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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

DOGMAS - NEM NA RELIGIÃO NEM NA POLÍTICA!

Dogmas...

Mesmo para aqueles que acreditam em Deus - num qualquer Deus omnipotente, omnisciente e omnipresente - esta palavra soa a blasfémia: No fundo, estamos a apresentar Deus como um ser cruel, prepotente, guardião do conhecimento e criador de "moléculas unicelulares simples" destituídas de capacidade de raciocínio - que por mero acaso, assumem esta forma a que se convencionou designar como humana...

Tomemos o Deus dos cristãos como exemplo e aceitemos como válida a teoria oficial da igreja sobre a criação do mundo. Aceitemos como boa a explicação de que todos aqueles relatos do antigo testamento sobre os sacrifício de animais e de seres humanos mais não eram do que meras efabulações no sentido de nos ajudar a perceber o esforço do ser humano para se sublimar e para cada vez mais tentar merecer a atenção particular do seu criador e que por isso mesmo, não devem nunca ser tomados ao pé da letra.

Contextualizemos pois todos esses exemplos e sobretudo, consideremos que a história antiga, antes de ser escrita, começou por ser transmitida entre gerações de forma verbal, o que desde logo nos remete para aquele provérbio de "quem conta um conto acrescenta um ponto".

A mim, como pessoa de formação cristã e católica, não me chocam nem um pouco aquelas citações dos evangelhos - agora já mais filtradas pelos teólogos para a doutrina e a fé - sobre histórias de altares onde eram sacrificados animais puros ou os próprios filhos primogénitos, ou ainda os relatos sobre a destruição de cidades onde o "pecado" imperava e onde a adoração de "deuses falsos" tinha de ser punida com a destruição pelo fogo.

Claro que eu percebo, como a maioria dos cristãos o percebe também, que essa era a forma de fazer entender melhor o espírito daquilo que se pretendia transmitir.

Mas Deus - e continuemos no contexto cristão ou judaico cristão se quisermos - dotou o ser humano de inteligência e de discernimento, logo, nunca teve a pretensão de lhe impor limites ao desenvolvimento da sua capacidade de análise e de interpretação de factos concretos, de capacidade de criação ou criatividade e inclusive, da capacidade de as "temperar" no seu percurso evolutivo com conceitos de natureza ética - mas sempre numa perspectiva de auto regulação..

Hoje é dia santo nacional - dia da "Assunção de Nossa Senhora aos céus em corpo e alma" - um dogma imposto pelo papa Pio XII.

Ora sabendo nós à luz do estado actual do conhecimento humano, que os papas têm dado sobejas provas de que não são de forma alguma omniscientes - às vezes nem inteligentes conseguem ser - aceitar este dogma está para além da inteligência de qualquer ser humano - ainda que católico apostólico romano.

Como o estão todos os outros dogmas! Deus não criou mentecaptos mas sim seres capazes de pensar e de entender que tal como a chamada magia ou ilusionismo, têm por base explicações bem simples, também aquilo que se pretendia (pretende) "explicar" com dogmas pode ser feito de forma humildemente adaptada ao estado actual do conhecimento humano...

publicado às 14:40

A IGREJA DOS POBRES...

Câmara de Lisboa gastou mais de 200 mil euros com visita do Papa

SOL-Hoje

 

As contas da visita de Bento XVI ainda não foram fechadas pelas autoridades religiosas portuguesas, mas há pelo menos um dado que consta do portal dos contratos públicos, e hoje revela do pelo Público. A Câmara de Lisboa terá gasto na ocasião 228 mil euros.

Aquando da visita do Papa a Portugal, o cardeal patriarca de Lisboa citara um texto bíblico para atestar que não pediria dinheiros da autarquia para o altar: «A César o que é de César, a Deus o que é de Deus».

