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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

TETRAEDRO DE FOGO...

Publicado no meu 'outro espaço':


Nos teus olhos a negação pode até ser percalço mas nunca opção porque  a minha reflexa reacção transforma o teu não onde adivinho indecisão em lenta degustação em deleitada fruição em contida mas agora consentida progressão.

 

Palpação avaliação a clara percepção da tua palpitação diagnostico e prescrevo a medicação e porque o não nunca foi a opção contendo-me contendo-te e prolongo o tântrico momento num século de tântrica interacção.

 

E finalmente a ignição a explosão a combustão um minuto mil minutos um milhão alimentada até à exaustão.

 

Ou não que a extinção nunca pode acontecer enquanto permanecer o triângulo de fogo onde a combustão só terá o seu fim quando um dos componentes morrer de inanição.

 

E pode até ocorrer uma irreversível evolução da triangular combustão para a tetraédrica reacção onde será o claro excesso quem determinará a extinção e apenas no fim de todo o encadeado processo.

 

E sendo assim mesmo que persistisse já não teria importância a opção entre o teu sim ou o teu não nem importante seria a inicial ambivalência entre o percalço e a assumida opção.


Uma abordagem poética  sobre a definição conceptual da química do fogo (a minha 'costela' de formador na prevenção de incêndios...)

publicado às 21:05

O "LEASING" DAS BARRIGAS FEMININAS...

Volta de novo a estar na ordem do dia, a discussão da (por enquanto, ainda) designada "barriga de aluguer".

O problema que importa antes de mais esclarecer, é se se trata disso mesmo - de alugar (*) a barriga - ou pelo contrário, de um "empréstimo benévolo" da mesma, designação que parece ser a mais preferida por quem na Assembleia da República tenta trazer de novo este assunto para a discussão legislativa.

Ora bem... Eu nunca fui um grande adepto da modalidade de alugar coisas ou bens de utilização prolongada e neste caso por se tratar do aluguer de (parte de) uma pessoa, ainda o sou menos.

Porém, a minha opinião vale o que vale e seguramente muito pouco, perante (ao que parece) tantos defensores da sugerida modalidade, não fora opinião serena, fundamentada, lúcida do ilustre professor Daniel Serrão, relativamente ao qual nem sempre tenho estado de acordo, nomeadamente e por exemplo a sua opinião sobre a legalização da interrupção voluntária da gravidez, mas com o qual concordo em absoluto em relação a este assunto.

E já agora, vejam lá - pré-legisladores e fazedores de opinião - se se entendem em relação à terminologia: aluguer ou empréstimo benévolo? - da barriga...


 

 

Maternidade para substituição

Daniel Serrão

Por esta designação – mais adequada que a vulgar “barriga de aluguer” – entende-se a indução de gravidez numa mulher, pelo processo de transferência de um embrião constituído em laboratório, com o compromisso, contratualizado, de que a criança que venha a nascer será entregue a outrem.

A situação típica em que tem sido invocada a necessidade de recurso a esta maternidade é a de um casal no qual a esposa, por acidente ou por doença, perde definitivamente a capacidade de usar o útero para nele se desenvolver uma gravidez. E deseja intensamente ter um filho a partir dos seus ovócitos e dos espermatozoides do marido. E sofre, no plano emocional e afetivo, por não poder realizar este seu desejo, que é também desejo do casal.

Ou seja, o casal tem condições para gerar um filho com os seus gâmetas mas esse filho não pode ser desenvolvido no útero da mãe porque tal útero não existe ou não tem capacidade funcional para a gravidez. Como a fertilização gamética extracorporal , em laboratório, se tornou possível e é usada para os casos de infertilidade de casais, encarou-se a possibilidade de “prolongar” esta técnica, recorrendo a um útero natural, noutra mulher, com entrega da criança nascida aos pais biológicos.

Pode olhar-se esta situação de dois prismas, ambos legítimos.

