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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

GALP "LOW COST"...

GALP inaugura posto "low cost" em Setúbal

Os preços praticados no novo posto Galp Base apresentam reduções de até 12 cêntimos no caso da gasolina 95, à semelhança do que acontece nas chamadas bombas de marca branca


 

Ora bem...

Usando a terminologia recente da própria Galp, trata-se portanto de mais um posto de venda de "combustíveis de má qualidade".

Claro que não é nada disso, mas pura e simplesmente, o reconhecimento de que há margem para baixar os preços e só a asfixia provocada pela multiplicação dos postos de marca branca, quase sempre ligados às grandes superfícies.

Caso para dizer que "pela boca morre o peixe" e a Galp, que andou durante todos este tempo a atacar a qualidade dos combustíveis baixos, vê-se agora a "provar do próprio veneno", justificando a margem para baixar os preços, com o facto de ter apenas um funcionário e não prestar quaisquer outros serviços ditos "de conveniência"...

Grandes cretinos!

Mas porque carga de água é que o cliente de combustíveis tem que pagar um acréscimo pelo facto de as áreas de serviço tradicionais (também) venderem pão quente, tabaco, pastilha elástica e coisas similares?

Como disse Carlos Barbosa do Automóvel Clube de Portugal, do que se tem tratado, é de um roubo praticado às claras, com a conivência da Autoridade da Concorrência!


PS: (...) O Automóvel Clube de Portugal (ACP) queixou-se dos preços excessivos dos combustíveis em carta ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e à Comissão Europeia, após alertas para indícios de concertação de preços no mercado português. (...)

publicado às 13:41

TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS...

Comecei a avistar ao longe o "bendito" painel e uma alegria inefável inundou o meu coração: Finalmente a possibilidade de uma verdadeira - porque bem informada - opção na altura de atestar.

Mas... que diabo...opção?

Furioso com a (aparente) mistificação, resolvi sair na primeira área de serviço e informar-me acerca da situação insólita. A simpática funcionária que me atendeu remeteu-me para uma informação escrita que me estendeu com ar apressado - que já tinha na fila meia dúzia de clientes para pagar...

Já que ali estava, aproveitei para uma pequena pausa e entre um café e um queque - que um dia não são dias - li o seguinte:

" A CNCPC - Confederação Nacional da Concertação dos Preços dos Combustíveis, reunida na sua Sede Nacional sita na Plataforma Continental de Extracção do Beato para analisar as questões relacionadas com a determinação legal de afixar nas auto-estradas painéis electrónicos informativos, com os preços dos combustíveis nas três áreas de serviço mais próximas e tendo em conta que ficar sem combustível na auto-estrada, representa para qualquer veículo um factor agravado de risco, quer para o mesmo, quer para veículos terceiros e considerando por outro lado que, a verificarem-se diferenças de preços nas referidas áreas - como parece que era desejado pelo Legislador - esse factor de risco seria inevitavelmente agravado com todas as consequências inerentes, em resultado de arriscadas decisões de adiar o abastecimento até à área de preço mais baixo delibera:.

a) Manter numa primeira fase em todas as áreas concessionadas abrangidas por esta Confederação e que representam 99,999% do total das áreas de serviço, preços iguais em todos os painéis. 

b) Numa segunda fase e tão breve quanto possível, com vistas a dar uma ideia de concorrência, que tem sempre efeitos psicológicos benéficos sobre o consumidor, os signatários implementarão um sistema de rotatividade mensal de preços variados a apresentar nos respectivos painéis.

Beato, Lisboa, 31 de Fevereiro de 2009

etc.,etc."

Fiquei pois completamente esclarecido e já aconchegado com o cafezinho, o queque e este miminho de preocupação social das Petrolíferas, lá regressei ao asfalto para o resto do percurso.

Ainda bem que vivemos nesta bela "República das Bananas"!


PS: A situação descrita no texto é (por enquanto) pura ficção. Quanto à fotografia, essa é bem real e deve encher de orgulho aqueles que legislaram sobre o assunto...

publicado às 10:26

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