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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

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VALONGO - 'GRAU ZERO' DA POLÍTICA (Cont.)...

Que fique claro: 

 

O  comentário que se segue - a propósito do lamentável momento político que se vive em Valongo - é de cariz estritamente político.

O enquadramento a nível da Justiça seguirá os seus trâmites e eu, na qualidade de co-arguido estarei - não poderia deixar de estar - à disposição do Ministério Público e do Tribunal para que a verdade e nada mais que a verdade seja apurada em relação à matéria controvertida.

Num Estado de Direito que todos pretendemos - mas ainda não temos - a Justiça não deve constituir um 'papão' e encaro as futuras diligências sem nenhum dramatismo ou constrangimento.

Os cidadãos mais exemplares não estão livres de num momento menos bom da sua vida cometerem um qualquer pequeno delito - chamarem 'doutor' a quem não o é, infringirem o código de estrada, dizerem sobre alguém aquilo que presumem ser verdade mas que numa análise mais cuidada se venha a constatar não o ser...

 

Regressando ao momento menos bom de Valongo...

 

O que direi ao Ministério Público ou ao Tribunal, na qualidade de co-arguido será rigorosamente o mesmo que diria na qualidade de testemunha se João Paulo Baltazar mo tivesse pedido.

 

José Manuel Ribeiro é o responsável pela publicação anónima e sobre a forma como a mesma foi editada, paga e distribuída nada sei.

Participei apenas no arranjo gráfico em 'alta definição' (a pedido do interessado) e nada mais - e posso evidentemente comprovar o que afirmo.

 

Mas posso acrescentar que relativamente a este assunto, os dois principais interessados . o queixoso João Paulo Baltazar e o eventual co-arguido José Manuel Ribeiro, estiveram mal. 

 

Explico:

 

João Paulo Baltazar 'matou' o assunto - na sua vertente criminal - quando numa das primeiras reuniões de Câmara desafiou o presidente a declarar se tinha alguma coisa a ver com a publicação e acrescentando "esteja à vontade porque nem sequer tenciono tomar nenhuma atitude".

Se não tencionava, porque a tomou agora?

Se José Manuel Ribeiro tivesse assumido nessa altura a autoria da publicação o assunto teria ficado encerrado...

 

José Manuel Ribeiro esse esteve mal desde o início ao não aceitar a posição que eu sempre defendi de que a publicação deveria ser assumida pela candidatura de forma aberta!

 

Independentemente da forma de abordar a informação contida no flyer - porque é de informação que se trata - não existe no mesmo nada de falso ou sequer calunioso ou ofensivo.

Esse contexto de 'calúnia' é-lhe atribuído exactamente por se ter enveredado pela publicação anónima - como se quem afirma tivesse receio das consequências da sua afirmação!

 

Mas pronto, o mal está feito - porque José Manuel Ribeiro sempre preferiu a forma rasteira e encoberta de agir - e agora só resta que quem de direito se pronuncie sobre a 'matéria de facto'.

 

Para mim, o importante mesmo, é saber o seguinte:

 

1. O que diz a Concelhia do PS sobre o assunto e sobre a forma de actuação do seu presidente?

2. Como foram pagos os milhares de fyers - dado que, tanto quanto sei, essa despesa não consta das contas de Campanha;

3. Saber se foi utilizada de forma indevida a Base de Dados da Câmara para o envio da publicação;

publicado às 14:07

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