Como um ato de amor e generosidade no qual uma mulher abdica de um filho que nela se desenvolveu durante nove meses e o entrega aos pais biológicos; como uma manipulação da maternidade, poder supremo da mulher, que até pode ser grosseira se estiver em causa um pagamento por este “serviço”. (uma simples consulta à Net, mostra como, em vários países, está organizada e é publicitada uma “indústria” de produção de crianças que são vendidas). Mas, seja qual for o prisma de observação temos de reconhecer que estão em causa pelo menos, três interesses que terão de ser acautelados se vier a ser aprovada legislação que permita esta prática. Que sempre será excecional dada a reconhecida raridade deste tipo de impossibilidade de conceção maternal.

São eles o interesse da mulher que se disponibiliza para ser a criadora uterina do filho, os interesses do filho a nascer, os interesses do casal que recorre a esta prática.

Levantam-se muitas dúvidas sobre a possibilidade de compatibilizar estes três interesses sem a produção de um texto jurídico muito apurado e completo.

Por exemplo: o ato médico de transferir para o útero da mãe portadora o embrião constituído em laboratório tem de passar por uma informação completa, verdadeira e compreensível, na qual não sejam escamoteadas as consequências da relação feto/mãe/feto, próprias de toda a gravidez, que se destinam a garantir a sobrevivência do feto antes e depois do nascimento e que constituem o essencial da biologia da maternidade. Sabe-se hoje (Biological Psychiatry, 63,415-423,2008) que o funcionamento cerebral da mulher é modificado durante a gravidez o que torna muito difícil a separação do filho nascido.

Também uma informação séria e completa dos riscos inerentes à gravidez em geral, incluindo o de abortamento espontâneo, e ao parto, que pode ter de ser cirúrgico, como na gravidez em geral. Esta gravidez, por ser para substituição, não é no interesse da mulher que vai engravidar mas no interesse de outrem; o que impõe, ao médico, a obrigação ética de dar informação completa e rigorosa dos riscos inerentes ao ato médico que vai praticar.

E se a gravidez se tornar uma gravidez de risco, se o feto tiver malformações graves ou, simplesmente, se a mulher portadora decidir mudar de opinião, pode ou não recorrer ao abortamento legal?

Se a criança nascer com defeitos congénitos ou adquiridos, por exemplo por parto distócico, a mãe biológica pode recusar-se a aceitar o filho “encomendado”.

Se a mãe portadora, por generosidade e amor, decidir depois do parto, não entregar o filho à mãe biológica, vai ser punida por ter mudado de opinião (sendo que esta mudança é de raiz neurobiológica)?

Se o casal se divorciar durante o período de gravidez para substituição e nenhum dos cônjuges quiser receber o filho, a mãe portadora vais ter de ficar com ele?

As questões elencadas são um simples exemplo, muito incompleto, das dificuldades médico-jurídicas que a lei, a existir, terá de considerar.

Há, ainda, lugar para uma reflexão ética e sociológica que ficará para outra oportunidade.

Daniel Serrão, médico 

(*) v. t.
1. adquirir algo temporariamente: Ele alugou uma bicicleta.
2. ceder temporariamente em troca de pagamento: A proprietária alugou-me o apartamento.

publicado às 14:37

RETIRO ESPIRITUAL...

Talvez faça sentido

E seja este o momento

De ser como o vento

Ou o leão enfurecido

De ser a tempestade

Porque a permanente bonança

Dificulta a mudança

De não ficar pela metade

De quebrar as amarras

De interromper o mito

Em que já não acredito

Já não sinto aquela chama

Quando me agarras

Talvez deva cortar amarras

Rumar à minha Taprobana

(E construir nela uma cabana

Com apenas um lugar)

E um dia pode acontecer

Quem o pode adivinhar

Que tenha de duplicar

O espaço de acolher


Uma coisa é aquele tipo de construção que por vezes fazemos no nosso imaginário para um percurso possível relativamente à nossa vida, outra bem diferente é a probabilidade ou a possibilidade mesmo remota de que o mesmo se possa vir a concretizar.

