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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

O CASO SÓCRATES, A 'CABALA' E O SENHOR IDOSO ENTREGUE A SI PRÓPRIO...

Captura de ecrã 2014-11-26, às 17.02.53.png

O pior contributo que alguém que não se sinta bem  com o tipo de País em que vivemos pode dar para a implantação de um Estado de Direito em Portugal - eu disse implantação, porque Portugal não é um Estado de Direito - é continuar a comportar-se como se comportam as 'famílias' do futebol quando o seu presidente é acusado de oferecer 'fruta' aos árbitros, de fugir aos impostos, de violar as leis do País, ou até mesmo de burlar o próprio clube.

 

Vem isto a propósito do 'assunto da semana, do mês e quiçá do ano' que é o caso de José Sócrates...

 

Deixemos a Justiça funcionar e exijamos dela, independentemente de gostarmos ou não da personagem em questão, que lhe proporcione todas as garantias de defesa e que o trate nem pior nem melhor que qualquer outro preso preventivo.

Transformar a prisão de Sócrates num caso político é lamentável e além do mais, é o pior apoio que aqueles que por razões pessoais, sentimentais ou políticas se sentem solidários com ele, lhe podem dar.

É igualmente quase idiota transformar os meios de comunicação - TV's, Jornais, Rádios - nos maus da fita. Bem ou mal - muitas vezes mal - eles fazem apenas o seu trabalho e nunca é uma boa ideia optar pela solução mais fácil e mais à mão que é  'matar o mensageiro'.

Reduzir ainda o caso de José Sócrates - apenas um entre vários que, ao que dizem, pendem ou já penderam sobre ele  - à tese da 'cabala' também não anda longe da idiotice mais básica.

 

Por último, condicionar qualquer acção mais 'musculada' da Justiça, como é este caso, a igual procedimento relativamente a 'todos aqueles que nós sabemos e que continuam por aí a dizer que os políticos não são todos iguais ou de submarino a tiracolo', é fazer o jogo deles, permitindo-lhes que continuem a 'ver as vistas' do lado de fora do calabouço.

O coro de algumas 'carpideiras' de vestes cor de rosa que disputam os microfones da comunicação social - aquela que tanto criticam - com a narrativa da vitimização e do discurso idiota sobre o 'estadista-filósofo', não vai de forma alguma amenizar o seu cativeiro nem tampouco apressar o daqueles que suportam a actual desgovernação e que é a mais corrupta, a mais antipatriótica e a mais condenável dos últimos 40 anos de Democracia.

 

Em jeito de nota de rodapé, eu acho que Mário Soares deve ter 'rectaguarda familiar'...

Se tem, vejam lá se não largam o homem da mão! Foi constrangedor ver hoje o antigo presidente da República à porta da penitenciária de Évora a ser massacrado pelos 'média', à beira de uma apoplexia e sem ninguém por perto que o tirasse dali e o levasse para o conforto do sofá.

Tive pena do motorista que ali o levou no Mercedes topo de gama e do seu ar aflito - deu para ver que não tinha à-vontade suficiente para lhe dizer "já chega! vamos p'ra casa!"...

 

 

publicado às 11:26

"PAGAR DÍVIDAS É COISA DE CRIANÇAS" - NÃO PAGO!

Foto "roubada" ao ilustre amigo do Facebook José António Barreiros


O ex-primeiro ministro, José Sócrates, defendeu numa Conferência em Paris, que é essencial apostar no financiamento para desenvolver a economia.
"Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei", afirmou o ex-primeiro ministro José Sócrates, em Paris, citado pelo "Correio da Manhã".
"É essencial para países como Portugal financiamento para desenvolver a sua economia. É assim que eu vejo as coisas", acrescentou.

José Sócrates falava numa palestra do pólo Universitário de Poitiers, em Paris, tendo recebido fortes aplausos.



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/pagar-a-divida-e-ideia-de-crianca-diz-jose-socrates-video=f692830#ixzz1fx5w5uq5


 

PS 1: Afinal confirma-se: o homem estudou mesmo e não obteve o diploma (de licenciatura) em engenharia num domingo coisa nenhuma.

Agora o que parece é que é que na Independente, a Economia era interpretada de forma bastante "livre" - o que deu um lindo resultado, diga-se!

 

PS 2: Ah! Bom...

publicado às 14:07

"A MORTE DE SÓCRATES"

("A morte de Sócrates" - por Jacques-Louis David-1877)

 

(...) Sócrates acredita na imortalidade da alma e que teria recebido, em um certo momento de sua vida, uma missão especial do deus Apolo (...)

 

(...) Diz-se que Sócrates acreditava que as ideias pertenciam a um mundo que somente os sábios conseguiam entender(...)

 

(...) Sócrates acreditava que ao se relacionar com os membros de um parlamento a própria pessoa estaria fazendo-se de hipócrita (...)