Contudo, o Público de hoje revela dados que constam do portal de contratos de entidades do Estado, onde constam 68 mil euros pagos a uma empresa especializada em multimédia e audiovisuais, mais 82.460 euros para os responsáveis pelo altar, 35 mil euros para o aluguer de uma tenda para a missa, 23.700 euros com a própria missa e o mesmo valor para «serviços de meios técnicos audiovisuais».

A estes valores juntam-se os despendidos com o fornecimento de refeições e com a montagem e desmontagem de estruturas, bem como o trabalho extraordinário de funcionários camarários, avaliado em 59 mil euros.

(...)


 

A notícia diz (quase) tudo sobre o autêntico estado de insanidade que afecta de uma forma transversal a nossa sociedade: políticos do "arco do poder", poder local, onde as honrosas excepções são quase nenhumas, IPSS, Misericórdias, Igreja...

Para os que (ainda) acreditam no papel desta última Instituição que referi, em prole do bem comum, sobretudo dos mais desfavorecidos, ficam estas autênticas monstruosidades, esta ostentação ofensiva e quase "pornográfica" este esbanjamento de meios, este insulto aos mais pobres, onde nem sequer adianta dizer-se que "a Igreja aceitou as condições que a Câmara lhe ofereceu e não gastou dinheiros próprios" - quem aceita honras iníquas, pactua e apadrinha pela omissão, todos os abusos que agora começam a vir ao de cima!

Para a Igreja católica, parece que os costumes frugais e quase espartanos de Cristo seu fundador, são um referencial cada vez mais distante na sua prática diária...

publicado às 10:53

A "OFFSHORE" DO VATICANO...

 

Porque o mal pode espreitar "à esquina da rua" mais improvável, talvez valha a pena ler (sem qualquer reserva mental) este artigo e mais tarde, o livro a que faz referência - "Vaticano S. A" de Gianluigi Nuzzi...


 

Obra de jornalista italiano revela os esquemas corruptos que se escondem sob a gestão financeira da Santa Sé

Num cruzamento, perto de uma auto-estrada, do cantão suíço de Ticino, uma camponesa idosa guardava na sua cave duas malas Samsonite cheias de papéis arrumados em pastas de cartolina amarela. Durante quase trinta anos, recebeu aquelas pastas, sem nunca saber que o que guardava eram documentos que abriam a porta para um dos segredos mais bem guardados do mundo: as finanças do Vaticano.

No Verão de 2008, coube a um jornalista italiano da revista Panorama, Gianluigi Nuzzi, ir buscar estas malas que continham o arquivo secreto de monsenhor Renato Dardozzi, que, entre 1974 e o final da década de 90, foi uma das figuras mais importantes do Instituto das Obras Religiosas (IOR), o banco do Vaticano. Dardozzi, falecido em 2003, manifestou no seu testamento a vontade de tornar públicos estes documentos. Foi a partir deles que o jornalista escreveu o livro Vaticano S. A., que veio agora apresentar a Portugal.

Esta obra, frisa Gianluigi Nuzzi, "não é mais um livro de teorias da conspiração mas o resultado de uma investigação de dois anos, em que todos têm nomes e tudo o que é dito é baseado em provas e não em fantasias".

Na sala de um hotel de Lisboa, o jornalista lembra os meses passados numa sala "pequena, abafada, sem ar condicionado nem casa de banho", a percorrer "um labirinto de cerca de cinco mil documentos que reconstroem, a partir do interior do Vaticano, acontecimentos financeiros duvidosos, ligações inquietantes à Mafia, a Giulio Andreotti (dirigente da Democracia Cristã italiana) ou ao sindicato polaco Solidariedade.

Monsenhor Renato Dardozzi tinha acesso aos círculos mais restritos e fechados da Santa Sé, às saletas de "portas duplas, onde se edificavam operações financeiras arrojadas, onde se abafavam escândalos, ou se afastavam pessoas", explica Nuzzi. Os documentos que Dardozzi guardou provam que "o Vaticano funciona como uma offshore. Para lá da Colunata de São Pedro e sob a capa de obras de bem, cometem-se crimes financeiros e não só".

