contínua, com a progressão na carreira feita ao sabor das contingências políticas, enfim, todo um ciclo diário/semanal de vida bem diferente daquele a que estava habituado, não deve estar a ser nada fácil.

Mas o pior de toda esta radical mudança, em que a serenidade seria importante para poder refazer rotinas - ensinar, apesar de tudo, (ainda) é feito de rotinas - é ela ocorrer logo agora num momento em que se aproxima a passos largos a hora das opções do costume - que 2013 é já amanhã - de corresponder às expectativas de alguns dos patrocinadores da sua tentativa falhada, muitos deles algo descontentes com a sua fraca prestação e com o inexistente retorno dos investimentos que nele terão feito, mas apesar de tudo, acreditando ainda que nem tudo estará perdido e alimentando apesar de todos os desaires, a inconfessada esperança de o terem uma outra vez ainda, à cabeça de um novo (velho) projecto.

É natural que o solicitem, melhor, que o pressionem, que o procurem, que lhe telefonem, que tentem convencê-lo a não desistir de os ajudar.

Porque eles sabem, que "unidos" têm mais hipóteses de voltar a iludir as gentes simples da nossa terra.

Mas isso vai exigir muito empenho, muitos transtornos, provavelmente, algumas reprimendas da hierarquia escolar devido a alguns pequenos deficits na sua prestação profissional - naturais aliás, depois de um afastamento tão prolongado - muita rebobinagem de um filme já visto, mas que tudo indica que terá, como todas as grandes produções, uma sequela.

Só que o problema das sequelas, é ficarem sempre muito aquem da primeira versão.

Claro que entre os muitos críticos deste tipo de fitas, há aqueles que duvidam  que o homem que já esteve lá em cima na zona VIP, vá querer calçar de novo os ténis e voltar ao terreno, para calcorrear de novo os caminhos da nobre Al Henna, ou a munir-se dos apetrechos para uma mais que improvável pesca num rio onde ajudou a plantar alguns tubarões mas onde só os patos conseguiram resistir.

Na pesca que alguns sonham que ele aceite tentar de novo, só pederiam sair presos no anzol alguns sapatos rotos, alguns pneus sem utilidade, muitos trapos, quiçá, mesmo alguma roupa suja, que o Leça de tanto ter sido enganado, de tão esquecido nas promessas de amor que lhe fizeram, mesmo que peixe tivesse, o que não é o caso, iria seguramente escondê-lo dos predadores, agora que já os conhece bem!

publicado às 21:32

REN - REDE ELÉCTRICA NACIONAL - A LEI DO "QUERO POSSO E MANDO"?

Ficamos a saber na última reunião de Junta, que a REN - Rede Eléctrica Nacional - uma empresa que a cumprir-se o calendário da "venda de todos os anéis" por parte deste governo, será privatizada no decurso deste ano, se prepara para passar a potência da energia que circula sobre as cabeças dos alfenenses, de 220 para 400 KVA.

A REN é (infelizmente) nada mais nada menos que a "dona" da maior parte do espaço aéreo nacional abaixo da altitude de navegação aérea.

 

Ao longo dos últimos anos, comportando-se como dona de facto do País, habituou-se e quase nos habituou também, a aceitar que a deixássemos habituar a comportar-se como dona do País. Mexia no território como queria, instalava estendais aéreos por tudo quanto é sítio - rasgando montes e vales ou simplesmente, passando por cima de espaços urbanos, se esse fosse o caminho mais curto para o lucro.

 

Os governos deixaram e as populações, de forma mais ou menos inconformista, nunca puderam contar com um verdadeiro apoio dos órgãos de poder - central e local - e foram convivendo com esta situação terceiro-mundista de "verem o céu às riscas", com a agravante das dúvidas que se têm vindo insistentemente a colocar relativamente ao efeito nocivo para a nossa saúde, dos campos electromagnéticos gerados por estes estendais.

 

É verdade, que já não conseguimos viver sem as dezenas de tomadas de uma vugar habitação, para ligarmos as dezenas de aparelhos e equipamentos de que necessitamos no nosso dia a dia, isto já para não falar das empresas de onde nos vem o dinheiro necessário para, com maior ou menor dificuldade, pagar as facturas mensais que a EDP não se esquece de nos remeter na data certa.

