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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO DE 'PERFIL MÍNIMO' - OU O TEMPO DO "SEMPRE EM FESTA"...

Captura de ecrã 2016-06-07, às 14.26.02.png

 

Apesar de tantas que têm sido as ocasiões em que localmente me tenho inspirado, vou mesmo assim falar uma vez mais de Valongo do nosso descontentamento e de uma figura que já é quase uma figura típica do subúrbio, um cidadão de cidadania mínima, 'filho político' de José Sócrates, 'enteado político' de José Seguro e 'afilhado político' de Francisco Assis e Maria de Belém.

Porém com um poder de encaixe de tal ordem que aceita com idêntica naturalidade 'patrocínios' de sinal contrário e às vezes até aparentemente antagónicos - obviamente em condições previamente acordadas e desde que as mesmas possam de algum modo ajudar na promoção do culto da imagem e da personalidade que tanto  aprecia,  ou mesmo traduzir-se em benefícios de tipo mais 'robusto' que também não rejeita...

 

Uma estranha associação de ideias remete-me para o processo de produção protegida de cogumelos - que também são um fungo  - e que no nosso País se situa no período compreendido entre os meses de Outubro e Abril. Por analogia a época de ouro do 'edil de Valongo', porque é dele que estou a falar, situa-se em meses de clima mais ameno e soalheiro, período que está já em curso.

 

Por estas alturas o nosso 'sempre em festa' desabrocha festivamente e com a ajuda de enxames de pequenos polinizadores voluntários ou avençados lá vai tentando reproduzir à sua volta o estado de vazio total que é aquele em que verdadeiramente consegue destacar-se.

 

Se "em terra de cegos quem tem um olho é rei", ele que ambiciona reinar sem ter estaleca para a respectiva arte só consegue os seus intentos mantendo a todo o custo os súbditos 'cegos pelo barulho das luzes e surdos pela cacofonia dos desafinados violinos'.

 

Teremos pois as festas disto daquilo e daqueloutro e vice-versa, as caminhadas solidárias e solitárias, as mesas redondas sobre temas quase sempre quadrados, as oportunidades múltiplas de 'apanhados' previamente negociados com os jornalistas e os fotógrafos do regime, para que o actor principal possa aparecer umas 'setenta e duas vezes e meia' - como aconteceu na 'Festa da Regueifa' -  (de frente de perfil, de pé e de cócoras) e o que mais puder servir os intentos de quem vive apenas do brilho efémero das luzes da ribalta.

 

Como sugere o cartaz da foto anexa, se em 2017 quisermos Mudar Valongo teremos de ser mais exigentes na escolha daqueles em quem delegaremos a nossa governação - nem que para tal tenhamos que importar para o subúrbio o conceito da geringonça nacional!

publicado às 10:34

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