A imaginação é talvez uma segunda forma de viver e ao contrário dos vários tipos de vida em comum que nos podem ocorrer, esta é sempre muito pessoal. A regra, é quase sempre mantê-la no nosso baú das "coisas secretas" que apenas em momentos muito especiais nos atrevemos a visitar.

 

 

publicado às 00:54

PORTAL DO TEMPO...

No portal do tempo

Paro por um momento

Nem fora nem dentro

Sei que posso voar

Se à tua eu juntar

A recusa de abdicar

Mas posso também

Optar pelo aquém

Terra de ninguém

É breve a hesitação

No fundo simples opção

Entre cérebro e coração

Decido e entro

No portal do tempo

E em passo lento

Caminho

Tu és o caminho

Cheiras a pinho

Acabado de serrar

És  o meu altar

Onde me apetece rezar

És a minha fonte

A minha ponte

Até ao horizonte

Porém algo acontece

O dia amanhece

E o sonho fenece

Não há portal do tempo

Nem o teu altar

É de madeira de pinho

Acabada de serrar

Nem és o meu caminho

Nem me apetece rezar

Nem eu caminho

Porque acabo de acordar


Porque no espaço breve de uma noite - às vezes , muitas vezes, demasiado breve - pode mesmo assim haver espaço para o sonho, para a magia, para um regresso ao futuro - ou ao passado...

 

publicado às 14:21

UMA GALÁXIA MUITO PRÓXIMA...

Mexes comigo

Contigo 

Eu vibro

Eu acelero

E partindo do zero

Já te espero

Quando chegas aos cem

Contigo sinto-me bem

E vou sempre mais além

Na noite cálida contamos estrelas

Mãos sob a nuca tu ficas a vê-las

Porém a teu lado eu escolho aquelas

Que nos teus olhos contemplo

E por um momento

Eu apago as do firmamento

Interpondo-me entre elas

E o brilho daquelas

Que considero as mais belas


Há noites assim, em que as estrelas nos desassossegam. As que vemos sem poder tocar e aquelas em que tocamos e onde por vezes mergulhamos - que há estrelas assim, com mar, onde podemos ir e voltar, mergulhar, viver e morrer sem deixar de respirar. Estrelas que nunca deixaremos de amar...

publicado às 22:05

MULHER - MÃE, IRMÃ, COMPANHEIRA E ÀS VEZES... "ESCRAVA"!

Dia da Mulher assinala-se hoje pela centésima vez quando desigualdades persistem

O Dia Internacional da Mulher assinala-se hoje pela centésima vez, quando "em demasiados países e sociedades as mulheres continuam a ser cidadãos de segunda", segundo alerta o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).


2011 year marks the 100th anniversary of International Women’s Day. The day was commemorated for the first time on 19 March 1911 in Austria, Denmark, Germany and Switzerland, following its establishment during the Socialist International meeting the prior year. More than one million women and men attended rallies on that first commemoration.

In 1975, during International Women's Year, the United Nations began celebrating 8 March as International Women's Day. Two years later, in December 1977, the General Assembly adopted a resolution proclaiming a United Nations Day for Women's Rights and International Peace to be observed on any day of the year by Member States, in accordance with their historical and national traditions. The Day is traditionally marked with a message from the Secretary-General.

 

publicado às 14:07

APENAS UM DIA?

8 de Março: "Dia Internacional da mulher"...

Elas merecem muito mais do que um simples destaque a "negrito" no calendário - elas merecem o próprio calendário: por serem tão pacientes connosco, por terem aceite durante tantos anos, que nós éramos "os maiores", os donos da casa, enquanto elas se limitavam a ser (apenas) "donas de casa". Por tratarem dos filhos, da roupa, do resto da família enquanto nós trabalhávamos(!) - mas então o que elas faziam durante o seu longo dia de "donas de casa" não era trabalho?