 

O problema não é esse. A questão relevante a que teremos de estar atentos - no caso de Alfena, mas também em Campo e Sobrado - é saber se a nossa Câmara vai lançar mão de todos os instrumentos legais que tem ao seu alcance, para travar este comportamento de "senhor feudal" da REN, que se acha com direito a continuar na mesma senda terceiro-mundista que tem seguido até aqui. Precisa de duplicar a potência? Muito bem! Escolha o percurso que menos prejudique as populações e proceda como nos países civilizados, isto é, enterre as linhas - como aliás o fez recentemente em Ermesinde.

Mais estendais ou estendais reforçados não! Os lucros que tem registado, dão para fazer o trabalho bem feito e para respeitar os direitos dos outros!

 

A nossa Junta enviou uma exposição neste sentido no âmbito da consulta pública, a Câmara aprovou uma resolução no mesmo sentido - embora tenha escondido sem "alarme" no seu site o edital da consulta pública que termina na segunda feira! Todos aparentemente e até agora, estão a fazer o que se impõe, mas com este tipo de empresas, todo o cuidado é pouco e têm de ser vigiadas de perto, quando não, acordaremos um dia destes  com o azul do céu ainda mais riscado do que já está e com mais uns quantos pontos acrescentados à escala de riscos para a nossa saúde.

publicado às 10:46

JÁ QUE NADA FAZEM AO MENOS FALEM-NOS... MAS COM VERDADE, PORRA!

De um alfenense preocupado com os problemas da nossa cidade e sobretudo - tal como eu procuro fazê-lo - atento em relação às responsabilidades de quem a governa e que, com os seus actos ou omissões, contribui para o actual estado perfeita indigência da nossa autarquia - " milhões" de promessas por cumprir, "dezenas de milhões" de projectos que ocupam "milhares" de gavetas da casa/sede do poder local a ganhar bolor e a serem devorados pelas traças, porque o dinheiro não chega para tudo e as bolas de naftalina apesar de tudo e devido à quantidade necessária, ainda ficam caras - recebi o trabalho que se segue. Excelente contributo aliás e um exemplo daquilo que deve ser o pleno exercício de uma Cidadania responsável.

Diz-me que prefere por enquanto manter o anonimato, porque tendo apoiado este pseudo projecto dos Unidos por Alfena, ainda não se sente  preparado para o assumir publicamente e pede-me que pondere a publicação do resultado de uma tarde de mau tempo que o reteve em casa no último fim de semana e que lhe possibilitou a elaboração desta excelente - digo eu - reflexão. 

Foi aliás, mais um alfenense que tal como eu, não foi em magustos para "encher pneus" e optou por trabalhar em prol da Comunidade - sim, que o texto que reproduzo a seguir com todo o gosto, é um excelente trabalho a merecer toda a nossa atenta ponderação.


Porque sei que o «Amigo» é uma pessoa atenta e interventiva e tem uma  «montra» magnífica, visitada por muita gente, deixo aqui um pequeno  contributo que elaborei este fim-de-semana (passado em casa devido o  mau tempo) depois de ter lido um comunicado recente da junta de  freguesia e que pela 1ª vez me suscitou dúvidas. Eis o resultado da  minha pequena e humilde investigação... e desculpe o anonimato mas  tenho alguns receios e vergonha de me expor...

----------------------------------------------------------------------

 

 "JÁ QUE NADA FAZEM AO MENOS FALEM-NOS... MAS COM VERDADE, PORRA!"

Não gosto que me enganem!

Também não gosto que me façam «passar por parvo»...

Mas que me façam estas duas coisas em simultâneo e de forma  repetida... alto lá!!!

Moro em Alfena há alguns anos, não muitos, mas os suficientes para merecer ser tratado com respeito. E igual tratamento merece a minha inteligência, que não é maior nem menor que a do comum dos Alfenenses.

Ajudei, em consciência e com o meu voto, a eleger as pessoas que  actualmente governam a Junta de Freguesia.

Não ando nem mais, nem menos atento, ao que me rodeia do que outros, vou ouvindo, vou lendo e de vez em quando até troco umas impressões sobre aquilo que se passa na freguesia... embora deva confessar que a paciência para aturar os políticos nestes dias já não ande pelo melhor, o que de resto é compreensível, não?

Confesso que tenho andado um pouco alheado daquilo que se passa na freguesia, mas também não tenho notado grandes diferenças em relação aos últimos anos. No entanto, há uns dias quando fui tomar café, passei os olhos por uma folha A4 que continha um texto da «autoria» da Junta de Freguesia da nossa cidade de Alfena.

O tema abordado é um tema sensível nos dias de hoje. O apoio aos mais carenciados e as políticas sociais desenvolvidas. E na nossa terra este fenómeno não deve ser excepção com aquilo que se passa com o País. Mas o tal «texto» zurzia de forma veemente em 2 Vereadores.

