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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

FALTA MUITO PARA 23 DE JANEIRO? DASSSSE!

 

Os seis candidatos a Belém já andam na estrada há algumas semanas mas é hoje que arranca oficialmente a campanha eleitoral.

A campanha eleitoral para as presidenciais de 23 de janeiro arranca hoje oficialmente e termina dia 21, apesar dos seis candidatos ao Palácio de Belém já andarem em pré-campanha há várias semanas.

Concorrem ao cargo de Presidente da República Cavaco Silva, que se recandidata a um segundo mandato, com o apoio de PSD e CDS/PP, Manuel Alegre, apoiado por PS e Bloco de Esquerda, Francisco Lopes, com o apoio do PCP, o independente Fernando Nobre, o deputado socialista Defensor Moura e José Manuel Coelho, deputado regional madeirense do Partido Nova Democracia.

Para o sufrágio de 23 de janeiro estão inscritos um total de 9.656.474 eleitores, enquanto em 2006 eram 9.085.339.

Uma eventual segunda volta será realizada a 13 de fevereiro, 21 dias após o primeiro sufrágio, com a campanha eleitoral a decorrer entre 03 e 11 do mesmo mês.

(...)

SAPO


 

O dirigente socialista André Figueiredo acusou hoje o candidato presidencial Cavaco Silva de "gozar" com os portugueses a propósito do Banco Português de Negócios (BPN), atirando responsabilidades para terceiros e não para os que são "criminalmente" culpados.

(...)

VISÃO


Miguel Macedo e Francisco Louçã aqueceram o debate desta quinta-feira, trazendo para o Parlamento a campanha presidencial. O deputado do Bloco de Esquerda, que apoia a candidatura de Manuel Alegre, Francisco Louçã exigiu esta quinta-feira que Cavaco Silva divulgue o contrato com a SLN para que se saiba "em que condições vendeu e a quem vendeu" a sua parte da ex-dona do BPN.

(...)

"Esteja caladinho", reagiu Macedo. "São fortes as insinuações e mentiras. O que o senhor acabou por fazer foi uma indecência do ponto de vista político: na minha bancada não há nenhum deputado que não afirme que se faça justiça em relação aos crimes no BPN"

(...)

AGÊNCIA FINACEIRA


 

Manuel Alegre «declarou no IRS de 2005 os 1500 euros recebidos pelo texto literário que realizou e que saiu no Expresso com a publicidade do BPP», avança a edição online da revista «SÁBADO» o director de campanha do candidato socialista, Duarte Cordeiro.

(...)

Manuel Alegre foi confrontado esta quinta-feira com uma campanha publicitária do Banco Privado Português, na qual participou com um texto. Garantindo que não sabia que o objectivo era a publicidade, o candidato presidencial revelou que devolveu o cheque com o qual supostamente o banco lhe tinha pago. No entanto, enganou-se.

(...)

PORTUGAL DIÁRIO


Portanto,  a partir de hoje, dia após dia, todos os dias da nossa vida (até ao dia 21 de Janeiro, obviamente...) vamos alombar com todos eles, com as suas encenações e conviver (eventualmente) com um ou outro "esqueleto" que alguém mais bisbilhoteiro, venha a descobrir nos respectivos "armários" - sendo que neste caso, estarão sempre em desvantagem aqueles que tiverem maior "poder de compra" e obviamente, com maior número de "armários".

Ah! já me ia esquecendo de "avisar", que corremos o sério(?) risco de levar com uma segunda dose em  em 13 de Fevereiro, em formato reduzido e com a "lavagem de roupa suja" a decorrer entre 3 e 11 do mesmo mês!

publicado às 10:56

JOGOS DO "FAZ DE CONTA"...

 

Aproximamo-nos a passos largos da "boca das urnas" para eleger uma vez mais, digo eu, o Professor Cavaco Silva - ou o Sr. Silva, como João Jardim prefere designá-lo.