Felizmente, para elas - e para nós também, porque a forma como aparecíamos na "fotografia" não nos favorecia nada - as coisas têm vindo a mudar. Não com a celeridade que elas merecem, é verdade, como podemos constatar pelos exemplos que temos aqui mais próximos:


Câmara de Valongo

Executivo PSD/PP:          4 Vereadores (1 senhora)

PS:                        3    "       (1 senhora)

Coragem de Mudar:          2    "       (1 senhora)

Assembleia Municipal de Valongo

PSD/PP:                   10 Deputados  (3 senhoras)

PS:                        9    "       (4 senhoras)

Coragem de Mudar:          6    "       (2 senhoras)

CDU:                       1    "        -

BE:                        1    "        - 

Junta de Freguesia de Alfena

Executivo:                 5 membros    (1 senhora)

Assembleia de Freguesia:  13 Deputados  (5 senhoras)

 

Como se pode ver, o problema desta Sociedade (machista discriminatória desrespeitadora de Direitos - escritos ou naturais) em que vivemos, nem sequer é específico de uma qualquer força política ou grupo - é mesmo transversal à própria Sociedade!

Por isso, nada de dias de "qualquer coisa" (neste caso, da mulher...) e que todos os dias possam ser dias da "não discriminação" em que possamos dar VIVAS! (à mulher, à criança, à árvore, à Terra...)sem nos sentirmos dispensados de os repetir no dia seguinte!


 

publicado às 12:21

PROGRAMA PARA CASAIS EM CRISE...

O seu casamento está em crise? Não está propriamente em crise mas falta-lhe "aquela centelha" e por isso é cada vez mais esporádica a explosão a que os dois por consenso costumam chamar  "o nosso Big-Bang"?

 Ora bem... Se o "diagnóstico" mais coisa menos coisa anda à volta deste conjunto de sintomas, proponho-lhe um programa infalível para uma noite de sedução que deixará a sua cara metade completamente caidinha (de novo) por si:


Fiquem a sós

Reserve uma noite - de preferência uma que anteceda um dia em que não tenham trabalho nem compromissos. Se têm filhos, procure garantir - recorrendo a amigos ou familiares - um programa alternativo para os mesmos e que implique na sua saída de casa.

Seja gentil mas... mantenha o mistério

Quando a sua companheira começar a ficar intrigada com o ambiente fora do normal, pegue-lhe carinhosamente na mão, conduza-a ao sofá da sala, ligue a TV no canal onde passa a sua novela favorita, obrigue-a a sentar-se e diga-lhe simplesmente "já volto". De seguida, dirija-se à cozinha e dê asas à sua imaginação preparando aquele jantar do vosso imaginário romântico que seja capaz de a surpreender verdadeiramente. Não! não me referia à feijoada à transmontana que têm reservada no congelador para uma emergência. Também não acho boa ideia ficar-se pelas salsichas com ovos estrelados...! Eu estava a falar mesmo em a surpreender... pela positiva!

Bom... admitindo que se conseguiu superar a si próprio, vamos saltar aquela parte em que se sentam à mesa como um vulgar casal - em crise ou não, esta parte é semelhante em qualquer das situações - e passemos à parte mais "picante" do seu programa de sedução:

Pura sedução. Use acessórios...

Puxe uma cadeira para o centro da cozinha, conduza a sua companheira para aí e faça-a sentar-se. De seguida, abra a torneira da banca da loiça, tempere a água por forma a que nem fique muito quente, nem muito fria, deixe correr até ficar meio cheia.

