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A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

A TERRA COMO LIMITE...

UM ESPAÇO ONDE ESCREVEREI SOBRE TUDO, SOBRETUDO, SOBRE TUDO QUE SEJA CAPAZ DE CAPTAR A MINHA ATENÇÃO. UM ESPAÇO ONDE O LIMITE NÃO LIMITA - APENAS DELIMITA.

ZONA INDUSTRIAL DE ALFENA TALVEZ - MAS MUNICIPAL E SEM CORRUPÇÃO!

Aproxima-se o momento em que os deputados da Assembleia Municipal de Valongo vão ser chamados a decidir sobre o novo PDM. Tudo indica que tal venha a acontecer no decurso do mês de Novembro.

 

O assunto é tão importante que nada deve deixar de ser feito para que a discussão que se produzirá no seio do Órgão deliberativo seja de facto uma discussão com substância e que não nos envergonhe como eleitos, mas sobretudo, que não se limite à habitual 'disciplina de voto' que as máquinas costumam impor, sempre que estão em causa 'superiores interesses' que quase sempre só o são - superiores - para quem usa o voto do Povo para 'tratar da vidinha' - da partidária e da pessoal também.

 

(Parêntesis, para recordar que foi o 'aviso' que José Manuel Ribeiro me fez, naquela atribulada conversa de há pouco mais de um mês atrás, num fim de tarde no seu gabinete - de que iria impor disciplina de voto - que me fez abandonar o grupo do PS na Assembleia Municipal).

 

É verdade que o PDM de Valongo se arrasta há tempo demais, por culpa daqueles que agora tentam usar isso como argumento para justificar a pressa em concluir o processo.

 

Há ilegalidades urbanísticas que foram permitidas, toleradas ou mantidas em 'banho maria' e que precisam de ser regularizadas.

 

Há actos corruptos que precisam do PDM como a defecação precisa do rolo de papel higiénico.

 

Há 'facturas suspensas' resultantes de negociatas mais ou menos escabrosas e que toda a gente conhece, que urge resgatar para que 'uns certos relatórios de contas' inscritos na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários possam voltar a inscrever uns números redondos que já constaram, deixaram de constar mas muita gente ilustre espera que voltem a constar de novo - números com muitos zeros à direita que permitam aconchegar os bolsos vazios 'daqueles de quem não ousamos pronunciar o nome'.

 

Resumindo:

 

O PDM tem uma parte útil e orientadora que já tardou demais e que por isso mesmo justifica que nós, que fomos eleitos para servir os interesses do Povo, aprovemos.

Mas tem também uma outra parte, aquela que de forma insidiosa e pérfida prossegue interesses obscuros que não são de forma alguma os desse mesmo Povo e que por isso só pode merecer o repúdio de quem se diz representante do mesmo!

 

O caso mais paradigmático envolve um monstruoso processo de corrupção urbanística iniciada em 2007 com terrenos então - e ainda, até 'trânsito em julgado' - Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional, localizados no lugar da Fonte da Prata em Alfena. Por muitos projectos que inventem para aquela vasta área de terrenos terraplanada ilegalmente, por mais desenhos bonitos com que os adornem, 'aquilo' nunca passará de um 'garimpo' a céu aberto, lamaçal imenso onde alguns eleitos não hesitam em sujar as mãos, para tentar lavar as pepitas que lhes calharam na divisão, na água pouco límpida do Ribeiro de Junceda.

 

A hora é portanto de opções, claras, eventualmente desagradáveis, mas necessárias!

 

Os deputados municipais sendo embora eleitos em listas partidárias, a partir da sua tomada de posse exercem - devem exercer - o seu mandato de forma nominal, independentemente do tipo de organização em que eventualmente se integre e cada um é responsável - deve ser - por tudo aquilo que fizer - ou não fizer - com o voto popular em que foi investido!

 

Quem na Assembleia Municipal de Valongo votar a favor da UOPG 06 de Alfena - aquela espécie de triângulo irregular no nosso descontentamento - estará a validar a corrupção avaliada em 16 milhões de Euros que resultarão da aprovação da referida UOPG.

 

Acabaram-se os 'panos quentes'! Quem 'disser sim', estará (também) 'a por o pescoço no cepo - e haverá cepo!

Não adianta dizer "eu só quero defender o desenvolvimento,  a criação de postos de trabalho' e blábláblá"...

 

Tudo isso - e muito mais - pode ser feito forma transparente, de mãos limpas, sem pecado, exista para tal, vontade da parte do presidente da Câmara!

 

Tal como ameaçou publicamente fazer com e Campo do Ermesinde se o Abílio de Sá não 'vier às boas' e persistir no 'despejo' do Ermesinde, faça-o com a NOVIMOVEST/SANTANDER, se para tal tiver... engenho e arte! E nem é preciso inovar. Basta apenas regressar às boas posições que já teve sobre este assunto. É só revisitar a imprensa e encontraremos inúmera 'jurisprudência' acumulada por José Manuel Ribeiro...

publicado às 19:00

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