O calor dos argumentos esgrimidos por cada um dos candidatos saídos a terreiro, não tem chegado para aquecer este "inverno de ideias" em que o País está mergulhado e se assim continuarem todos, o mais certo é que o "planeta luso" continue a caminhar alegremente em direcção a uma nova era glacial onde, ao contrário do que muitos (ainda) teimam em afirmar, tudo aponta para que não exista (mesmo) vida para além do deficit...

No entanto e pela negativa, há intervenções que merecem ser destacadas da aridez geral: Desde logo, a do já referido candidato Cavaco Silva que optando por um posicionamento faz de conta em relação a "vidas passadas", tenta demonstrar à boa maneira de certos portugueses, que a culpa de todas as desgraças é sempre dos outros!

A gestão mafiosa do BPN foi o que foi, mas ele não deu por nada - nem sequer por ter lá o seu dinheiro e os amigos de sempre nos órgãos de gestão do Banco (ou da SLN)...

O Banco de Portugal andou durante anos a "assobiar para o ar" em relação aos "sinais de fumo" que denunciavam já a fogueira onde agora ardem os nossos impostos  e nem o governo nem ele deram por nada - sobretudo ele, que gosta tanto de "mandar recados" ao governo sempre que faz um discurso.

Das duas uma: ou estamos em presença de um comportamento bipolar nada recomendável para o perfil de quem se candidata a supremo magistrado da Nação, ou então, o candidato Cavaco Silva não tem nada a ver com o actual Presidente da República e tem toda a legitimidade para dizer o que diz, incluindo asneiras...

O problema, é que neste período convencionado pela Lei para os candidatos "venderem a sua banha da cobra", o Presidente da República entrou em hibernação e não há como esclarecer em tempo útil esta dúvida.

Já quanto ao candidato poeta, nada tem dito que verdadeiramente nos possa surpreender:

Continuar a ser (apenas) uma espécie de enfant terrible de Sócrates é muito pouco para aquilo que se exige de um Presidente da República - sobretudo numa altura em que a situação do País impõe que se mantenha Sócrates com "rédea curta" para não nos destruir ainda mais a seara.

Alegre ainda não deu por isso, mas fazer política em Portugal no actual contexto, é muito diferente de debitar umas ideias contestatárias e patrióticas - ou vice versa -  a partir da Rádio Argel, ou de escrever um tipo de poesia de que muita gente (eu incluído) até gosta, mas que para o caso, conta muito pouco.

Depois, aquela sua ideia peregrina de "meter no mesmo saco gatos de espécies tão diferentes" e tentar convencer-nos de que o saco "dará à luz" um qualquer projecto libertador para o País...

É caso para perguntar: Existe alguma alternativa ao "voto em branco" para aqueles que (apesar de tudo) teimam em exercer o dever cívico de sair de casa para votar, em todos os actos eleitorais?

 

publicado às 11:21

"SOPA DA PIPA"...

Alegre "disponível" para avançar - DN, 16 Janeiro 2010

Belém. Ex-candidato surpreende com anúncio, num jantar com apoiantes em Portimão. PS reage hoje


Às vezes os políticos - alguns políticos - resolvem contrariar aquela que parece ser a tendência inata dos portugueses de deixarem tudo para a última hora e surpreendem-nos com a extemporaneidade das suas decisões.

Numa altura em que ainda degustamos o "manjar algarvio", não é que já se perfila na fileira alimentar a "sopa de Coimbra"?

Desgraçadamente e apesar da fervura ainda só agora começar a levantar, tudo indica que se trate apenas de mais uma daquelas sopas pobres e pouco elaboradas - algo entre a "lavadura" usada nas suiniculturas de dimensão familiar que nos costumam sugerir naqueles restaurantes menos exigentes e a sopa instantânea (do pacote ao prato passando pelo micro ondas) que se compra no supermercado. Nessas alturas, quando o empregado começa a descrever a infusão, costumo atalhar simplesmente:  - deixe estar, já vi que é "sopa da pipa" (*) portanto,  passo.

Também aqui e pelos odores que a fervura começa a libertar se adivinha que, vai ser mais do mesmo: "Sopa da pipa" sem valor acrescentado, sem grandes apelos ao palato que possam induzir nos portugueses uma adesão entusiástica ou fora do comum em 2011...