Este livro dá conta dos acontecimentos que se seguiram aos escândalos do banco Ambrosiano e da Banca Privata Italiana, bem como às mortes misteriosas das figuras de proa dessas instituições Michele Sindona e Roberto Calvi, ou ainda a de Albino Luciani (Papa por 33 dias). Pois, como explica Nuzzi, estes escândalos não impediram que o Vaticano prosseguisse com "manipulações políticas, subornos, pagamentos a políticos corruptos e elementos da Mafia, burlas e até mesmo um elaborado sistema de lavagem de dinheiros, só possível porque o Vaticano é um Estado com leis e um estatuto próprios. É um mundo inexpugnável em pleno coração da Europa".

Em Vaticano S. A., pessoas, instituições de caridade, fundações (como a Fundação Spellman, que faz a gestão dos dinheiros de Andreotti) vão entrando e saindo de cena como se de um palco de teatro se tratasse. Cruzam-se relações de poder de indivíduos e grupos interiores e exteriores à Santa Sé.

Há, porém, um que sem aparecer está omnipresente em toda a narração: Karol Wojtyla, o Papa João Paulo II. O jornalista reconhece que " Wojtyla era apenas a cúpula de uma gigantesca engrenagem que ele não controlava. Até porque no Vaticano "a verdade nunca é só uma", afirma Gianluigi Nuzzi.

publicado às 16:13

EM CELORICO DE BASTO, HÁ (AINDA) VIDA PARA ALÉM DE SÓCRATES!

Não... Hoje não vou escrever sobre os deficit democráticos (da Madeira, do Continente, de Valongo que é a minha Terra) nem das "faces ocultas" ou das "Operações furacão"... Tornar-me-ia fastidioso, uma vez que quase toda a gente já disse quase tudo sobre o assunto - incluindo aqueles que são parte do problema, mas persistem em nos convencer que são parte da solução!

Não que não me apetecesse voltar à "vaca fria" das escutas da "face oculta" e das graçolas trocadas entre os amigos José Sócrates e Armando Vara, onde pelo meio ganhou corpo um alegado "atentado contra o Estado de Direito".

De qualquer forma, a dúvida existencial que a todos nos tem atormentado nos últimos tempos  - estaria José Sócrates isento do "pecado original" com que todos nascemos e que nos torna à partida potenciais corruptos - foi desfeita num ápice pelo nosso PGR: "Não recai sobre o nosso primeiro-ministro a suspeita de qualquer crime (nem é de supor que venha a recair em qualquer circunstância, à luz da actual Legislação) -  o entre parêntesis é meu -  pelo que se determina o arquivamento das certidões extraídas".

Assunto arrumado. Sócrates e a Virgem Maria (para os católicos) nasceram isentos do "pecado original" e no caso do primeiro, bem podem tentar os seus detractores - "assassínios de carácter", "decapitação do PS", "inventonas", o que queiram, porque é para o lado que ele "dorme melhor"!

E por falar em "pecadO" (neste caso até bem pouco original) não resisti a fazer um copy-paste da notícia roubada aqui que me aqueceu a alma e me renovou a esperança num futuro melhor. O amor é lindo!


Em Carvalho, uma freguesia de Celorico de Basto, as opiniões dividem-se entre populares incrédulos e aqueles que consideram o comportamento do padre Rui uma “atitude de homem”. A maioria está no entanto, chocada.

Quase que esta história se poderia igualar à de Eça de Queiroz de O Crime do Padre Amaro não fosse o jovem padre ter fugido com a rapariga. A fuga foi o resultado de uma recusa: o padre Rui – com 26 anos e apenas 16 meses de sacerdócio - fugiu com Fátima, de 18.

Desapareceram no final da semana passada, depois de o jovem padre ter pedido “permissão” à família afectiva de Fátima para se casarem. Foi nessa família que sentiu a recusa.