Pequenos recortes - alguns retirados do contexto em que a Wikipédia os publica...

Razões que a razão desconhece, conduziram-me para este tema e para o papel do grande filósofo grego e por mais que me esforce, não encontro nenhuma analogia entre esta ilustre figura do pasado e outras bem menos ilustres no nosso presente.

Estranha portanto, a minha fixação nesta página da Wikipédia...

 

publicado às 18:03

SOCRÁTICO EPITÁFIO...

Sócrates finalmente "morreu" e essa morte anunciada deixa-me apesar de tudo, desolado - tão desolado que não sei sequer se terei força anímica para ir ao velório e participar na encomenda da sua alma...

E desde logo, porque duvido que a tivesse - ele que desde os seus tempos de "menino de oiro" tem seguido um percurso de verdadeiro desalmado.

Mas pronto, como diria Sebastião José de Carvalho e Melo, o que se impõe agora, é "enterrar os mortos e cuidar dos vivos". Portanto, apesar da preocupante rarefacção da nossa atmosfera, exige-se - exige-o o País - que continuemos a respirar. Mesmo que na "central técnica" de Bruxelas nos tentem cortar o "oxigénio" ou nos anunciem até a nossa própria morte, essa notícia é obviamente exagerada e não devemos (por enquanto) acreditar nela!

Os mortos não lutam e nós lutamos e continuaremos a fazê-lo no futuro!

Os mortos não sentem e nós somos filhos de boa gente!

Os mortos não mexem e nós sacudimos mais uma vez a pesada canga da cerviz - já nos magoava para além do razoável!

Os mortos estão... mortos e como diz o Povo, deles não há-de rezar a história.

Pensando bem, talvez Sócrates venha a constituir uma excepção à regra. Com uma ligeira diferença: em vez de "rezar" sobre a sua tumba a dita irá muito provavelmente mimoseá-lo com uma avalanche de impropérios...

publicado às 22:01

TIC-TAC...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tic-tac-tic-tac...

Pum (ou traque)

E um baque!

Do pelintra de fraque

A ter um piripaque

À porta do bricabraque

Chilique ou achaque

Mal soube do Xeque-mate

E do fim do empate

Reanimem o disparate

Levem-no com a claque

No eco smart

(ou  eco Cadillac)

À porta de embarque

Antes que o País de araque

Fique todo a Prozac

Tic-tac-tic-tac

Pum (ou traque)

Último baque!

 

(Tudo isto fará mais sentido no dia em que a “moção de censura” a Sócrates for finalmente aprovada - presume-se que ainda este século...)

publicado às 14:53

"CENSURAS" E ÓPERAS BUFAS...

 

É no mínimo lamentável esta espécie de ópera bufa a que vimos assistindo na AR em torno da "censura ao governo" constantemente anunciada por quase todos - todos aqueles que se dizem estar do outro lado da barricada(?) obviamente...

Uns, vão gritando desde há muito como autómatos "vou-te censurar, vou-te bater, vou-te derrubar", mas quando olhamos para a coreografia, para o que fazem, para os passos concretos que dão, a única coisa que nos ocorre dizer sobre o seu comportamento, é que talvez sofram de sonambulismo e se encontrem a meio de um longo sono, pois inegavelmente, nem o gesto nem a acção batem certo com a "banda sonora". Se assim for, o melhor é não lhes ligarmos - dizem que que não é bom acordarmos um sonâmbulo...

Outros, parecem ter de facto alguma vontade de partir para os "finalmente",  mas demasiado taticistas (ou receosos de não estarem à altura dos acontecimentos, vão-se empanturrando de anabolizantes, vão-se  dopando às escondidas, olhando constantemente para as sondagens, que são uma espécie de espelho mágico imaginário a quem perguntam de forma repetida e deprimente "espelho meu, espelho meu, diz-me se há alguém mais forte do que eu" à espera de verem crescer um músculo que tarda em aparecer - como se a supremacia em política se pudesse medir em massa muscular e não em massa cinzenta!

E é neste deprimente espectáculo, de pobre enredo e medíocres actores em que nos tentam enredar e onde até a música de fundo é uma espécie de "canção de embalar" soporífera entoada por "aquele" estranho solista a quem o nariz cresce uns centímetros de cada vez que vai à Assembleia da República anunciar alguma medida ou fazer alguma promessa, que teremos de resistir, bebendo tanto café quanto consigamos beber - antes da subida do preço do mesmo que já se anuncia - na certeza porém de que se não conseguirmos manter-nos despertos, o mais certo é que no fim do triste espectáculo, acordemos com os bolsos virados do avesso e a falar alemão (ou francês), sendo que um indigente é sempre um indigente, fale a língua que falar e bolsos vazios são sempre bolsos vazios, sejam os de umas calças de marca ou de um simples fato-macaco...

publicado às 10:33

O PAÍS ESTÁ DE FÉRIAS...

