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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

VALONGO E ALFENA - 'MANHAS E CASAS VELHAS'...

Captura de ecrã 2015-03-23, às 20.05.45.png

Queremos saber como são utilizados e com que fins, os nossos equipamentos colectivos!

 

A Câmara de Valongo custeou a quase totalidade das despesas - ao abrigo dos mais elementares princípios da transparência gostaríamos de as ver publicamente detalhadas (por exemplo, no Boletim Municipal - da recuperação do antigo Jardim de Infância de Cabêda, para aí instalar a Plataforma Solidária de Alfena protocolada entre a própria Câmara, a Junta e a AVA.

Constam do referido protocolo os pontos seguintes:

Captura de ecrã 2015-03-23, às 18.29.31.png

 

Como é sabido, o terceiro outorgante (a AVA) viu-se forçado a abandonar o local em consequência do boicote sistemático que era feito pelo segundo outorgante (Junta de Freguesia) ao desenvolvimento das suas actividades, ficando o espaço a ser gerido apenas pela Junta e nos moldes a que Arnaldo Soares nos habituou há muito e que me dispenso de especificar.

 

- Fica por saber em que moldes é que os custos de gestão são partilhados.

- E no que toca ao ponto 6 - "funcionamento da Academia Sénior/Escola Sénior em moldes a definir posteriormente" - fica também por saber em que pé está essa definição.

 

É claro que a 'vox populi' vai comentando alguns intrigantes apontamentos relativos à gestão clientelar implementada pelo edil local e pelo seu grupo de colaboradores mais próximos e por isso mesmo, seria importante que a Câmara, a quem pertence o equipamento e a quem se deve a sua recuperação, se pronunciasse com urgência sobre o assunto.

Requeri há já quase um mês uma informação nesse sentido mas parece que aqui a Lei é letra morta, prevalecendo o estranho princípio de que os eleitos só precisam de prestar contas da sua gestão e dos seus actos a quem muito bem entendam e de preferência a quem não se atreva a pô-los em causa!

 

Chegou ao meu conhecimento que a técnica superior de Serviço Social que ali presta serviço - a Dr.ª Vera - que era paga ao abrigo de um protocolo entre a Junta (600 €) e a AVA (400€), passou a trabalhar depois das eleições apenas para a Junta, que lhe paga 1.500€ com a promessa de abrir um concurso para um lugar de técnica superior.

 

Resta saber duas coisas:

 

- Como justifica a Junta o pagamento dos tais 1.500 €?

(Consta-se que apesar da ruptura com a Junta, a AVA mesmo assim e para não prejudicar a referida técnica, aceitou receber a transferência da importância ao abrigo do protocolo anterior e pagar depois à mesma!).

- Estará o referido procedimento concursal de acordo com a Lei?

 

Até  que tudo se esclareça - ou não... - a técnica do Serviço Social vai organizando visitas a discotecas e idas em low cost a Lisboa, para ir mantendo e alimentando fidelidades eleitorais por parte dos menos jovens.

O custo inicialmente previsto com a tal viagem a Lisboa era de 29,90€ por bilhete mas a Dr.ª Vera  só conseguiu alguns lugares.

Dada a 'visibilidade' que o financiamento desta viagem através da 'feijoada solidária' ganhou, criou-se aqui um problema difícil de solucionar.

Conseguidos mais uns quantos lugares a 49,90€, mesmo assim insuficientes, os últimos já custaram 79,90€.

Como tinha sido acordado com as cerca de 40 pessoas interessadas o preço mais baixo atrás referido, a 'vox populi' vai comentando que a animação da festa em honra de S. Lázaro que ontem teve lugar, contou com 'serviço de esplanada' assegurado pela Junta - o Salão de Chá encontra-se encerrado e em processo concursal para futura concessão -  destinando-se o lucro apurado a custear o acréscimo do custo dos tais bilhetes low cost.

 

Seria interessante saber:

 

- Se as regras de higiene e salubridade na manipulação de alimentos que um espaço público como o Salão de Chá exige terão sido cumpridas.

(O que vale é que nós somos um Povo de brandos costumes caso contrário  o assunto já seria do conhecimento da ASAE)...

- Não terão as Finanças nada a ver com o facto de as receitas geradas não terem sido sujeitas ao respectivo imposto?

(Presumo que a registadora não estivesse a funcionar, até porque a Junta não está habilitada a facturar comes e bebes...).

 

 

Como se pode ver e apesar desta gestão manhosa dos negócios locais, o presidente da Câmara que é 'tão bom' como o presidente da Freguesia, não se sente constrangido e sempre que o convidam ele aparece - como fez no caso da 'feijoada solidária' e não sei se ontem também...

 

publicado às 17:41

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