Segundo o Correio da Manhã, Fátima teve uma infância difícil, tendo perdido o pai muito cedo. Sem condições de a criar, a mãe biológica entregou-a à Segurança Social, que a foi encaminhando para famílias de acolhimento até que ficou vários anos numa família que a tratava como filha e que recusou o casamento com o padre.

O sacerdote esperou então que Fátima completasse os 18 anos – que fez um dia antes da fuga -, escreveu uma carta de despedida ao arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e fugiu com ela, ao que tudo indica, para Espanha.

Rui Manuel Saraiva Pereira - pároco em Basto, Santa Tecla e Borba da Montanha – foi ordenado padre em Braga, no dia 20 de Julho de 2008.


O meu comentário sobre a notícia:

E anda o Papa Ratzinger  a negociar com a Igreja Anglicana a sua integração no seio da Igreja Católica, quando a mesma obriga os seus padres (um "bem" cada vez mais escasso segundo dizem) que "por acaso" e ao contrário dos anglicanos, são (apenas) homens, a abandonar o sacerdócio - só porque não conseguem abdicar do amor de uma mulher!

publicado às 19:05

UM HOMEM NÃO É DE PAU...

EUA

Afastado padre apanhado a beijar mulher na praia

DN-Hoje

O escândalo começou com uma reportagem fotográfica de oito páginas na revista TVnotas USA. Nela, um dos padres mais populares dos EUA, o cubano-americano Alberto Cutié, foi apanhado aos beijos e abraços com uma jovem mulher nas praias de Miami.

O "Padre Alberto" já foi afastado da paróquia de San Francisco de Sales e da Rádio Paz, onde fazia vários programas.

"Perante Deus, cheio de amor e misericórdia, e perante a nossa comunidade, quero pedir perdão se as minhas acções causaram dor e tristeza", disse o padre de 40 anos, especialista em conselhos matrimoniais e autor do livro Ama de verdade, vive de verdade. As fotos foram captadas pelo paparazzo em três dias nos últimos dois meses e mostram o padre a "abraçar, beijar e a introduzir a mão na parte de baixo do biquini da mulher".


 

Num país onde a Igreja (a católica) tem dado um triste exemplo ao mundo, com os múltiplos escândalos de pedofilia envolvendo vários padres, este caso ronda o ridículo.

Tal como a Justiça - pelo menos a portuguesa - não aceita como provas de um ilícito, fotografias, filmagens ou gravações que tenham sido obtidas de forma irregular e não autorizada, também aqui se justificava que a permissiva hierarquia tivesse feito "vista grossa" ao material captado pelos paparazzi.

Eu se fosse o padre Alberto, teria negado - afinal podia bem ser uma fotomontagem...

Razão tem o Bispo de Viseu para defender o casamento dos padres:

Se apenas os homens podem ser padres, se estes não estão proibidos de frequenter as praias onde como é natural, ficam expostos ao calor - que é suposto dilatar o corpos - é também natural que neste caso, o homem (padre) que não é feito de pau, tenha ficado de pau feito

No entanto, sendo ilícito (para a Igreja) esse estado não era ilícita a fonte de ignição (ao contrário da pedofilia)

 

publicado às 16:20

FEITOS HERÓICOS OU... MILAGRES?

D.José Policarpo queixa-se de que "o Estado convive mal com a Igreja" - a propósito da discrição com que os governantes têm tratado a questão da canonização de D.Nuno Álvares Pereira, hoje consumada em Roma.

Ora bem, como em outras ocasiões tem acontecido, mais uma vez D.José Policarpo não tem razão...

O Estado e os cidadãos, devem procurar sempre enaltecer os seus heróis (os genuínos) - passados e actuais. Claro que optam quase sempre por fazê-lo quando os mesmos já morreram, o que não deixa de constituir de certa forma e em si mesmo uma injustiça, mas enfim, mais vele tarde do que nunca...