Férias

Cavaco Silva no Algarve, José Sócrates em parte incerta...

Económico - hoje


 

Quanto ao Presidente... acho que fez bem, optando po um simpático e económico regresso às origens - imagino que ande ali por Boliqueime - que em

tempos de crise, até um Presidente deve dar o exemplo!

Neste momento, imagino-o a dividir o tempo entre o tanque da quinta transformado em piscina improvisada  e as galochas, o ancinho e a sachola para tratar das couves na horta da família...Poupa de duas maneiras: não gasta em hotéis e festas do "jet set" e por outro lado, contribui de forma activa e responsável para promover a nossa auto-suficiência em produtos hortícolas!

Já quanto ao primeiro dos ministros deste País, também se percebe que tenha optado pela clandestinidade: Com as medidas que tem vindo a tomar, a

prudência aconselha a não andar muito por aí no meio do Povo sofredor, ainda que apenas a promover o jogging como é seu hábito: Mesmo com os habituais guarda costas a "tiracolo", as coisas podem sempre correr mal...

Só espero que essa clandestinidade tenha sido motivada apenas pelas razões apontadas e não com o objectivo de nos esconder a factura que seguramente pagaremos para custear o seu imerecido descanso -  ou, pior do que isso, para não se eximir a alguma mais que improvável condenação relacionada com algum  dos muitos casos que lhe são imputados...

(Aliás, no caso concreto do nosso primeiro e por razões óbvias, o País deveria aplicar-lhe de forma permanente e irrevogável o TIR - Termo de Identidade e Residência)

publicado às 10:05

O "PAÍS DE SÓCRATES"...

Ministra da Educação quer acabar com reprovações...

TSF-Hoje

Em entrevista ao semanário Expresso, a ministra da Educação, Isabel Alçada afirma que a repetição de ano quase nunca é benéfica e defende formas de apoio aos alunos como um ritmo diferente.


Vinda deste governo sem rumo, uma ideia peregrina e idiota como esta (que aliás faz perfeitamente jus à sua autora) já não consegue surpreender-nos !

Constituído essencialmente por ineptos e apoiado por hordas de boys e alpinistas sociais cujas habilitações académicas ou profissionais são "por princípio" dispensáveis e quando não o são, podem sempre ser respaldadas com um qualquer diploma de engenheiro obtido num qualquer domingo do ano, este governo de ficção que mais parece ter saído de um qualquer filme de BD de má qualidade, só podia ter ideias destas, à semelhança aliás de tantas outras que - situando-nos apenas nesta área da Educação -  foi "parindo" ciclicamente para depois pressionado pela País real, optar pelo "infanticídio", quando podia perfeitamente ter optado pela "IVG"!

Como diria a outra, "eu ainda sou do tempo" em que tínhamos de justificar as faltas às aulas, tínhamos de obter aproveitamento às mesmas, tínhamos de estudar, tínhamos de demonstrar (ao longo do ano lectivo e depois, quando era o caso, também nos exames) que o nível de conhecimentos adquiridos era compatível com a passagem de ano!

Quando se tenta construir o futuro de um País na base do facilitismo, da falta de exigência, das habilitações ficcionadas, da cunha como alavanca universal para a ascensão social, o resultado só pode ser aquele que temos - um País à imagem do seu governo (ou vice-versa).

publicado às 13:57

FREEPORT - RESPEITEM OS "MORTOS"!

 

Sócrates o corrupto - não, não me refiro ao primeiro ministro do País, mas ao ministro do Ambiente do PS que em 2002 alterou a zona de protecção especial (ZPE) do estuário do Tejo, permitindo a construção do talvez mais badalado (pelas piores razões) outlet do mundo - se fosse vivo, teria todos os motivos para se sentir feliz com a decisão final do Ministério Público acerca do Processo Freeport.

Mas não é - tal como os Sócrates do Processo Cova da Beira, dos "famosos" projectos de construção na Câmara da Guarda e outros casos menos recomendáveis, os quais já não estão "entre nós", também este biltre já "faleceu"...

Daí não se perceber muito bem o incómodo que às vezes pressentimos em Sua Excelência o Senhor Primeiro Ministro de Portugal, Senhor Engenheiro José Sócrates, sempre que o interrogam sobre estas questões - nomeadamente a do Freeport. Sempre que é questionado - como primeiro ministro do País - sobre estes e outros casos mal cheirosos, ficamos com a ideia que ele assume as "dores" dos falecidos! (Mas se calhar é apenas impressão nossa...).

Eu cá - tal como uma "esmagadora" minoria de portugueses - continuo a pensar que o único problema de Sua Excelência o Primeiro Ministro de Portugal, Senhor Engenheiro José Sócrates, reside apenas nestas estranhas coincidências de nomes...