Tudo isto porque, de acordo com o referido texto da Junta de Freguesia, a Câmara tinha impedido a Junta de utilizar um  edifício/escolar em Cabeda na prossecução das suas políticas sociais, e no apoio aos mais carenciados. Confesso que fiquei indignado... se calhar como a maioria dos Alfenenses!

Nos dias seguintes as mensagens no «cibermundo», sucediam-se...

Nas páginas de alguns «movimentos» no Facebook lá vinham as publicações... as indignações, as críticas, as revoltas e as irritações.

Como não gosto muito de embarcar nestas «ondas» sem saber de tudo, lá fiz um pouco de investigação caseira... daquelas que qualquer um de nós pode fazer. Peguei no meu computador e lá encontrei uma Acta da Câmara Municipal onde, entre outros assuntos, era decidida a cedência da "tal escola" referida no comunicado da Junta de Freguesia de Alfena. A data da Acta é de... 8 de Outubro de... 2010!

Aquela decisão mereceu a aprovação UNÂNIME de todos os Vereadores presentes na reunião. Consta da referida Acta a presença do Sr. Vereador Arnaldo Pinto Soares, representante de Alfena na Câmara de Valongo. Logo, não entendo a indignação dos Senhores da Junta de Freguesia de Alfena.

Primeiro porque o assunto em causa já foi decidido há mais de um ano e não mereceu até agora qualquer reparo, e se o assunto era assim tão grave porquê tanto tempo para mostrar tamanha indignação?

Em segundo, porque teve a concordância, e bem diga-se (na minha opinião), do Sr. Vereador Arnaldo Pinto Soares que como todos sabemos, tem uma cumplicidade extrema com a actual Junta de Freguesia de Alfena, logo, continuo a não entender os motivos expostos no comunicado. A minha concordância é  extensiva a todos os Vereadores, até os da oposição, que também, e bem, votaram a favor!

Na minha opinião, temas tão sensíveis como este, não deveriam servir para se andar na praça pública a fazer política.

Mas quando estes temas tenham de ser explorados e falados na tal praça pública, ao menos que o sejam com rigor e com sinceridade.

As pessoas mais carenciadas não valem apenas pelo seu voto, nem merecem ser tratadas como meros objectos ou números na luta política ou como argumentos eleitoralistas de conveniência conjuntural.

Este comunicado merece por isso a minha reprovação e indignação.

A bem da informação deixo o "tal" link da Acta em causa para que todos  

possam ler e confirmar:  

http://www.cm-valongo.pt/documentos/ACTA-MODELO-08-10-2010.pdf

Caso este meu modesto contributo mereça a sua atenção e concordância, pedia o favor de o divulgar na medida do seu entendimento e de acordo com os seus critérios.


 

Um abraço,

(anónimo)

publicado às 19:02

JUNTA DE FREGUESIA DE ALFENA - AINDA A "GUERRA" COM A CÂMARA...

Volto uma vez mais ao comunicado dos Unidos, para uma apreciação crítica do mesmo.

Não no que se refere ao seu conteúdo, que sobre esse, não teria muito para escrever, mas no que ele significa - ou pode significar - em termos de novo "paradigma" no relacionamento do Órgão Junta de Freguesia, com um outro Órgão - a Câmara Municipal.

De facto, ontem não atribuí especial significado àquele papel branco, sem um pequeno "logótipo" que fosse, sem nenhuma preocupação relativamente à apresentação gráfica do mesmo. 

Aquilo que me veio de imediato à ideia, foi aqueloutro panfleto distribuído aquando do início das portagens nas SCUT, a propósito dos pórticos na A41, na altura atacando o vice Presidente da Câmara.

Hoje visitei a página da Junta de Freguesia na Internet - a parte em que não é preciso estar inscrito, indicando o BI, o NIF, o nome do cão, do gato e do periquito se existirem - quando deparei com o mesmo texto, já não dos UPA mas do Órgão Junta de Freguesia ("A JUNTA DE FREGUESIA INFORMA OS ALFENENSES"). Como é óbvio, apercebi-me logo da diferença e comecei a matutar sobre o que é que esta gente andará a tramar...

Se eu me juntar a meia dúzia de correligionários identificados com a Associação de cuja Direcção faço parte - a Coragem de Mudar - e nos apetecer escrever uma "bacorada" qualquer - isto por mera hipótese académica, porque nós não escrevemos "bacoradas" - e depois nos identificássemos no panfleto, no comunicado, na comunicação ou no que quer que lhe quiséssemos chamar, como membros da Coragem de Mudar, isso teria uma relevância muito relativa ou nenhuma. Mas se pelo contrário, o mesmo texto aparecesse na nossa página oficial na Internet ou no Facebook, aí a dimensão já seria bem diferente.

