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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A "MARRECA DE PORTUGAL" - UMA DOENÇA CONGÉNITA...

Neste País macambúzio, acabrunhado pelo desânimo, às voltas com a crise e a digerir ainda a reeleição mais minimalista de todas as reeleições de um Presidente da República, não encontrei ao longo destes dias muitos motivos para escrever.

Alguns seguidores mais fiéis deste espaço, já devem ter estranhado até este meu "apagão", mas tranquilizem-se - ou desiludam-se, conforme o caso - pois estou de regresso.

No entanto, avanço desde já uma nota de tranquilidade em relação aos nossos dinâmicos autarcas de Alfena: Desta vez não é sobre eles que me apetece escrever, nem sobre o seu dinamismo, sobre os seus projectos, ou sobre o seu empenho na gestão da coisa pública. Sobre tudo isso escreverei mais tarde.

Retomando o fio à meada, salvaguardadas as devidas proporções e numa estranha associação de ideias, quando no domingo anunciaram os números finais da votação em Cavaco Silva, lembrei-me da última reeleição de Fernando Melo, também ele um Presidente com a mais pequena maioria do País...

Valeu-nos ao menos, para amenizar a aridez dos discursos escritos pelos assessores e lidos na toada monocórdica do costume pelos respectivos protagonistas, o humor de toque naive do nosso ilhéu "tiririca"!

No conjunto de engomadinhos do costume que nos entravam casa adentro a debitarem "tempos de antena" pagos com os nossos impostos e que ainda por cima tínhamos de ouvir nos vários canais de televisão e estações de rádio - a gente nem sempre está ao alcance do botão de desligar - o Coelho, justificou o nosso "investimento" forçado: embora não tenha subido ao poleiro, também não se ficou pela toca e percorreu o País de lés a lés, para gáudio de muitos e revolta contida do "rei da Madeira".

Tirando esse pequeno consolo a amenizar a revolta que sentimos perante a dimensão pressentida da factura que nos será debitada, tudo ficará como dantes: mesmo sem estarem "em Abrantes", Sócrates continuará a desgovernar, a Assembleia a arengar e a fingir que legisla (e a oposição a fingir que se opõe) e finalmente, Cavaco Silva versão dois continuará a promulgar quase sempre e a vetar quase nunca, sendo que para o caso pouca diferença fará.

E neste limbo em que se transformou este País em que vivemos, a única coisa que continuaremos a ver "florescer" será a corrupção e o compadrio e os "grandes projectos" de que provavelmente continuaremos a ter notícia, terão ainda a ver com TGV's para Lisboa, terceiras travessias do Tejo em Lisboa, novo aeroporto de Lisboa e se houver ainda desfaçatez bastante por parte de José Sócrates e algum espaço no Orçamento virtual do Estado, mais um ou outro "mega" - sendo que neste caso e para variar, a região a contemplar deverá ser obrigatoriamente... Lisboa!

publicado às 14:55

A "GRIPE DE BELÉM"...

www.segeicartoons.com

 

Depois da  “gripe suína” (ou “gripe mexicana”) – que depois acabou por ser rebaptizada de forma mais neutra por “gripe AH1N1” –  e cujo percurso ou grau de morbilidade em termos mundiais,  ainda não podem ser avaliados, eis que sobre os portugueses se abate um novo surto de uma “novíssima” febre, à qual e enquanto não for encontrada outra designação, vamos chamar “gripe de Belém” (também já designada por alguns como a  "gripe do bloco central" ).

O surto foi registado pela primeira vez no dia 25 de Abril no decurso de uma Cerimónia Oficial comemorativa de um longínquo acontecimento – ocorrido nesse mesmo dia há 35 anos atrás – e começou por afectar uma das altas Individualidades intervenientes no Acto que começou a pronunciar de forma desconexa, palavras como "bloco central", "coligação", "acordo pós-eleitoral" e outras frases que tais, as quais já não ouvíamos desde o último surto há muitos anos atrás... Parece ter-se transmitido de imediato em primeiro lugar, a alguns jornalistas e comentadores políticos e a  partir daí, como sempre acontece com este tipo de casos, propagou-se de forma exponencial a uma parte dos líderes políticos, respectivos staff, bem como às respectivas clientelas mais próximas…
Houve um pico agudo de casos, no decorrer de dois programas de “antena aberta” em dois Canais de Televisão  – no mesmo dia e à mesma hora tendo as respectivas “linhas telefónicas gratuitas”  registado recordes de chamadas relativamente a outras ocasiões.
Não foi ainda gizado um plano de prevenção ou combate ao surto, mas enquanto tal não acontece, sugerem-se os seguintes cuidados básicos:
-Evite a exposição frente a um televisor ou aparelho de Rádio – independentemente do Canal ou Estação sintonizados – à hora dos Telejornais, Jornais Nacionais ou programas de informação equiparados;
- Se de todo em todo essa exposição não puder ser evitada, proteja os ouvidos – que são o Órgão mais afectado pelo actual surto – com uns tampões idênticos aos usados pelos operários de construção civil que utilizam martelos pneumáticos. Pode encontrar equipamento desse género nas casas da especialidade (material de segurança) ou ainda em algumas farmácias;
- Porque o vírus pode surgir mesmo fora dos ditos espaços informativos convém que todos estejam atentos aos termos já referidos anteriormente - “bloco central”, "coligação",  “acordo pós- eleitoral”, ou ainda  “centrão”, “governo de iniciativa presidencial”, entre outros. Se ouvir estas palavras a partir de qualquer aparelho (TV ou rádio), se as ouvir a partir de pessoas próximas de si, ou ainda se as vir escritas (em suporte de papel, informático ou outro) fuja e enquanto isso, na falta de melhor, use as mãos em concha para proteger os ouvidos - os ouvidos e não os olhos, caso contrário não consegue correr!
- Comunique imediatamente à Autoridade Sanitária da sua área de residência os casos que detecte.
Nota importante e tranquilizadora: Enquanto você for capaz de reagir por reflexo,fugindo, protegendo-se ou participando os episódios testemunhados, não está afectado!
publicado às 17:11

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