(Mas também, quem é que procurando um pouco, não encontrará um qualquer criminoso com o mesmo nome que o seu?)

publicado às 11:17

O "PIOR PRIMEIRO MINISTRO" DE SEMPRE...

 

Quando não nos ocorre escrever mais nada - nem sobre Alfena, para variar - vale a pena citar os outros.

Neste caso, cito João César das Neves, a propósito do pior primeiro ministo de sempre - que afinal, é uma ficção. Defeito pois do ficcionista que criou tal personagem...


 

 

Só a ficção se controla

por JOÃO CÉSAR DAS NEVES 12 Julho 2010

 

 

José Sócrates não existe! O Diário de Notícias, após intensa investigação, confirmou um facto espantoso: o actual primeiro-ministro não passa de uma personagem de ficção. A figura foi criada por um laboratório de analistas políticos que há 12 anos mantém o complicado enredo da personalidade fabulosa. O homem que conhecemos por esse nome é realmente Manuel Lopes, um actor de profissão que dá corpo à personagem. Esta é a entrevista com Philip Widmark, o cérebro por detrás deste projecto.

 

DN - Sr. Widmark, é verdade que o nosso primeiro-ministro não existe?

PW - Não é bem assim. José Sócrates existe, mas como personalidade artificial criada nos estúdios especializados da nossa empresa www.makeyourleader.com. Trata--se, não de uma pessoa verdadeira, mas de alguém especialmente concebido por técnicos altamente treinados para garantir uma liderança de qualidade. O PS contratou os nossos serviços em 1998, quando Guterres entrou em decadência, e trabalhamos desde então.

DN - Quer dizer que a biografia, fotos antigas, carreira, foi tudo fabricado?

PW - Sim. Aliás a imprensa portuguesa apanhou certos aspectos do truque.

DN - Refere-se ao diploma de licenciatura?

PW - Isso, antigos projectos de engenharia e até os problemas dos parentes falsos, que nós criámos, foram detectados por jornalistas. Felizmente ninguém foi ao fundo da questão até à vossa descoberta.

DN - Este método de inventar personalidade é original?

PW - Claro que não. Isto é usado por todo o lado há muito tempo. Temos muito que fazer e grande sucesso. A nossa empresa apenas leva ao nível seguinte o trabalho de consultores de imagem e assessores de imprensa. Porquê tentar emendar defeitos e corrigir erros na carreira e personalidade de políticos reais, quando se pode imaginar alguém perfeito de raiz?

DN - Mas, dado que este projecto está a correr mal...

PW - Correr mal? Quem disse? Consideramos o "projecto Sócrates" um dos nossos maiores êxitos. Mantemos a criação no poder há mais de cinco anos, o terceiro mais longo PM desta democracia, e lutaremos pelo segundo lugar. Pelo menos!

DN - Mas a crise, os escândalos, os ataques, as críticas!

PW - Isso tudo é excelente para manter as atenções na figura do PM. Aliás alguns dos casos foram fabricados por nós, quando as coisas estavam a tornar-se mornas ou a realidade social a ficar demasiado influente.

DN - Quer dar-me um exemplo?

PW - O uso da golden share na PT foi a mais recente invenção do nosso laboratório, para anular os efeitos da subida de impostos e derrota no Mundial de Futebol. Foi brilhante!

DN - Quer dizer que foi tudo a fingir?

PW - Claro! A decisão não tem pés nem cabeça. Mas é uma genial jogada de diversão. O princípio básico é que a política deve ser mantida o máximo de tempo no reino da ficção. É essencial discutir assuntos inúteis. Quando o mundo real entra no debate público, as coisas saem do domínio, porque a realidade é imprevisível. Só a ficção se controla. O ideal é ter todos a discutir diplomas escolares do PM, corrupção, casamento gay, zangas de dirigentes e disparates afins. Afastar o mais possível a atenção dos problemas das pessoas. É para isso que serve a política.

DN - Então a finalidade do poder não é melhorar o bem-estar da população?

PW - Claro que não. Se fosse para isso não se teria criado este circo mediático que impede qualquer governação com seriedade. Com a imprensa e televisão a vigiar, especular e influenciar cada passo e decisão, é impossível governar. Os políticos servem para divertir o povo enquanto os verdadeiros decisores conduzem as coisas. Para isso é indispensável criar personalidades fictícias. Aliás, com o desprezo e insultos com que se tratam os dirigentes, eles têm de ser feitos de borracha. Se fossem pessoas verdadeiras não aguentavam a pressão. Esse é o nosso serviço.

DN - Quem são os verdadeiros decisores de que fala?

PW - Sei lá! Só me contratam para a ficção. Não trato do Governo e política. Apenas garanto que existe alguém a ocupar um lugar que nenhuma pessoa real conseguiria suportar.

publicado às 11:11

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