Com D.Nuno Álvares Pereira esse reconhecimento também tem vindo a ocorrer. É consensual entre os portugueses, que ele desempenhou um papel importante na nossa história. Mas se foi herói, foi-o por feitos concretos, como ser humano, como estratega militar e não por quaisquer outros em que apenas acredita quem quer, mesmo que não comprovados de forma credível.

Porque a fé é um estado de alma deve ficar com cada um e não ser impingida a todos - mesmo aos que recusam partilhar esse estado de alma.

Por isso, o Estado e os seus governantes fizeram bem em não se envolver nesta questão comezinha dos "salpicos do óleo de fritar" que roubou temporariamente visão à D.Guilermina de Jesus... 

 

publicado às 14:35

MATE-SE O MENSAGEIRO...

D.José Policarpo, habitualmente ponderado, quase sempre comedido, desta vez alinhou pela fuga à verdade - ou se quisermos, pela meia verdade: Nós sabemos que nenhum meio é 100% infalível na prevenção da SIDA e o preservativo não foje à regra, mas é entre muitos outros o mais eficaz!

Porque a mensagem do Papa, possa embora ter saído truncada, ou ter sido transmitida num contexto pouco formal e portanto não totalmente ponderada,  transmitiu (de facto) uma ideia extremamente perigosa para a humanidade - é que Bento XVI disse com todas as letras e sem gaguejar  "...que a distribuição de preservativos não ajuda a controlar a Aids... pelo contrário, eles aumentam o problema"! - porque lhe saiu mal a mensagem, unem-se agora todas as hostes em torno do Líder, para fazer "desaparecer" as provas... D.José Policarpo bem podia ter encontrado outra forma de retirar alguma carga negativa às palavras do Papa, em vez de optar pela estafada acusação aos jornalistas e à Comunicação Social de deturparem o que Bento XVI disse!

Se o Sumo Pontífice disse o que não queria, ou se se expressou de forma menos clara e foi mal interpretado, a solução nunca pode passar por "matar o mensageiro"!

D. José tem dimensão intelectual para fazer a diferença. Se opta pelo lado minimalista da Igreja Católica, faz mal. Muito mal...

publicado às 10:45

BOA PÁSCOA...

Sem a carga religiosa do termo - que as religiões às vezes dividem mais do que unem... - sem consumismo exacerbado, sem notícias "insultuosas" em tempo de crise, de dificuldades e de privações para a maioria das pessoas, dando conta dos hotéis e estâncias de turismo a 100% da sua capacidade, sem isso tudo, mas apesar de tudo, uma boa Páscoa para todos !

Ah! E nada de comerem o coelhinho - como o outro que comeu a galinha dos ovos de oiro!


PS: Na minha terra, chamavam-se "páscoas" ou "primaveras" aquelas florinhas que se viam nas bermas das estradas ou então nalgumas sebes das casas à beira dos caminhos...

publicado às 16:19

CATÓLICO APOSTÓLICO...VISEENSE!

Num momento em que a auto-estima dos portugueses anda tanto em baixo - por terem o primeiro ministro que têm, por terem a Justiça que têm, por terem o nível de corrupção que  têm e até por terem os dirigentes desportivos (do futebol pelo menos) que têm - sabe bem podermos dizer que nos revemos inteiramente na dimensão humana, intelectual e religiosa do Bispo de Viseu...

É pena que as vistas estreitas, sectárias e fechadas "à Cidade e ao Mundo", das cúpulas de Roma (onde pontua curiosamente a figura cinzenta do português D.José Saraiva Martins) não tenham o mesmo olhar desassombrado, inteligente e solidário em relação aos problemas da humanidade...

Enquanto este estado de seriedade intelectual não cai, qual maná no deserto dos tempos Bíblicos,  sobre as cabeças mitradas de Roma apetece-me apregoar "à cidade e ao mundo" que sou Católico Apostólico Viseense!

 

  

publicado às 13:20

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