É pois perfeitamente natural, que tal como acontece no restaurante, também nessa altura eles se limitam a dizer "sopa da pipa não, obrigado..."

 

(*) Uma sugestão (entre muitas possíveis): Água q.b. (pode ser da mesma que Sócrates costuma meter na governação do País), um nabo com rama (das estufas de Coimbra), uma couve roxa (da horta do Ti Jerónimo), uma pitada de essência MRPP e por último - não necessariamente por esta ordem - uma laranja amarga de Boliqueime  (depois de macerada) para dar à mistela um toque agridoce. Temperar com sal a gosto e finalmente, ingerir em colheradas pausadas, poeticamente, usando a imaginação - como se do mais sofisticado consomé se tratasse...


publicado às 15:45

A "GRIPE DE BELÉM"...

www.segeicartoons.com

 

Depois da  “gripe suína” (ou “gripe mexicana”) – que depois acabou por ser rebaptizada de forma mais neutra por “gripe AH1N1” –  e cujo percurso ou grau de morbilidade em termos mundiais,  ainda não podem ser avaliados, eis que sobre os portugueses se abate um novo surto de uma “novíssima” febre, à qual e enquanto não for encontrada outra designação, vamos chamar “gripe de Belém” (também já designada por alguns como a  "gripe do bloco central" ).

O surto foi registado pela primeira vez no dia 25 de Abril no decurso de uma Cerimónia Oficial comemorativa de um longínquo acontecimento – ocorrido nesse mesmo dia há 35 anos atrás – e começou por afectar uma das altas Individualidades intervenientes no Acto que começou a pronunciar de forma desconexa, palavras como "bloco central", "coligação", "acordo pós-eleitoral" e outras frases que tais, as quais já não ouvíamos desde o último surto há muitos anos atrás... Parece ter-se transmitido de imediato em primeiro lugar, a alguns jornalistas e comentadores políticos e a  partir daí, como sempre acontece com este tipo de casos, propagou-se de forma exponencial a uma parte dos líderes políticos, respectivos staff, bem como às respectivas clientelas mais próximas…
Houve um pico agudo de casos, no decorrer de dois programas de “antena aberta” em dois Canais de Televisão  – no mesmo dia e à mesma hora tendo as respectivas “linhas telefónicas gratuitas”  registado recordes de chamadas relativamente a outras ocasiões.
Não foi ainda gizado um plano de prevenção ou combate ao surto, mas enquanto tal não acontece, sugerem-se os seguintes cuidados básicos:
-Evite a exposição frente a um televisor ou aparelho de Rádio – independentemente do Canal ou Estação sintonizados – à hora dos Telejornais, Jornais Nacionais ou programas de informação equiparados;
- Se de todo em todo essa exposição não puder ser evitada, proteja os ouvidos – que são o Órgão mais afectado pelo actual surto – com uns tampões idênticos aos usados pelos operários de construção civil que utilizam martelos pneumáticos. Pode encontrar equipamento desse género nas casas da especialidade (material de segurança) ou ainda em algumas farmácias;
- Porque o vírus pode surgir mesmo fora dos ditos espaços informativos convém que todos estejam atentos aos termos já referidos anteriormente - “bloco central”, "coligação",  “acordo pós- eleitoral”, ou ainda  “centrão”, “governo de iniciativa presidencial”, entre outros. Se ouvir estas palavras a partir de qualquer aparelho (TV ou rádio), se as ouvir a partir de pessoas próximas de si, ou ainda se as vir escritas (em suporte de papel, informático ou outro) fuja e enquanto isso, na falta de melhor, use as mãos em concha para proteger os ouvidos - os ouvidos e não os olhos, caso contrário não consegue correr!
- Comunique imediatamente à Autoridade Sanitária da sua área de residência os casos que detecte.
Nota importante e tranquilizadora: Enquanto você for capaz de reagir por reflexo,fugindo, protegendo-se ou participando os episódios testemunhados, não está afectado!
publicado às 17:11

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