Se eu e mais dois ou tês compinchas acusar a Câmara de "roubo" - mesmo que lhe coloque umas  convenientes aspas, isso tem um peso, mas se for a Associação Coragem de Mudar a fazer coisa idêntica a importância muda de figura.

É que o Comunicado da Junta de Freguesia de Alfena, termina assim: 

É impressão minha ou estamos na antecâmara da "terceira guerra mundial"?

publicado às 21:06

CÂMARA DE VALONGO VS JUNTA DE ALFENA - "CONFLITO DE INTERESSES"...

Ainda o discurso "anti regime" do Presidente de Junta de Alfena na passada Assembleia de Fregueia - ver post anterior sobre oa mesmo assunto:

A gente percebeu ali - o homem nem precisava de ser tão explícito - que existe um incontornável conflito de interesses entre a Escola Sénior de Alfena e a ramificação local (em Cabeda) das Academias Séniores de Valongo.

Agora reparem na parte que tomei a liberdade de sublinhar, no texto que se segue, retirado do site da Câmara relativo ao programa "Academias Séniores":

(...)

 

"Recorde-se que já se encontram a funcionar as três primeiras Academias Seniores do concelho. Localizadas nas escolas do ensino básico de Moirais (Campo), de Campelo (Sobrado), e no Jardim de Infância de Cabeda (Alfena), as novas valências, criadas no âmbito do Programa de Acção Sénior (PAS), promoverão a Prática Coral; Expressões Artísticas; TIC (Informática); Inglês e Desporto Sénior.

As actividades, que irão abranger a população sénior das cinco freguesias, arrancaram no dia 17 Outubro, estando já definido o calendário das aulas. As inscrições na Academia Sénior são gratuitas e efectuadas nas Juntas de Freguesia de Campo, Ermesinde e Sobrado, no Centro Cultural de Alfena, bem como na secretaria do Departamento da Acção Social e Educação, da Câmara Municipal de Valongo (sito na Avenida 5 de Outubro, 306, 4440 – 503 Valongo), mediante o preenchimento de ficha de inscrição."

(...).

Percebem agora a irritação do "homem de leis"?

É que como fizeram uma "ponte" sobre ele, retirando-lhe ainda por cima, potenciais "benefícios futuros" - porque as atenções prodigalizadas nestes espaços, dos quais aquele que conhecemos melhor é o da nossa Escola Sénior, tal como os "almoços" de que os políticos costumam falar, não são de forma alguma "grátis" não senhor! E em Cabêda também não serão. Só os potenciais "benefícios futuros" é que poderão eventualmente ser aproveitados por outros!

Daí que a única Freguesia onde as inscrições não se fazem na Junta, é Alfena: Fazem-se no Centro Cultural, que é gerido pela Câmara...

Aposto que ninguém tinha reparado neste "pequenino" pormenor!

publicado às 21:36

ALFENA DOS "FEIRANTES" ILUSTRES...

Não será difícil de imaginar o desconsolo do nosso Vereador financeiro e ex querido líder dos UPA - bem... quanto ao "ex" não tenho muitas certezas! - ao assistir ao inglório desfecho da adjudicação do negócio que da "Feira", que daria corpo à sua genuína faceta de feirante ilustre...

Ninguém contesta que Alfena mereça ter um espaço destinado à realização de eventos - por exemplo, as tais "feiras temáticas".

Ninguém estará contra a que se dê um destino útil a qualquer espaço degradado - e aquele está de facto profundamente degradado, mas precisamente por obra e graça daqueles que agora invocam esse estado para potenciar os seus argumentos.

Ninguém está contra a que os nossos autarcas desatem a "fazer filhos" - no sentido figurado do termo, obviamente - mas aquele "filho", ao que parece estavam a tentar fazê-lo em "mulher alheia".

A pressa com que o Vereador financeiro agendou a adjudicação da obra para a reunião pública de Câmara de ontem, colocou aos seus pares vários problemas:

Desde logo, pretendendo fazer passar a ideia de que o processo se enquadrava naquele outro referente à construção do "Centro Cívico de Alfena" - qualquer dia vai convencer-nos que o centro cívico de Alfena faz fronteira com o "centro cívico de Valongo"...