Este é o ponto em que deve colocar aquele avental sexy com motivos alusivos ao momento (uma frigideira, uma colher de pau e uma panela...). Se se sentir àvontade, pode ensaiar uns ligeiros movimentos de cintura. Não outra vez! Não me referia a uma versão rasca da "dança do ventre"! Finja que não se apercebeu dos olhos dela cravados nas suas costas e prossiga juntando à água da banca uma porção de detergente da loiça - de preferência um que tenha um aroma agradável a limão, mas se não tiver, pode usar à mesma um de odor neutro - mergulhe na água tépida alternadamente cada uma das mãos e continuando a fazer movimentos de cintura, agarre a esponja que está junto à torneira. Com a outra mão livre pegue num prato e comece a fazer movimentos suaves e circulares com a esponja sobre o mesmo - primeiro, no sentido dos ponteiros do relógio, depois ao contrário (ou vice-versa). Reserve o prato no espaço livre do balcão, do lado oposto da banca e repita a operação anterior com as restantes peças de loiça e talheres que se encontram na pilha do seu lado esquerdo.Neste momento, quase que lhe posso garantir que a sua esposa está prestes a entrar em transe. Continue a fingir-se de desentendido em relação aos olhos dela e abra a válvula da banca para despejar a água com detergente, após o que deve repetir todas aquelas operações até à parte da banca meio cheia. Desta vez vamos deixar o detergente de parte.  Com movimentos suaves e pausados, vá mergulhando uma a uma, todas as peças na água tépida após o que as reservará no escorredor até ao dia seguinte. 

 Agora chegou o momento do golpe de mestre - a chamada cereja no topo do bolo.

 

Climax...

Depois de limpar cuidadosamente a banca e o balcão à volta,  de todos os restos de água, agarre aquele napperon de que ela tanto gosta e coloque-o no centro da mesa. Depois tal como ela costuma fazer, ponha a fruteira sobre o mesmo e pode então parar de mexer a cintura (também não precisava exagerar...). A sua prova foi largamente superada.É ponto assente que nesta altura você acabou de concluir com nota máxima a verdadeira, a suprema prova de sedução de uma mulher!

No exacto momento em que colocou a fruteira sobre o napperon, a sua cara metade rendeu-se completamente ao seu desempenho e começou a ver em si o homem que verdadeiramente... não é!

Seu sedutor! Viu como é fácil?


Post-Scriptum: Pode repetir sempre que queira (e desde que a sua energia interior o permita), mas cuidado! Tenha muita atenção ao pormenor do... jantar: Fuja à rotina, inprovise, veja uns filmes da especialidade, leia um bom livro sobre o assunto.

publicado às 19:40

FIM DE ESTAÇÃO...

Por vezes mergulhamos tão fundo e tão intensamente, que só por milagre não nos afogamos - no mar, na força da rebentação das suas ondas ou no amor e no travo agridoce que cada momento nos deixa no corpo e na alma no final de cada mergulho.

Por isso é que quando as circunstância da vida nos obrigam a abdicar - ainda que seja apenas temporariamente - do usufruto de algum desses prazeres, damos por nós assim: nostálgicos, abúlicos, com esta vaga e quase inexplicável sensação de perda...

(Escrevi sobre isto de uma outra forma no meu outro espaço - Terra Molhada)

publicado às 15:10

UM PEQUENO PASSO (APESAR DE TUDO...)

50 mil Euros é quanto passa a valer no "mercado português" o contributo de um português médio em prole do bem estar físico e psicológico da sua cara metade com uma prestação sexual regular e assídua...

Parece-me pouco, mas como não temos histórico relativamente a este tipo de decisões judiciais, é apesar de tudo um avanço!

Já vai sendo tempo - já era tempo - de quem de direito reconhecer (ainda que apenas monetariamente) o nosso esforço!

Agora já temos Jurisprudência que nos permita contestar aquela recriminação que elas têm o hábito de nos fazer a propósito de tudo e de nada em concreto: "não fazes nada por mim". Quando isso acontecer, pelo menos já podemos quantificar uma parte do nosso contributo!

Mas atenção! Como todos os contratos - e nesta matéria estaremos em certa medida perante uma espécie de "contrato de prestação de serviços" - existem por vezes efeitos perversos: Quando o incumprimento se verificar por responsabilidade do "prestador", o valor agora imputado pelo Tribunal à Seguradora, pode bem ter de vir a ser suportado pelo faltoso!

publicado às 11:42

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