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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

CÂMARA DE VALONGO - UM 'TROJAN HORSE' CHAMADO… BOLOTA BELCHIOR!

 

Existem basicamente dois tipos de jornalismo: o jornalismo sem “aspas”, sério, isento, confiável e depois, podendo embora oscilar entre o castanho e o castanho mais... carregado, o chamado jornalismo de sarjeta.

 

(Por vezes, o tom do monturo transformado em letra de forma, pode apresentar uma coloração mais acentuada, passando neste caso para o subtipo ‘jornalismo de latrina’).

 

Com o devido respeito por muitos jornalistas que

fizeram e ainda fazem do Jornal de Notícias um jornal de referência no País - e também por  Nuno Miguel Maia, que não

conheço mas que empresta o seu nome a esta notícia plantada por Óscar Queirós -  o artigo do JN acerca do concurso público para a contratação de serviços jurídicos na Câmara de Valongo só pode ser incluído no subtipo referido..

 

Óscar Queirós, director de um pasquim bem conhecido em Valongo chamado ‘Correio do Douro’, já disse ao que vinha durante a Campanha eleitoral.

Nessa altura optou por apostar no ‘cavalo errado’ do PSD, atacando da única forma que sabe – e que é a mesma que agora utiliza - o então candidato do Partido Socialista  e agora presidente da Câmara, José Manuel Ribeiro.

 

Aliás, Óscar Queirós já andava a incubar a notícia, quando em 27 de Dezembro publicou na sua página do Facebook esta pequena 'pérola': AQUI

 

Não sei se o JN tem à entrada da sua sede o chamado ‘duche de descontaminação’, mas se tem, então o director do Jornal Correio do Douro anda seguramente a passar ao lado do mesmo sem se molhar...

Mas vamos ao cerne da questão, o concurso público que motiva a notícia:

 

Óscar Queirós pega na questão do concurso público, um método muito pouco utilizado na Câmara de Valongo ao longo dos 20 anos de poder PSD como todos sabemos, para dizer que ele é uma espécie de ‘fato à medida’ para Ricardo Bexiga.

 

Ora bem...

 

Se um concurso público aprovado em reunião de Câmara e com regras que não mereceram à partida qualquer contestação é um 'fato à medida', o que é que devemos chamar aos 20 anos de 'ajustes directos' de Fernando Melo e do PSD? 

 

Eu que ainda tenho a maioria dos neurónios funcionais interrogo-me – e remeto a interrogação para o 'jornalista' Óscar Queirós – porque é que todos os candidatos  aceitaram sem qualquer reserva a proposta desse ‘fato’, não reclamando à partida, nem sobre a cor do tecido, nem sobre o tamanho do mesmo?

 

Estranha-se sobretudo, que apenas depois de conhecido o relatório preliminar do Júri, surja esta 'argumentação’ baseada em coisa nenhuma e não em motivos fundados, concretos e definidos.

 

Seria interessante que Óscar Queirós em vez do eufemismo “uma das sociedades excluídas” investigasse ao detalhe quem é Pedro Marinho Falcão, sobre quem recai aliás um aparente conflito de interesses, dado representar o conhecido (e não pelas melhores razões) promotor imobiliário Abílio de Sá num processo contra a Câmara.

 

(Abílio de Sá, para quem não sabe, é o dono do estádio do Ermesinde – o estádio dos Sonhos - lembram-se? -  e que negociou uma polémica permuta com João Paulo Baltazar, antes das eleições, envolvendo o complexo desportivo dos Montes da Costa).

 

Eu vou-me substituir no entanto a Óscar Queirós nessa investigação:

 

Para começar, Pedro Marinho Falcão seria, se ganhasse o concurso, uma espécie de 'cavalo de Troia' de João Paulo Baltazar no gabinete jurídico da Câmara - através do associado... (suspense) ... Bolota Belchior! 

 

Veja-se AQUI

 

E também o recorte a seguir:

 

 

 

 

Engenhosa sem sombra de dúvida, esta tentativa do Dr. Bolota Belchior para tomar (de novo) conta do reduto e a partir do interior, facilitar o trabalho de sapa de João Paulo Baltazar.

Ao mesmo tempo, tentaria ainda evitar a derrocada do 'armário dos esqueletos'!

 

Já quanto a Pedro Mendes Ferreira - outro dos excluídos no relatório preliminar -  que tal se Óscar Queirós procurasse na biblioteca do JN alguma obra sobre 'lógicas do mercado''dumping' e conceitos equiparados?

 

Sobre esta empresa, encontrei apenas esta informação - AQUI

 

Recorte a seguir:

 

 

Ademais, Pedro Mendes Ferreira não indicou o nome dos advogados que no caso de ganhar o concurso, iriam trabalhar com a Câmara, o que é estranho tratando-se da prestação de um serviço extremamente exigente, onde entre muitos outros 'berbicachos' se inclui a gestão de processos contra a Câmara envolvendo cerca de 12 milhões de Euros com um risco serem perdidos extremamente elevado. 

 

Para que saibamos todos do que trata este concurso, transcrevo aqui um pequeno trecho da resposta do presidente de Câmara ao ‘eminente jornalista’ Óscar Queirós – respondendo a uma série de questões por este colocadas através de correio electrónico:

 

(...) “O preço base baseou-se no valor que estava a ser praticado pelo anterior executivo, que nunca lançou um concurso público para adquirir estes serviços. Ao abrir este concurso público, a Câmara Municipal de Valongo pretendeu alcançar uma poupança para o Município. O valor final ficará abaixo de valores praticados noutros concelhos do distrito do Porto. Refira-se, a título de exemplo, os valores praticados em Santo Tirso – 68.680 euros, Espinho – 74.200 euros, Vila do Conde – 66.000 euros ou Amarante – 65.000 euros.

 

(...) 

 

No que respeita à defesa do erário público considero pertinente referir que, nos últimos 20 anos, a Câmara Municipal de Valongo manteve avenças de serviços de advocacia de valores muito superiores aos que estão em causa neste concurso, nem tão pouco teve a preocupação de abrir um procedimento concursal público e tão transparente como este concurso. A decisão do júri vai no sentido de se aprovar uma proposta que permite fazer mais, com menos dinheiro, implicando uma poupança de 20 por cento para o Município em relação aos valores praticados no último ajuste directo em 2013”.

 

Pelos vistos esta parte passou despercebida a Óscar Queirós, ele que na sua outra casaca de director do “CORREIO DO DOURO", perdão, "CORREIO DO DONO”, título porque era conhecido o 'pasquim' por estas bandas nos tempos de Fernando Melo, se especializou em 'biscates' do género e sobre os quais já escrevi, entre outras ocasiões,  AQUI, AQUI e AQUI.

 

Na sua página do Facebook, Óscar Queirós plantou em 27 de Dezembro o embrião da notícia agora publicada:

 

 

 

Ao JN - que não se esgota nos 'Óscares' que por lá deambulam - exige-se uma postura séria neste tipo de abordagens e seria bonito e eticamente relevante, que pudesse incumbir alguém sem 'intenções escondidas' e sem conflitos de interesse como aqueles que saltam à vista na notícia agora publicada, de voltar a este assunto em tempo oportuno - para salvaguarda da sua imagem...


Ficha técnica do PASQUIM - o 'part-time' de Óscar Queirós:


 

A notícia do JN - segundo os critérios jornalísticos de Óscar Queirós (e Nuno Miguel Maia)- clicar no recorte para aceder a um formato mais legível:

 


 

 

 

 

 

 

publicado às 14:40

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