Depois, porque ainda o tal Plano de Saneamento Financeiro da Câmara não está publicado e já começa a ser violado por via de investimentos deste tipo que como o mesmo estabelece teriam que ser sempre alvo de profunda e cuidada reapreciação. Se a Câmara não tem dinheiro "para fazer cantar um cego", como é que se propõem gastar desta maneira leviana mais de quatrocentos mil Euros?

O agendamento deste assunto foi obviamente retirado, mas nada nos surpreende que, comprometido como está o nosso Vereador com os seus mais fieis apoiantes locais, sobretudo com aqueles que já se inscreveram "secretamente" para terem direito a uma "banquinha de frutas e legumes" ou outro produto similar, volte um dia destes à carga com o assunto.

Veremos entretanto, qual vai ser a reacção dos anteriores proprietários dos terrenos - sobrantes da construção do viaduto - os quais reivindicam naturalmente em Tribunal a reversão da posse dos mesmos.


 

Post-scriptum:

Intervenção da Coragem de Mudar impede violação do Plano de Saneamento Financeiro

Uma semana depois de aprovado, o Plano de Saneamento Financeiro (PSF) da Câmara de Valongo esteve prestes a ser violado pelo concubinato político PSD-PS instalado na autarquia. A Câmara propunha-se gastar cerca de meio milhão de euros na criação de uma feira semanal, em Alfena, por baixo de um viaduto. O PS fez uma intervenção em defesa dessa obra, não prevista no PSF, mas teve de recuar, depois da intervenção da vereadora Maria José Azevedo, na reunião do Executivo, realizada nesta manhã.

A autarca da Coragem de Mudar lembrou que se estava prestes a avançar para uma despesa não englobada no PSF aprovado pelo PSD e pelo PS, numa altura em que o plano e o consequente empréstimo de 25 milhões de euros “não tiveram ainda o visto do Tribunal de Contas. Fica claro que não há qualquer mudança de paradigma na gestão e nem sequer se respeita um período de nojo nesta matéria”, declarou a vereadora.

Perante a intervenção de Maria José Azevedo, o presidente da Câmara tentou rebaptizar o concurso, que era para a criação da feira, chamando-lhe centro cívico de Alfena. “É uma falta de respeito pela população alfenense, que merece um centro cívico, dar essa designação a um arranjo debaixo de uma ponte”, frisou a vereadora. O ponto acabou por ser retirado da ordem de trabalhos sem votação depois dos alertas da Coragem de Mudar.

Na reunião desta manhã foi aprovado o Relatório e Contas do exercício de 2010, que contou com o voto contra da Coragem de Mudar e com a abstenção complacente do PS. O documento deixa a nu a falsidade dos orçamentos empolados, apresentados pelo PSD e viabilizados pelo PS. Dos 90 milhões de euros previstos no Orçamento, só foram concretizados 41 milhões de receita. A despesa ascendeu aos 76 milhões As dívidas vão-se acumulando. “Daqui a dois anos, se o empréstimo de 25 milhões avançar, a Câmara terá encargos mensais, com dívidas e juros, superiores a 450 mil euros. Não sei se terá capacidade para honrar tais compromissos”, avisou Maria José Azevedo.

 

 

 

publicado às 17:41

ALFENA E VALONGO - "FÓRMULAS MATEMÁTICAS"...

EP(h)=EP(<16)-OP em que:

EP(h) - Erário Público hoje

EP(<16) - Erário Público antes de 16 de Agosto

OP - Obra particular

Eu passo a explicar:

O nosso Erário Público, tem hoje a diferença entre as imagens que se seguem em primeiro lugar e a a terceira e última (diferença essa, traduzida em € - Euros - obviamente) sendo que as três imagens se referem a uma obra particular (um muro) executada com meios humanos e materiais (pessoal e viaturas) da Junta de Freguesia e da Câmara e o fornecimento pela Câmara do ferro, do cimento e da areia, na Rua das Matas...

Assim é fácil arranjar votos: usam o dinheiro de todos como se deles fosse, contribuem para a melhoria do "nível de vida" do dono do terreno e entretanto, o Povo que pague a crise!

Vendo este tipo de comportamentos, se não soubéssemos, nem acreditaríamos que a Câmara de Valongo está em pré-falência!

E a Junta de Freguesia de Alfena não teria mais nenhum trabalho para dar a fazer aos 3 homens que se ocuparam da obra durante cerca de 3 dias?

Mas porque uma imagem vale mais que mil palavras, aí vão três bem sugestivas (Existem mais, igualmente sugestivas):

 

 

Comentário Final: Venha de lá a IGAL - antes que se veja o fundo ao saco!

publicado às 19:22

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